segunda-feira, 16 de março de 2015

Facebook explica o que pode e o que não pode na rede social


Autor: Saulo Pereira Guimarães

Os responsáveis pelo Facebook querem deixar mais claras as regras que valem na rede social. Por isso, eles anunciaram hoje uma atualização dos PADRÕES DA COMUNIDADE (CLIQUE AQUI) no site.

Nenhum dos princípios que regem a convivência dos usuários do Facebook foi modificado. O objetivo da atualização foi apenas torná-los mais compreensíveis, acrescentando exemplos e esclarendo pontos que antes fossem alvo de discussão.

"Nós fornecemos mais orientação especificamente sobre as políticas relacionadas a autolesão, organizações perigosas, bullying e perseguição, atividade criminal, violência e exploração sexual, nudez, discurso de ódio e violência e conteúdo ofensivo", afirmou o Facebook em nota divulgada à imprensa.

Denúncia
Quando se depara com um conteúdo que considera ofensivo no Facebook, o usuário pode denunciá-lo. Para isso, basta, escolher a opção "denunciar publicação" - clicando na seta que aparece no canto superior direito da publicação em questão.

Toda denúncia é analisada pelo Facebook. Para deixar de ser exibida na rede social, a publicação denunciada precisa violar os padrões de comunidade do site.

Além das denúncias feitas por usuários, o Facebook pode tirar do ar conteúdos que violem a lei de um país específico.

"Em alguns lugares, por exemplo, é contra a lei compartilhar conteúdo considerado blasfêmia. Apesar de blasfêmia não ser considerada uma violação nos padrões da comunidade, nós respeitamos as leis de países onde operamos e vamos avaliar o conteúdo denunciado e restringir o conteúdo nesse determinado país se concluirmos que viola a lei local", explica o Facebook em sua nota.


"Nós respeitamos as leis locais onde temos operações, mas também questionamos os pedidos que parecem desnecessários ou desproporcionais. E,se um país solicita que a gente remova conteúdo por ser ilegal, nós não vamos necessariamente remover do Facebook por completo, mas podemos restringir o acesso apenas nesse país", complementam os responsáveis pelo site.

FONTE: CorpTV

Um raio X do comportamento da mulher no universo digital


As mulheres brasileiras gastam mais tempo em aparelhos como celular, tablets e pcs e estão mais conectadas, quando comparada aos homens. Essa é a uma constatação do relatório Connected Life da TNS que entrevistou 963 pessoas em todo o Brasil. O estudo é realizado mundialmente, em mais de 52 países e 56 mil entrevistas para detectar e analisar o comportamento dos consumidores no ambiente digital.

O levantamento da TNS dividiu os brasileiros em quatro grupos: funcionais (38%), Observadores (12%), Conectores (12%) e Líderes (38%).

Na análise da TNS, as mulheres gastam 3 horas e 48 minutos no celular enquanto os homens, 3 horas e seis minutos. A média de aparelhos varia entre 3.8 e 4 em ambos os sexos. No Brasil, geralmente as mulheres são "Conectores" e representam 60% da amostra. Esse perfil é forte consumidor de mídia social e o envolvimento digital é parte importante de suas vidas.

Já as mulheres com perfil "Líderes" representam 56% da amostra e são mais jovens (16-34 anos) com renda mais alta e consideras alvo porque possuem alta influência digital e alto envolvimento social.


As brasileiras classificadas no grupo "Funcionais" representam 51%. Esse perfil possui baixo envolvimento e influência digital. Já os "Observadores" representam 44%, mas o perfil é representado em sua maioria por homens, 53%, geralmente com renda mais alta e consomem diferentes categorias de produto.

