quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Vídeo ironiza exigências feitas aos analistas de redes sociais

Um vídeo divulgado nesta quarta-feira (05) ironiza as exigências das empresas que anunciam vagas de analistas de redes sociais.

De acordo com os criadores do vídeo, que atuam na área de marketing digital, as empresas exigem muitas habilidades do candidato e oferecem poucos benefícios e baixa remuneração.

O clipe divulgado no YouTube mostra um candidato que se transforma no personagem Super Homem ao ser questionado sobre conhecimentos avançados em técnicas de SEO, redes sociais, WordPress, serviços de geolocalização, Android, PHP, diagramação para revistas, Excel Avançado, Objective-C, Photoshop, HTML, CorelDraw, entre outras linguagem e tecnologias.
FONTE: CorpTV

Menos informação, por favor
Uma pesquisa aponta que 60% dos adultos e adolescentes que usam tecnologia móvel acham que os usuários publicam bem mais do que deveriam, como fotos impróprias, opiniões que ninguém pediu e detalhes da vida que não interessam a ninguém. O estudo foi encomendado pela Intel em oito países, entre eles o Brasil.

“Amamos a nossa tecnologia porque ela nos conecta e nos dá um veículo de expressão, mas ao mesmo tempo sentimos que há certo exagero de informação”, opinou a porta-voz da Intel, Jessica Hansen.

Quase a metade dos 7.087 adultos e 1.787 adolescentes que responderam à pesquisa se mostrou insatisfeita com o excesso de informações.

Cerca de 90% dos participantes gostariam de que as pessoas pensassem mais sobre o que estão postando e como será a recepção. Apesar de muitos reclamarem do excesso, poucos assumem uma parcela de culpa nisso.

“Achamos que os outros compartilham muitas informações, mas ao fazer uma autoavaliação, claro (…) que não estamos entre os que publicam demais”, acrescentou a porta-voz.

Verdadeiro ou falso
A maior reclamação entre os australianos são os detalhes irrevelentes que as pessoas publicam sobre a própria vida. Na Indonésia, é o uso de linguagem chula. Os norte-americanos não toleram quem vive se queixando da vida.

A maioria dos entrevistados acha as pessoas revelam informações demais e que boa parte não é verdade.

No Japão, cerca de 30% dos adultos admitiram já ter divulgado informações falsas e 55% reconheceram que na internet agem diferente. Nos Estados Unidos, 19% assumiram já ter mentido online.

A maioria das pessoas usa a tecnologia móvel para expressar opiniões e se comunicar com amigos e familiares. Na maior parte do mundo, os usuários o fazem uma vez por semana, mas no Brasil, China e Índia metade faz atualizações todos os dias.

Quase metade dos brasileiros troca informações sobre esportes, mas na China, França e Japão o tema costuma ser notícias e opiniões.

Para 41% dos franceses, fazer revelações pela internet é mais fácil do que pessoalmente. Brasileiros e franceses reclamam que as pessoas não têm boas maneiras na rede.

A pesquisa entrevistou usuários na Austrália, Brasil, China, EUA, França, Índia, Indonésia e Japão.

FONTE: CorpTV

Digital Age 2.0: tecnologia deve ajudar marketing a ser mais simples

Numa Internet dominada pelas redes sociais e, consequentemente, pelos usuários – com o alvo maior da empresa, o consumidor –, as estratégias devem se focar em simplificar e integrar. E este foi o tema do painel de Will Margiloff, CEO da Ignition One, no Digital Age 2.0.

O executivo destacou o Brasil como o país na América Latina de maior aderência digital e de fluxo de usuários nas redes sociais, e mencionou o quanto é importante as empresas darem atenção a isso. “Com esse enorme crescimento, elas devem prestar atenção nessas plataformas. Devem pensar como gerenciar isso, mas devemos criar uma simplicidade nisso”, salientou.

Segundo ele, o desafio do marketing virtual é “integrar a tecnologia, e não fragmentá-la”. Para Margiloff, "os marqueteiros devem ser estratégicos, não táticos".

Ele defende que o marketing precisa ser reorganizada para ser mais eficiente, "entendendo que o importante é o crescimento coletivo, não o do canal". Além disso, é necessário agregar os dados e a tecnologia em uma base consolidada.

Segundo Margiloff, o mercado publicitário digital brasileiro tem uma enorme oportunidade para aprender com os desafios e erros de outros mercados, e "pular na frente de outros países em termos de sofisticação".

FONTE: CorpTV

Conheça os destaques da IFA 2012

Uma das mais tradicionais feiras de tecnologia do mundo, a IFA 2012 começou um pouco ofuscada neste ano. Isso porque dois dias antes da abertura oficial do evento, realizado em Berlim (Alemanha), a Samsung “queimou a largada”, fazendo um grande anúncio dos produtos que seriam apresentados na IFA – caso do Galaxy Note II. Ainda assim, a feira mostrou fôlego para novidades na área de eletrônicos e de eletrodomésticos, apresentando TVs de ultradefinição e novos smartphones, além dos chamados “tabletbooks” e outros computadores que rodam o novo Windows 8.

