terça-feira, 17 de maio de 2016

Três mitos da TI híbrida que precisam ser derrubados


Autor: Kong Yang

Estamos em meio a uma mudança que acontece uma vez a cada década no panorama tecnológico.
Os especialistas do setor antecipam um crescimento anual de 44% nas cargas de trabalho baseadas na nuvem nos próximos anos, e espera-se um crescimento de 19% ao ano no mercado de infraestrutura de nuvem nos próximos dois anos. Apesar desse crescimento explosivo, a maioria das empresas e dos profissionais de TI reconheceram que a nuvem pode ser para todos, mas não para tudo.

Na verdade, uma recente pesquisa da SolarWinds concluiu que somente 15% dos profissionais de TI brasileiros afirmam que suas organizações não migraram pelo menos parte da infraestrutura para a nuvem, mas 64% alegam ser improvável que toda a sua infraestrutura chegue a ser passada para a nuvem.

O meio-termo, uma estratégia conhecida como TI híbrida (migrar alguns dos serviços de TI para a nuvem, mantendo alguns serviços críticos localmente), oferece às organizações o melhor de ambas as alternativas, sendo considerado o futuro da TI. Contudo, ainda existem muitos conceitos errôneos e preocupações com relação à sua operação. Desmascaramos aqui alguns dos mitos mais prevalentes sobre a TI híbrida.

Mito 1: A nuvem não proporciona o mesmo nível de desempenho e disponibilidade que a infraestrutura local.

Existe, certamente, um elemento de verdade mas, como a maioria dos mitos, ele deve ser esclarecido. Alguns anos atrás, quando a computação em nuvem acabava de decolar, o desempenho consistente e a disponibilidade confiável eram considerados verdadeiros obstáculos à adoção.

Mas com o amadurecimento natural da tecnologias e a introdução de ferramentas importantes de monitoramento, gerenciamento e ajuste do desempenho da nuvem, as organizações podem ficar tranquilas, sabendo que a nuvem pode atender aos requisitos de desempenho e disponibilidade, mesmo de alguns dos aplicativos mais exigentes.

Vamos tomar o armazenamento na nuvem como exemplo: há alguns anos, os sistemas de armazenamento compartilhado na nuvem apresentavam um desempenho muito imprevisível, o que às vezes implicava em uma grande desaceleração. No entanto, a arquitetura dos sistemas de armazenamento na nuvem de hoje, com frequência baseada em unidades SSD, instâncias otimizadas para armazenamento e opções com desempenho garantido, oferece até 48 mil IOPS, um desempenho mais do que suficiente para atender às necessidades de processamento da maioria das organizações.

E, embora há alguns anos interrupções e tempo de inatividade na nuvem fossem de fato algo corriqueiro, os SLAs dos provedores de nuvem de hoje, combinados com a simplicidade de definir réplicas, sistemas em espera e a durabilidade dos dados armazenados na nuvem, costumam superar o que os departamentos de TI podem fornecer com um sistema médio local.

Apesar de tudo isso, no final das contas, os profissionais de TI ainda são, em última análise, os responsáveis pelo desempenho e a disponibilidade em geral. Portanto, é importante monitorar a contenção de recursos e os congestionamentos, bem como provisionar estrategicamente as cargas de trabalho usando ferramentas abrangentes de gerenciamento de desempenho que proporcionem visibilidade e permitam a disponibilidade em toda a pilha de aplicativos.

Mito 2: É muito caro migrar para um ambiente híbrido.
Em alguns aspectos, a nuvem pode parecer proibitiva em termos de custos, mas o oposto costuma ser verdadeiro. A flexibilidade que a TI híbrida proporciona oferece às organizações a capacidade de considerar as necessidades de recursos, segurança e desempenho de cada carga de trabalho, entre outras coisas, antes de decidir se ela é adequada à nuvem ou se deve permanecer local.

Além disso, a nuvem pública também proporciona economia de escala, ou seja, as organizações podem comprar serviços ou infraestrutura de nuvem sob demanda somente quando necessário, em vez de gastar seu capital em hardware físico que pode fornecer mais espaço do que a organização de fato usa.

Se o custo for uma preocupação relevante para a organização, ela deve conduzir uma análise criteriosa não apenas das estruturas de preços nos SLAs dos provedores de nuvem, mas também valer-se de ferramentas de monitoramento e gerenciamento para rastrear métricas de alocação e uso das cargas de trabalho do hardware existente nas instalações.