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 9 de março de 2015

Etiqueta Corporativa: Negociação Virtual



Os relacionamentos pessoais virtuais guardam em si diversas características: celeridade, instantaneidade, etiqueta, informalidade, casualidade etc. Trata-se da forma atual como jovens relacionam-se, tanto quanto foram as cartas, os cadernos de bilhetes escolares, os diários compartilhados etc. do passado. Precisavam de certo tempo para efetivação, de maneira que respostas demoravam no mínimo dois ou três dias. Assim, inconscientemente, sabia-se que havia tempo para “desenhar” a letra, para construir períodos adequados, evitar erros de Português, expressar a ideia da melhor maneira possível.

Atualmente, o fato de haver tanta celeridade na troca de mensagens virtuais parece ter feito que o cérebro humano tenha assimilado o sentido de urgência urgentíssima para qualquer assunto. Aciona-se enviar e imediatamente passa-se a esperar que a resposta venha nos segundos seguintes.

Além da rapidez esperada – e incentivada, como se verá abaixo -, a informalidade das mensagens de redes sociais alcançou as mensagens corporativas. Trata-se o cliente como amigo de infância, muitas vezes; brinca-se como se trocassem confidências, em boa parte; mistura-se assuntos como se estivessem conversando à mesa de bar, durante o happy hour. E o uso de palavras nem sempre adequadas – não exatamente gírias – é um dos principais motivos de preocupação dos profissionais de gestão em relação a seus coordenados.

Nossa experiência na área de Coordenação de Comunicação, especialmente corporativa mas também pessoal, nos fez criar diversas palestras sobre uso de e-mais, redes sociais, sistema de CRM e outros instrumentos virtuais. Já vimos casos que vão de excelentes negociações em poucas dias à perda efetiva de grandes negócios, ambos os extremos motivados por troca de mensagens ou adequadas ou inadequadíssimas.

Em setembro último, fui convidado a visitar um cliente em S. Bernardo do Campo-SP que desenvolve aplicativos corporativos para empresas do setor de energia elétrica, a fim de prestar assessoria na construção de relatórios descritivos. Percebi que o clima no departamento comercial estava irritadiço. Fui me inteirando dos problemas e descobri que uma negociação de quinhentos mil reais tinha sido interrompida sem previsão de retorno de reuniões. O departamento dispõe de 22 colaboradores, entre todas as funções. Analisando os mapas e relatórios de outra negociação, vi que houve troca de mensagens excessiva sobre um mesmo assunto. Meu cliente (A) enviou proposta, seu cliente (B) contrapropôs, “A” enviou sua resposta, “B” não compreendeu muito bem; “A” enviou novas informações, “B” respondeu com uma dúvida, “A” dirimiu-a em outra mensagem, “B” respondeu em agradecimento etc.

Fui verificar o histórico da negociação que havia sido adiada. Encontrei o mesmo problema: excesso de troca de mensagens virtuais. Isso tornou as negociações um processo enfadonho e os envolvidos não se sentiram instigados a discutir detalhes. Assim, veja abaixo algumas sugestões que temos oferecido em nossas palestras em todo tipo de empresa, de microempresa a grandes corporações, já que comunicação é elemento crucial para evolução tanto dessas como daquelas.

Correntes e Piadas
- Estritamente pessoal. Analise a possibilidade de seu cliente não se sentir confortável, quer seja porque pertence à corrente religiosa diferente, quer seja porque pode ser alvo da piadinha que você enviou. Ou postou em redes sociais

- Troque apenas em e-mails com amigos e, ainda assim, no caso de o amigo não ter qualquer relação com sua vida profissional

Fotos e Vídeos
- Considere sempre a possibilidade de sua foto ou imagem ser vista por todos os tipos de pessoas em suas redes sociais, inclusive crianças, inclusive seus superiores hierárquicos, inclusive clientes

- Um colaborador de um cliente nosso foi excluído do programa de evolução profissional porque postou em sua rede social algumas dicas de como quebrar o dedão do pé. O departamento de RH identificou irresponsabilidade no ato, afinal, crianças e outros indivíduos sem poder de discernimento podem ter acesso às tais dicas

- Não identifique amigos ou clientes em suas fotos sem prévia autorização destes. Eles podem não querer ser identificados por seus chefes em baladinhas, praias, brincadeiras etc.