A 52ª edição do evento, realizado desde sexta-feira (31), chega ao fim nesta quarta (5).
Em seu evento precipitado, a Samsung exibiu a segunda versão do Galaxy Note, um misto de tablet com smartphone. A novidade chegará ao mercado brasileiro em outubro com tela de 5,5 polegadas, processador quadcore de 1,6 Ghz e – como destacou a empresa -- uma caneta S Pen. O acessório foi apresentado como “mágico”, porém vai exigir treino dos usuários. Como você pode conferir neste vídeo, a expositora da novidade na IFA tentou diversas vezes, sem sucesso, dar comandos ao “smartphonão” com a caneta.

A sul-coreana também apresentou uma câmera fotográfica com sistema Android e a linha de computadores Ativ, com tablet, notebook híbrido e smartphone com sistema Windows -- este último não foi exibido na feira.
Além do anúncio antecipado da Samsung, outras fabricantes fizeram lançamentos – mais modestos – na IFA 2012. A Sony apresentou o Xperia T, smartphone que veio para destronar o Xperia S do posto de top de linha e será “usado” por James Bond em seu próximo filme. O celular vem com Android 4.0, tela de 4,6 polegadas, processador quadcore e câmera de 13 megapixels.

Como já é tradição para a Sony, outros dois modelos mais simples, o Xperia J e o Xperia V, foram lançados em conjunto com o smartphone top. Além deles, a Sony apresentou um dos poucos tablets de destaque da IFA, o rebatizado Xperia Tablet S. O ultraportátil dispõe agora de um processador quadcore e é à prova d’água.

Celular ‘durão’ encara até lama
Para os mais “durões”, a feira reservou um achado peculiar: o candidato a celular do Chuck Norris. O CAT B10, mesmo depois de jogado em um misturador de cimento cheio de lama, sai de lá funcionando – embora com alguns arranhões. Assista no vídeo ao lado.

E se o público-alvo passou dos 60 anos, a feira reservou entre celulares apresentados alguns modelos específicos. Os celulares da Emporia mostraram opções mais e menos discretas de celulares para idosos, com teclas tamanho GG e funções como botão para chamada de emergência e detecção de queda.

TVs de ultradefinição com preço de carro
Neste ano, a feira de tecnologia trouxe televisões com qualidade de imagem assustadoramente incríveis, tanto em duas como em três dimensões. Os aparelhos com resolução chamada de 4K, uma referência aos 4.000 pixels da tela (ou 3.840 x 2.160 pixels), chamam a atenção pela ultradefinição da imagem e também pelo tamanho. LG, Sony e Toshiba mostraram aparelhos de 84 polegadas de tela, o que equivale a aproximadamente 2 metros de televisão.

A título de comparação, a resolução dessas TVs equivale a quatro vezes os aparelhos Full HD. É possível chegar bem perto da tela sem perceber aquela perda de resolução comum observada em televisores de tela plana. O problema será o preço: em pré-venda na Coreia do Sul, a TV UD 3D da LG sai pelo equivalente a R$ 45 mil, ou um carro no Brasil.

Degustação de Windows 8
Embora a nova versão do Windows ainda não tenha sido oficialmente lançada – a previsão para isso é dia 26 de outubro –, diversas fabricantes levaram à feira computadores com a versão prévia do sistema operacional da Microsoft.

Vários dispositivos híbridos – que combinam telas sensíveis ao toque com uso de mouse e teclado – foram apresentados. Uma das tendências são os tabletbooks, ultraportáteis que podem funcionar tanto como tablet ou notebooks. Alguns podem ter a tela destacada, como o Ativ Smart PC, da Samsung, enquanto outros fazem “contorcionismo” para se transformarem em uma das duas opções, como o Vaio Duo 11, da Sony (conheça os modelos).

Veja como comandar o Windows 8
Quanto ao Windows 8 em si, é provável que os consumidores estranhem um pouco a nova interface Metro, a alternativa encontrada pela Microsoft para transportar a tradicional plataforma dos computadores aos tablets. Confira no vídeo ao lado como poderão ser dados os comandos nos PCs com tela sensível ao toque.