O desperdício nos gastos com infraestrutura do departamento de TI pode chegar a 50% como resultado de planejamento impreciso da capacidade, provisionamento excessivo, recursos zumbis e devoradores de recursos. Em última análise, o posicionamento estratégico de dados na nuvem e o trabalho em parceria com os provedores de serviços de nuvem, bem como a manutenção simultânea de alguns dados locais, resultam em uma estratégia de TI mais econômica e eficiente, que se alinha melhor às necessidades da empresa.

Mito 3: A nuvem elimina a governança e compromete nossa segurança.
Este mito certamente persistiu nos primórdios da computação em nuvem, quando as ofertas eram menos personalizáveis e os departamentos de TI tinham pouco controle sobre o gerenciamento ou a visibilidade.

No entanto, ainda que a migração de aplicativos e cargas de trabalho efetivamente abra mão de algum controle, especialmente da manutenção no dia a dia, as organizações de hoje têm mais liberdade de construir as soluções de que precisam, à medida que os provedores de nuvem continuam a reduzir as barreiras ao consumo de serviços de nuvem.

Isso não significa que os profissionais de TI não devam fazer uma auditoria antes de passar tarefas ou dados específicos para um provedor de nuvem. Além de evitar surpresas com taxas suplementares, esse exercício ajuda a entender mais minuciosamente o provedor escolhido, o que inclui estar a par de novos serviços e capacidades, entender os SLAs, analisar sua arquitetura recomendada e estar bastante ciente de manutenções programadas que possam ter algum impacto.

Com isso, as organizações podem começar a aproveitar os benefícios do uso de uma solução de nuvem pública, como facilidade de uso, uma grande variedade de serviços testados por engenheiros e com garantia de qualidade e eficiência de custos.

Logicamente, sempre que a governança de dados é mencionada, preocupações quanto à segurança e à conformidade não ficam muito atrás. É verdade que essas devem sempre ser considerações prioritárias (segurança nunca é demais), mas também é importante perceber que a infraestrutura e/ou a localização dos dados têm muito menos importância do que a acessibilidade.

Na verdade, qualquer coisa que possa ser acessada externamente – sejam servidores na sala de servidores ou na nuvem – tem a mesma probabilidade de ser invadida. Não são apenas as estatísticas que demonstram que a nuvem oferece uma taxa mais baixa de violações, mas também as manchetes: ocorreram muito poucas violações de alta exposição na nuvem pública, enquanto as violações que envolvem dados nas próprias instalações continuam crescendo.

Vale lembrar que muitos dos provedores de maior porte já implementam programas de conformidade para algumas das políticas mais rigorosas, o que inclui HIPAA, PCI DSS, FEDRAMP, SOX e muitas outras.

Para garantir que os dados estejam devidamente protegidos na nuvem, as organizações de TI devem ter muita clareza quanto à sua prioridade na atenuação de riscos, às regulamentações de segurança corporativa que precisam ser seguidas e às certificações de conformidade que devem ser obtidas, pensando em cada carga de trabalho específica.

A partir daí, elas podem trabalhar com o provedor de nuvem para criar um plano que atenda a todos os requisitos da carga de trabalho e mantenha os dados tão seguros, senão mais seguros, do que se estivessem enfurnados no fim do corredor.

Conclusão

Embora a TI híbrida seja considerada o futuro da TI – ou realidade para a maioria das empresas – a decisão de migrar parte da infraestrutura existente para a nuvem não deve ser subestimada. Os profissionais de TI devem refletir sobre quais sistemas, bancos de dados e aplicativos são mais adequados às instalações e quais podem ser removidos do data center para que possam aproveitar melhor as vantagens da TI híbrida.


Mas no mínimo, considerando a maturidade do mercado de nuvem atual e as ferramentas disponíveis tanto dos provedores quanto de fornecedores terceirizados para gerenciar e monitorar melhor sistemas e aplicativos, a capacidade da nuvem de atender às preocupações com desempenho, custo, governança e segurança não devem ser subestimadas com base em hipóteses antiquadas.

FONTE: CorpTV

9 boas práticas para a arquitetura de TI em negócios digitais


Autor: Marcelo Ramos

O cenário de digitalização dos negócios está forçando as empresas a repensarem suas culturas para garantir que o cliente esteja no centro da estratégia. Com isso, o departamento de TI passa a ter papel importante em gerenciar sistemas legados e integrá-los a inovações que permitam que o cliente tenha uma experiência ágil, constante e multicanal. Mas para alcançar esses objetivos, a arquitetura de TI também deve ser revista. Abaixo estão nove boas práticas para empresas que estão trilhando o caminho em direção aos negócios digitais.