- Se você tem pretensões profissionais ou está envolvido em grandes negociações, equilibre a quantidade de fotos entre divertimento e compromissos. O excesso de um tipo ou de outro certamente desenhará sua imagem de forma diversa: se sempre em divertimento, descompromisso; se sempre em compromissos, isolamento social-familiar

- Redes sociais não são book de modelo fotográfico. Evite repetição de imagens de determinada situação

Frases e Pensamentos
- Confirme sempre o autor da citação de algum pensamento e frase com o qual você se identifica. Poucas situações mostram tanta soberba e seus clientes ou superiores podem tê-la identificado.

- Evite especialmente frases negativistas em relação à política ou filosofia de vida

- Averigue se a frase ou pensamento realmente transmite sua postura pessoal ou parte de sua personalidade. É estranho, por exemplo, postar frases contra a irresponsabilidade no trânsito e manter foto com você ao volante portando latinhas de cerveja

Conectividade
- Esqueça a ideia de as pessoas terem obrigação de responder a uma mensagem sua. Elas têm compromissos, têm comportamento diferente, têm senso de imediatismo diferente

- Não se obrigue a participar de toda postagem de qualquer amigo ou cliente ou chefe. Às vezes, seu silêncio mostra mais de você que suas palavras

- Twitter é rede para mensagens rápidas. Foi desenvolvido para isso mesmo. Não estenda conversas; se precisar, use e-mails ou salas de bate-papo individual

Importante: responda sempre a uma mensagem, mesmo que apenas para informar que a recebeu. Especialmente as corporativas. tanto quanto cartas tradicionais, mensagens virtuais também podem ser extraviadas ou não entregues

- Quando precisar replicar ou enviar mensagens para diversos destinatários, insira os endereços no campo “c/c”- cópia oculta -, mesmo que aparentemente alguns se conheçam. Negociações são momentos de troca de informações importantes; as características de uma podem não ser interessantes para outras. Transformá-las em informações universais pode ser um caminho para cancelamento de bons negócios

Intimidade
- Recentemente, vimos uma postagem realmente interessante sobre isso: “você posta no facebook cada passo que dá e depois reclama que as pessoas cuidam da sua vida”. Redes sociais não são confessionários nem sala de psicanalista e muito menos ombro de amigo. Considere conversar sobre suas intimidades apenas em relacionamentos reais

- Não maldiga seu trabalho ou chefe, muito menos por e-mail corporativo com algum amigo. Por motivos óbvios

- Não se obrigue a aceitar um pedido de contato somente porque o solicitante é amigo de seu amigo. Na realidade, isso não quer dizer muita coisa. Consulte a página pessoal do solicitante; a maneira como ele a administra pode refletir negativamente no seu relacionamento com seu chefe ou cliente ou outros amigos

Negociações
- Atenção à formalidade, mas também ao excesso. Ambas as situações podem acarretar problemas. Não criar clima de formalidade pode favorecer ambiente para negativas; formalidade demais pode distanciar o cliente de seu universo de atividade

- Evite envio de mensagens fora do horário comercial. Seu cliente acessará e-mails somente na manhã seguinte e, certamente, sua caixa de entrada estará lotada. Sua mensagem pode passar despercebida

- Evite grande fluxo de troca de mensagens. A partir da segunda ou terceira, considere a possibilidade de reunir-se presencialmente com o cliente

- Se sua resposta a uma mensagem for rápida (“recebi”, “ok”, “muito bom” etc.), inclua-a diretamente no campo assunto, juntamente com “NPA” (“Não Precisa Abrir”). Assim, seu cliente não perderá tempo


- Esses pequenos cuidados certamente ou melhoram ou recriam sua imagem virtual diante de clientes. E cliente pode não ser apenas aquele que fechará negócio com você, mas igualmente seu semelhante.