Casa do futuro
Como as tarefas do lar não são as mais agradáveis, diversos produtos tentam simplificar essas atividades e até eliminar alguns esforços. A IFA 2012 também mostra que, para estar na moda, os eletrodomésticos devem ser coloridos.
Para quem detesta passar roupa, uma das novidades é o PerfectCare Aqua, da Philips. O ferro de passar, apesar do tamanho avantajado do seu conjunto, é bem prático ao permitir que roupas de vários tecidos diferentes sejam passadas sem necessidade de ajuste de temperatura. Outra novidade para quem quer dispensar ajudantes na cozinha é a panela Home Cooker, criada pela Philips com ajuda do chef britânico – e também celebridade — Jamie Oliver. Além de ajustar a temperatura e tempo de cozimento, a panela mexe sozinha a comida.

Gadgets para todos os gostos
De uma luva de lã capaz de funcionar como gancho de telefone a vitrolas que parecem saídas do túnel do tempo, a IFA 2012 apresentou uma grande variedade de gadgets – a variedade foi acima da média, comparando essa e outras feiras internacionais.

Luva-celular: fale no mindinho
Fabricada por uma empresa italiana, a Hi Call é uma luva que possui um microfone no dedinho e uma saída de áudio no polegar. Ao fazer o gesto “universal” de telefone com a mão, é possível atender e fazer chamadas. Apesar do som não ser de alta qualidade, a ideia original deve ajudar quem não quer passar frio tirando as luvas para atender a ligações no smartphone.

Com uma linha que mais parece saída do museu, a SoundMaster mostrou na IFA que o design antigo dos aparelhos de som pode sobreviver, com uma leve atualização no seu hardware. Um dos aparelhos era uma vitrola (estilo gramofone) capaz de tocar discos, CDs, sintonizar rádios AM/FM e deixar a sala da sua casa com ar “anos 60”.

E quando você acha que já viu de tudo, dá de cara com um clone do iPad, semelhante no tamanho (tela de 9,7 polegadas) e no nome (HaiPad) ao tablet da Apple. Mas em uma análise rápida do design e desempenho do aparelho, sete “erros” (ou diferenças, se preferir) foram encontrados.

FONTE: CorpTV

Como NÃO atender o seu cliente online

Frequentemente é possível encontrar artigos explicando as melhores formas de atendimento a clientes na internet. Todos trazem dicas e formas maravilhosas para encantar e principalmente fidelizar o cliente. Mas e o contrário? Quais são os principais pontos que os players de e-commerce não podem pecar? Para isso, relacionamos os cinco principais erros cometidos pelas empresas na hora de realizar o atendimento online ao cliente.

Canais de atendimento ociosos
Disponibilizou um canal? Use-o. Muitas empresas se vangloriam de disponibilizar os mais diversos canais de atendimento on line, como: E-mail, Chat, Atendimento Inteligente, entre outros. Disponibilizam, mas não atendem. Há demora nas respostas de e-mail, deixam o cliente em filas intermináveis de chat e utilizam de forma errada o conteúdo de canais inteligentes. A partir do momento que um novo canal é disponibilizado ao cliente, ele deve ser usado de forma correta, caso contrário a frustração gerada será enorme.

Passar o atendimento do online para o offline
O cliente online quer ser atendido online. Parece trivial, mas muitas empresas ainda cometem este erro. O cliente entra em contato através de um canal online e recebe a resposta para entrar em contato por telefone. Nada mais frustrante do que iniciar um atendimento onl-ine, aguardar uma resposta e nela ser direcionado para um canal offline.

Falta de posicionamento de prazos
Estipule prazos de resposta. O usuário de internet está acostumado com respostas rápidas. Sendo assim, deixe claro ao cliente qual o prazo de resposta. Caso ele envie um e-mail, utilize ferramentas que estipulem e divulguem ao cliente o tempo médio para resposta. No caso do chat, informe a posição da fila e o tempo médio de espera. O cliente que não tem retorno sobre o prazo de resposta costuma recorrer aos métodos tradicionais – e mais caros – para sanar as dúvidas.

Demora nas respostas
O e-consumidor gosta de respostas rápidas. É imediatista. Utilize ferramentas de atendimento inteligente que consigam entender de forma automática as questões do cliente e responder. Este tipo de tecnologia costuma reter em média 70% do fluxo manual de interações online. Em grandes operações essa economia gerada é bastante expressiva.

Restrição de horário de atendimento
Um estudo realizado pela NeoAssist em 2011 aponta que cerca de 20% das dúvidas dos clientes em sites de compra ocorrem fora do horário comercial. Ter um atendimento disponível fora do horário comercial ou ferramentas inteligentes é importantíssimo. O cliente que não encontra resposta para sua dúvida na hora da compra migra para o concorrente que disponibiliza essa informação.

Parecem cinco dicas fáceis de seguir. No entanto, mesmo nos dias de hoje, ainda encontramos muitas empresas que atendem dessa forma e deixam aberta a possibilidade de perder clientes de forma rápida para a concorrência.