1- Promova a inovação em toda a empresa, mantendo a responsabilidade pela proteção dos dados. Assegure a transparência, sem comprometer a segurança corporativa e conformidade com regulações, por meio da implementação de controle de acesso a APIs.

2- Garanta a integração com serviços de nuvem, disponibilizando serviços de TI comuns para os desenvolvedores. Implemente uma camada de integração centrada em API para a troca de dados com a nuvem e garanta que os serviços de identidade existentes sejam estendidos para novas aplicações em nuvem.

3- Saiba como os dados e serviços estão sendo acessados ​​dentro e fora da empresa. Use sua plataforma API como um ponto central para governar o fluxo de todos os dados de e para os aplicativos em nuvem e mobile, entre as aplicações de negócios, com parceiros, e em todos os serviços voltados para o cliente.

4- Organize ferramentas e processos para passar pela temida auditoria de TI ou de segurança. Use plataformas de gestão de APIs para manter informações irrefutáveis ​​e acionáveis ​​sobre interações com serviços de TI, aplicações na nuvem e mobile. Mantenha todas as APIs seguras contra ataque. Introduza medidas de segurança adicionais (REST e SOAP) para garantir que a camada de controle de serviço API não seja comprometida e bloqueie ataques comuns.

5- Garanta que os requerimentos de nível de serviço sejam atendidos tanto para negócios internos quanto para parceiros e clientes externos. Permita que os usuários técnicos e de negócios meçam, monitorem e ajam de acordo com mudanças no desempenho ou a demanda.

6- Pense em segurança como um recurso (em vez de uma barreira) que abre janelas para acesso móvel, integração de nuvem e colaboração de parceiros.

7- Use infra-estrutura de gerenciamento de identidade, junto com padrões de identidade específicos (OAuth, por exemplo) para permitir o acesso seguro para APIs.

8- Dissocie a exposição de serviços da aplicação de políticas. Ofereça aos desenvolvedores de API um conjunto de regras de política padrão e reutilizáveis ​​que possam ser facilmente aplicados a microsserviços que representam as necessidades específicas de uma determinada aplicação.

9- Proteja os serviços de back-end de padrões de tráfego incomum. Defina limites e expectativas apropriadas para os serviços de API e seus consumidores para gerenciar as expectativas de escala e de trânsito, e também para proteger os serviços de back-end de atividade maliciosa ou picos incomuns.


Por fim, o conhecimento da arquitetura de TI e seu potencial é essencial para o sucesso da estratégia digital, e as qualidades do arquiteto de TI, como visão geral dos negócios e a capacidade de lidar com a interação entre o sistemas novos e legado de uma empresa, decisivas para que a inovação seja absorvida em todos os departamentos.

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Anatel determina regras para limite de dados em Internet fixa


A Superintendência de Relações com os Consumidores da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publica hoje no Diário Oficial da União um despacho impedindo as operadoras de telefonia de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar por tráfego excedente após o término da franquia da banda larga fixa, até que sejam cumpridas algumas exigências, como a disponibilidade de ferramentas para que os consumidores possam acompanhar o consumo do serviço; identificar seu perfil de consumo; obter o histórico detalhado de sua utilização; receber notificação quanto à proximidade do esgotamento da franquia; e ter a possibilidade de comparar preços.

A medida cautelar vale inclusive para as operadoras que já tenham embutido a franquia nos contratos. A agência também determinou que as franquias sejam informadas com o mesmo destaque dos demais itens da oferta, tais como preço e velocidade.

As franquias só poderão ser adotadas 90 dias depois que a Anatel verificar a correta aplicação das condições impostas no despacho.

O não cumprimento da determinação acarreta multa diária de mil reais.

Veja a íntegra da publicação no Diário Oficial da União.

A SUPERINTENDENTE DE RELAÇÕES COM CONSUMIDORES DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelos arts. 52 e 242, XII, do Regimento Interno da ANATEL, aprovado pela Resolução nº 612, de 29 de abril de 2013, e considerando:

- a relevância do acesso à Internet para os cidadãos e para o desenvolvimento do País, com base no art. 4º da Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014;

- o dever dos fornecedores de prestar informação clara e ostensiva aos consumidores a respeito das diversas condições de prestação dos serviços contratados, especialmente sobre possíveis limitações ou restrições relativas a aspectos qualitativos e quantitativos de bens e serviços que são objeto da relação de consumo, conforme

arts. 6º, III, 31 e 36 do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990);
- a norma do art. 63 da Resolução nº 614, de 28 de maio de 2013, que aprovou o Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia - SCM, que prevê a faculdade de instituição de franquia de consumo, a qual, se houver, poderá ensejar pagamento adicional pelo consumo excedente ou redução da velocidade contratada;