FONTE: CorpTV

Comunicação Corporativa é imprescindível na era digital


O cenário atual do mercado de trabalho global tem no mundo virtual um de seus principais aliados e inimigos, e saber a maneira correta de promover a comunicação corporativa por meio do universo digital é essencial para o sucesso e a manutenção da boa imagem de uma empresa.

Com isso em mente, fica mais simples entender por que a necessidade de adaptação de gerações de trabalho mais antigas ao mundo digital é uma pauta tão abordada dos dias de hoje; em que o domínio das redes sociais e ferramentas virtuais é fundamental para a execução de uma comunicação corporativa de qualidade e eficiência.

Levando em conta que, atualmente, os olhares de todo o mundo estão voltados para o mundo digital, é quase óbvio dizer que estar inserido nas mais relevantes redes sociais é essencial para promover a comunicação clara e aberta entre os funcionários, gestores, clientes e consumidores de uma corporação.

O gerenciamento de crises – tido como uma das responsabilidades mais importantes dos profissionais que atuam no controle da comunicação corporativa – também tem no mundo virtual uma ferramenta poderosa.

No entanto, conforme citado anteriormente, é preciso dominar as formas de se comunicar por meio desse tipo de ferramenta; já que ela pode tanto ser de grande ajuda para contornar situações de crise como agravar ainda mais uma ocorrência que tenha, por algum motivo, manchado a imagem de uma empresa.

A oportunidade que o universo digital e as redes sociais oferecem de comunicação direta e quase que imediata com o consumidor e os clientes de uma organização é outro fator que pode tanto a ajudar como prejudicar a comunicação de uma corporação – permitindo que esclarecimentos sejam feitos mas, também, que uma resposta errada agrave problemas relatados no mundo virtual.

Com isso, a importância da comunicação corporativa dentro e fora das redes fica ainda maior, sendo um item que deve estar presente em absolutamente todos os tipos de planejamento e estratégias de uma organização.


Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet (Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 4 de março de 2015

Conferências virtuais, o Santo Graal da comunicação empresarial moderna




Autor: Gabriel Tosto


Viagens de negócios são processos empresariais essenciais para milhares de pessoas. No entanto, essa prática gera muitos gastos para os negócios. Elas não são apenas caras, também acabam desperdiçando um tempo valioso. E tempo é um fator crucial para a competitividade da economia atual, portanto a eficiência da comunicação corporativa se tornou um elemento importante para empresas e indústrias de todos os tamanhos.

Desde 1880, já se anunciava a expectativa em torno do telefone como uma nova forma de comunicação que poderia substituir as viagens de negócios. Com o avanço das novas tecnologias, ficou ainda mais difícil para as empresas negarem que conferências virtuais são uma ótima alternativa, já que permitem uma enorme economia com despesas de viagens por conseguirem acomodar num só lugar uma reunião com toda a equipe.

Uma das vantagens das conferências é que os participantes podem ser adicionados ou removidos à medida que seus problemas vão sendo resolvidos. Isso seria algo impossível em uma reunião normal. Outra vantagem é a possibilidade de gravá-las. As conferências virtuais também possibilitam maior rentabilidade do negócio, devido à intensificação da comunicação e tomada de decisão mais rápida.

E, caso um funcionário contraia alguma doença contagiosa, a comunicação online pode resolver dois problemas – manter o escritório saudável e preservar a produtividade. Além disso, é mais fácil permitir um período de férias sabendo que o empregado ainda pode participar de uma reunião importante ou auxiliar seus colegas de trabalho de algum resort de férias.

As conferências resolvem a maioria dos problemas de treinamento de funcionários para filiais remotas. Uma empresa pode rapidamente elevar os níveis de qualificação dos funcionários até o padrão desejado sem interromper o trabalho e sem despesas de viagem.

Segundo a consultoria Frost & Sullivan, o mercado de serviços de conferências na América Latina (incluindo audioconferência, webconferência e videoconferência) deve crescer mais 25% em 2015. O Brasil representa 45% do valor total da América Latina. Hoje, esse mercado oferece inúmeras opções de soluções para videoconferência.