O bom atendimento é uma ferramenta essencial para gerar uma relação de confiança com o cliente. Assim como há a opção de “apenas um clique” para efetuar uma compra, precisamos facilitar as resoluções de dúvidas e problemas, maximizando sua curva de conforto. Ou seja, as dicas e ferramentas estão em nossas mãos, só é preciso enxergar e investir além do carrinho de compras.

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FONTE: CorpTV

Maioria dos aplicativos do Facebook pode postar em seu nome sem autorização

Você faz ideia de quantos aplicativos possui habilitados em sua conta do Facebook? E quais podem postar em seu nome, sem seu conhecimento? De acordo com um estudo da empresa Secure.me, provavelmente mais da metade deles.

Uma reportagem do Mashable citou o estudo, que analisou cerca de 500 mil aplicativos e compartilhou o resultado exclusivamente com o site. A grande surpresa? Cerca de 63% desses aplicativos pedem autorização para postar em seu nome, e 69% deles podem pegar seu endereço de e-mail.

Christian Sigl, fundador da Secure.me, disse que hoje em dia é comum o hábito de conectar aplicativos como Instagram, Angry Birds e City Ville à sua conta na maior rede social do mundo. “Você só clica em ‘aceito’, sem realmente saber o que está aceitando.O que não sabe é que os apps ligados ao seu perfil podem rastrear sua vida e a de seus amigos. Não importa quais são suas configurações de privacidade, eles ainda conseguem obter suas informações”.

O que os donos dos aplicativos podem fazer com esses dados? Hackear sua Linha do Tempo e vender seu endereço de e-mail para um criminoso, sendo de grande ajuda no roubo de sua identidade. A permissão coloca seus amigos em risco também, já que, segundo a Secure.me, 21% dos apps - 1 em cada 5 - podem acessar informações pessoais dos amigos do usuário, incluindo aniversários e históricos de educação e trabalho. E aproximadamente 12% dos aplicativos podem pegar suas informações de localização à vontade.

Sigl sugere que grande parte do problema se deve ao fato de que o usuário não pode decidir quais permissões conceder ao aplicativo. Além disso, não é possível concedê-las por tempo limitado, como uma semana ou um dia. Junto a tudo isso, também existe a impossibilidade de suas configurações de privacidade terem regras que os apps não podem quebrar.

FONTE: CorpTV

54% dos donos de smartphones nunca viram publicidade móvel

Os publicitários que utilizam o celular como canal de comunicação ainda têm muito trabalho a fazer para popularizar essa mídia, mesmo em mercados considerados mais avançados, como os EUA. Uma pesquisa da Hipcricket divulgada nesta quarta-feira, 15, revelou que 54% dos norte-americanos que possuem smartphones disseram nunca ter vistopublicidade em seus aparelhos – ou pelo menos não se lembram de ter visto, o que, na prática, dá no mesmo para um anunciante. O lado bom é que entre os 46% que confirmaram já terem sido impactados por mobile advertising, 64% disseram que já realizaram alguma compra influenciados pelo anúncio que viram na telinha.

O formato de anúncio mais visto foi o banner móvel, citado por 70% dos respondentes que confirmaram já terem sido impactados por publicidade no smartphone. Em seguida vieram mensagens de texto (44%), propaganda dentro de um jogo ou aplicação (42%), vídeo (38); e email (31%). Era permitido marcar mais de uma opção.

Dentre os que viram anúncios móveis, 35% disseram que nunca interagiram com as peças. Os outros 65% apontaram como principais formas de engajamento que tiveram: clique em um banner (38%); uso de um cupom de desconto (31%); clique em um link em uma mensagem de texto (29%); download de um app (28%); visita a um site (25%). Novamente, era permitido marcar mais de uma opção.

Razões de não engajamento
Para aqueles que viram mas não se engajaram com anúncios móveis, a pesquisa perguntou quais seriam as razões para esse comportamento. Pelas respostas, fica claro que as campanhas precisam refinar o público-alvo de seus disparos: tem muita gente recebendo publicidade que não é do seu interesse, o que pode atrapalhar o desenvolvimento desse mercado. As razões mais citadas foram: assunto ou produto irrelevante para o seu interesse (43%); falta de atratividade da peça (39%); spam (31%); desconhecimento do remetente (21%).

A solução pode estar na oferta de benefícios, como cupons de descontos. 58% dos entrevistados disseram que haveria uma chance maior de interagir com anúncios de suas marcas favoritas se eles oferecessem algum tipo de benefício econômico. E 44% estariam dispostos até mesmo em conceder informações pessoais em troca desses benefícios.

Outro dado importante: 74% dos consumidores norte-americanos disseram nunca terem visto propaganda de suas marcas favoritas na tela de seus celulares. Ou seja, há ainda um grande potencial a ser explorado pela publicidade móvel, mesmo em mercados mais desenvolvidos como os EUA. No Brasil, o caminho é ainda mais longo.

FONTE: CorpTV