- que, a despeito da faculdade prevista no art. 63 do Regulamento do SCM, é fato notório que se consolidou a prática de não aplicação da franquia de dados, ainda que eventualmente prevista em contrato, moldando assim os próprios hábitos de fruição do serviço pelo consumidor;

- que as práticas atuais do mercado de banda larga fixa permitem inferir que o consumidor não está habituado com a mensuração de consumo baseada em volume de dados trafegados e não adquiriu o hábito de utilizar-se de ferramentas de acompanhamento desta volumetria;

- os arts. 22, inciso VIII, e 80, da Resolução nº 632, de 7 de março de 2014, que instituiu o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações - RGC, que confere ao consumidor o direito à ferramenta que lhe permita o efetivo acompanhamento de seu consumo de volume de dados trafegados, bem como o direito de ser avisado sobre a proximidade do esgotamento da franquia contratada;

- a anunciada mudança de prática comercial quanto à franquia de dados, que poderá comprometer o direito do consumidor de contar com período mínimo de 3 (três) meses para que possa identificar seu perfil de consumo, conforme também assegurado pelo art. 22, inciso IX, do RGC;

- que a Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, no âmbito de sua atuação regulatória, tem o dever de adotar as medidas necessárias para reprimir possíveis infrações aos direitos dos consumidores, o que implica a possibilidade de exercer essa prerrogativa por meio de medida cautelar, sem prévia manifestação do interessado (arts. 19, inciso XVIII, e 175, parágrafo único, da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, art. 45 da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, e art. 52 do Regimento Interno da Anatel, aprovado pela Resolução nº 612, de 29 de abril de 2013);

- que a ANATEL acompanha permanentemente a evolução do mercado e suas práticas de modo a tutelar o interesse dos consumidores, o que impõe a adoção de cautelas necessárias à efetivação de seus direitos, em cumprimento aos arts. 2º, 3º e 19, inciso XVIII, da Lei nº 9.472/1997, independentemente de provocação de entes públicos ou privados, decide:

Art. 1º DETERMINAR, cautelarmente, que as empresas Al- gar Telecom S.A. (CNPJ nº 71.208.516/0001-74), Brasil Telecomunicações S.A. (CNPJ nº 01.236.881/0001-07), Cabo Serviços de Telecomunicações Ltda (CNPJ nº 02.952.192/0001-61), Claro S.A. (CNPJ nº 40.432.544/0001-47), Global Village Telecom Ltda (CNPJ nº 03.420.926/0001-24), OI Móvel S.A. (CNPJ nº 05.423.963/0001- 11), Sky Serviços de Banda Larga Ltda (CNPJ nº 497.373/0001-10), Telefônica Brasil S.A. (02.558.157/0001-62), Telemar Norte Leste S.A. (CNPJ nº 33.000.118/0001-79), TIM Celular S.A. ( CNPJ nº 04.206.050/0001-80), Sercomtel S.A Telecomunicações (CNPJ nº 01.371.416/0001-89), OI S.A. (CNPJ nº 76.535.764/0001-43 se abstenham de adotar, no âmbito das ofertas comerciais do Serviço de Comunicação Multimídia - SCM (banda larga fixa), práticas de redução de velocidade, suspensão de serviço ou de cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia, ainda que tais ações encontrem previsão em contrato de adesão ou em plano de serviço, até o cumprimento cumulativo das seguintes condições:

I - comprovar, perante a Agência, a colocação ao dispor dos consumidores, de forma efetiva e adequada, de ferramentas que, nos termos dos arts. 22, V, VIII e IX, 44, 62 e 80, do RGC, permitam, de modo funcional e adequado ao nível de vulnerabilidade técnica e econômica dos usuários:

- o acompanhamento do consumo do serviço;

- a identificação do perfil de consumo;

- a obtenção do histórico detalhado de sua utilização;

- a notificação quanto à proximidade do esgotamento da fran- quia; e

- a possibilidade de se comparar preços.

II - informar ao consumidor, por meio de documento de cobrança e outro meio eletrônico de comunicação, sobre a existência e a disponibilidade das ferramentas referidas no inciso I;

III - explicitar, em sua oferta e nos meios de propaganda e de publicidade, a existência e o volume de eventual franquia nos mesmos termos e com mesmo destaque dado aos demais elementos essenciais da oferta, como a velocidade de conexão e o preço;

IV - emitir instruções a seus empregados e agentes credenciados envolvidos no atendimento em lojas físicas e demais canais de atendimento para que os consumidores sejam previamente informados sobre esses termos e condições antes de contratar ou aditar contratos de prestação de Serviço de Comunicação Multimídia, ainda que contratados conjuntamente com outros serviços.