Ao procurar uma solução, os gestores devem se atentar para a escolha de uma que seja facilmente manuseada e que cumpra normas de segurança rígidas, a fim de proteger as informações das empresas.

Os gestores são geralmente os mais interessados nessa prática: quando eles têm que realizar diversas reuniões em locais diferentes, todas no mesmo dia, a melhor alternativa são as reuniões online. Porém, devem estar atentos para o fato de que, como moderadores de conferências, devem ser educados na comunicação remota eficaz.

A colaboração remota é muito mais exigente do que a colaboração dentro do escritório: gerir uma equipe virtual requer mais comunicação, instruções rigorosas e maior transparência. O gerente do projeto deve deixar bem claro para seus funcionários as regras, os procedimentos e fluxos de trabalho.

Mesmo numa equipe geograficamente dispersa, um bom gestor deve criar espírito de equipe, fazendo com que todos se sintam conectados uns com os outros. Confiança e bom relacionamento entre a equipe são a base de uma interação remota bem sucedida, garantindo a alta produtividade e rentabilidade das empresas.


Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet (Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

Tecnologia: Mobilidade por quê?



Autor: João Moretti

Poucos de nós ainda nos arriscamos em uma viagem longa ou saímos à procura de um lugar desconhecido apenas com um endereço anotado em papel. Abandonamos quase por completo o costume do ‘onde é que fica’ e aos poucos vamos nos esquecendo da funcionalidade do telefone fixo. Na era das tecnologias móveis tudo que é fixo quase não tem espaço no cotidiano.

E se conseguimos otimizar tarefas simples com o apertar de botões, por que companhias e empresas insistem em processos morosos e ineficientes, que dificultam muitas vezes o desenvolvimento básico das funções e serviços? A meu ver, é quase inimaginável prestar serviços ainda sob moldes antigos. Uma cena pitoresca, por exemplo, é a visita de um técnico de internet ser adiada porque o mesmo não encontrou o endereço do cliente, ou pior, qualquer modificação requerida no momento da visita ter de ser feita em um prazo de 72 horas, porque é preciso que o técnico retorne a central para registrar a solicitação.

Agora, uma transportadora com um aplicativo corporativo pode controlar seus estoques, o fluxo de saída, planejar suas cargas, cruzar dados, desviar as rotas de entrega para melhorar prazos. Além disso, pode otimizar o transporte utilizando espaços disponíveis. Há plataformas, que auxiliam empresas no caso de compartilhamento de cargas, diminuindo desperdícios em um setor marcado por centenas de contêineres vazios cruzando o país.

Um aplicativo que viabilize a compra de um produto de forma mais ágil, um programa que agilize o processamento de informações, um aparelho que emita uma ordem de serviço on-line e mais, que permita ao cliente consultá-la sempre que necessário, e o exemplo há pouco citado, são apenas algumas entre as inúmeras possibilidades.

Um empecilho recorrente é o temor da não adaptação. Muitas empresas rejeitam aplicativos móveis corporativos na incerteza de que seus funcionários possam lidar com o novo. Claro que a capacitação e o treinamento precisam fazer parte do plano de implantação de qualquer novo método dentro do negócio e, no caso da tecnologia mobile esses processos devem ser reciclados com frequência. Ainda que a preocupação seja válida, disponibilizar aos funcionários conhecimento e formas inovadoras de atender ao cliente desenvolve o capital humano da empresa, que por sua vez interfere positiva e diretamente nos lucros.

Por fim, um empreendimento que queira se manter forte precisa acompanhar as mudanças que o cercam e adaptar-se a seus clientes. Segundo o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, a venda de celulares inteligentes ultrapassou 15 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2014. Um crescimento de 49%, quando no mesmo período o número de vendas de computadores e notebooks diminuiu 25% em relação ao ano anterior.

A chegada do século XXI e o desenvolvimento tecnológico interferiram em dinâmicas sociais, econômicas e culturais em todo o planeta. Na evidência de que estar em constante movimento é o que rege pessoas, mercados e governos, a empresa que ignora ou não reconhece a potencialidade das tecnologias móveis fica, realmente, parada no tempo.

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

terça-feira, 3 de março de 2015

Como a análise de dados pode alavancar as vendas


Autor: Mike Saliter

Diz-se que cada venda tem cinco obstáculos básicos: a falta de necessidade, de dinheiro, de pressa, de desejo e de confiança. Eu proponho um sexto: falta de percepção.

Com seu valor de mercado constantemente em risco, a capacidade das empresas em aumentar a receita de uma forma sustentável e previsível depende de vendas. No entanto, o sucesso do setor depende de uma série de fatores: contribuições de canais, produtos, localizações geográficas e equipes de vendas. Além disso, as metas de receita e rentabilidade só irão se cumprir se todo o time de Vendas trabalhar de forma organizada e eficiente.

Em busca desse ideal, grandes e pequenas organizações começam a perceber o poder dos dados. O problema não é a falta deles. Na verdade, a maioria já nada em informações de fontes internas e externas. A questão está em o que fazer com eles. As organizações devem encontrar uma maneira de analisá-los para que façam sentido. Assim, é possível encontrar os pontos mais relevantes para apoiar decisões de vendas e gerar os melhores resultados.

Aqui estão cinco máximas percebidas por quem tem tido sucesso com análise de dados:

1. Conhecer seus clientes leva tempo – Com menos tempo para reuniões presenciais, clientes e prospects muitas vezes se comunicam com fornecedores por canais de autoatendimento. Manter essa troca de informações em uma única plataforma é fundamental para a compreensão das necessidades dos clientes e das oportunidades que eles apresentam. Com ferramentas desses canais, os representantes de vendas podem rápida e facilmente fazer suas próprias pesquisas. A velocidade de resposta e a percepção das necessidades do parceiro permitem uma abordagem mais sofisticada de vendas em um ciclo mais curto.

2. Você não sabe o que você não sabe – Com grandes investimentos em plataformas de CRM, como o Salesforce.com, há uma infinidade de conhecimento disponível sobre os clientes e prospects. Infelizmente, esses bancos de dados são, muitas vezes, tão grandes que a equipe de vendas não consegue encontrar as informações necessárias. Em muitas situações, eles nem sequer sabem o que procurar. Ferramentas de business intelligence podem explorar essas bases de dados e consolidá-los de um jeito fácil de navegar, permitindo que a equipe de vendas explore, descubra e se beneficie disso.

3. Previsões de vendas devem ser precisas – Dados de pipeline de vendas mal inseridos e capacidade analítica insuficiente dentro das plataformas de CRM são as duas maiores causas de imprecisões de previsão e metas de vendas perdidas. Plataformas de BI permitem o gerenciamento de vendas para descobrir riscos e oportunidades através de análises hipotéticas, acrescentando valor aos conhecimentos tradicionais, como a previsão e análise do orçamento. Ao interagir com os dados por conta própria, eles também são capazes de capturar inconsistências e erros mais facilmente.

4. Se você hesitar, pode ser tarde demais – A partir de dados exatos e do conhecimento do cenário completo apresentado pelo prospect ou cliente, é possível tomar decisões rápidas. Isso fornece suporte para os canais e representantes de negócio que mais necessitam.

5. Os fatos não mentem – É preciso capacitar os representantes de vendas com soluções de BI self-service. Como resultado, eles são capazes de identificar as tendências e dificuldades das contas, o que aumenta a qualidade de atendimento, taxas de conversão e ajuda o setor a conduzir melhor a produtividade das vendas.

No mercado competitivo de hoje, líderes de vendas não podem se dar ao luxo de ignorar o valor dos seus dados. Organizações que adotam soluções de análise têm percebido em primeira mão o vínculo entre a análise e o desempenho de vendas. Os melhores representantes de vendas se destacam e se colocam à frente, permitindo que seus times tenham acesso aos dados para encontrar informações importantes que ajudem a gerar mais receita.

FONTE: CorpTV