Parágrafo único. As práticas referidas no caput somente poderão ser adotadas após 90 (noventa) dias da publicação de ato da Superintendência que reconheça o cumprimento das condições fixadas no presente artigo.


Art. 2º. FIXAR multa diária de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) por descumprimento da presente determinação, até o limite de R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).

FONTE: CorpTV

terça-feira, 29 de março de 2016

Futuro do Data Center está no software


O Gartner estima que o Data Center Definido por Software (SDDC) será cada vez mais relevante para a evolução dos negócios digitais, embora não se aplique a todas as organizações de TI atualmente. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016, que acontecerá nos dias 4 e 5 de abril, em São Paulo (Segunda e Terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

"Os líderes de Infraestrutura e Operações (I&O) precisam entender o cenário dos negócios, os melhores casos de uso e os riscos de um SDDC. Devido à sua imaturidade atual, o SDDC é mais adequado para empresas visionárias com conhecimentos avançados em engenharia e arquitetura de I&O" afirma Dave Russell, Vice-Presidente e Analista do Gartner.

O SDDC é um Data Center no qual toda a infraestrutura é virtualizada e entregue como um "serviço". Isso permite o aumento dos níveis de automação e flexibilidade para sustentar a agilidade dos negócios por meio da adoção crescente de serviços em Nuvem, além de abordagens modernas de TI como DevOps. Hoje, a maioria das empresas ainda não está pronta para iniciar o processo de adoção e, por isso, deve proceder com cautela.

Até 2020, o SDDC será considerado um requisito para 75% das 2.000 empresas globais que envolvidas na implementação da abordagem DevOps e do modelo de Nuvem híbrida.

"Os líderes de Infraestrutura e Operações não podem simplesmente comprar um SDDC pré-fabricado de um fornecedor. Primeiro, eles precisam entender por que precisam disso para o seu negócio para então implementar, orquestrar e integrar inúmeras partes, provavelmente de fornecedores diferentes", diz o analista do Gartner. Além de todo o trabalho de implementação, são necessárias novas competências e uma mudança cultural na empresa de TI para garantir que essa abordagem forneça resultados para os negócios.

O Gartner recomenda que os líderes de I&O tenham uma visão realista das ameaças e benefícios e façam planos para atenuar os principais riscos de uma falha no projeto SDDC.

Avaliação de competências e cultura

A simples mudança de uma infraestrutura antiga para um conjunto de produtos definido por software é questionável quanto à geração de benefícios. Antes que uma atividade seja automatizada e um autoatendimento seja implementado, o processo, associado com o serviço de TI, precisa ser completamente repensado e otimizado. Isso pode exigir novas competências e uma cultura diferente do que atualmente está disponível dentro de certas empresas de TI. "Um processo quebrado ainda é um processo quebrado, não importa o quão bem ele seja automatizado. É preciso construir as competências adequadas nas empresas, permitindo que os arquitetos de infraestrutura superior experimentem a infraestrutura de Nuvem pública em pequenos projetos, assim como dando a oportunidade a eles de sair e aprender o que seus colegas em outras empresas e visionários estão fazendo" afirma Dave Russell, Vice-Presidente e Analista do Gartner.

Saber a hora certa

A hora certa para mudar para um SDDC pode estar a anos de distância para algumas empresas, mas para muitas ela virá mais cedo do que seus preparativos permitem. "O primeiro passo é entender os conceitos fundamentais do SDDC. Assim, os líderes de Infraestrutura e Operações poderão examinar as soluções disponíveis começando com um componente, processo ou domínio definido por software do qual podem se beneficiar. A etapa final é planejar um roteiro para a implementação completa se e quando as soluções SDDC forem adequadas", diz o analista do Gartner.

Além disso, líderes de Infraestrutura e Operações devem perceber que a tecnologia ainda é inicial. Mesmo as áreas definidas por software mais estabelecidas como networking e armazenamento ainda estão tomando forma e experimentando estágios iniciais de níveis de adoção. A implementação em fases é recomendada, uma vez que for estabelecido que as soluções no mercado fornecem funcionalidade, interoperabilidade e histórico de implementação de produção viável comprovada. "O armazenamento pode ser o ponto de partida determinante, já que os recursos muitas vezes se destacam diante das soluções tradicionais", afirma Russell.

Cuidado com o aprisionamento tecnológico

Padrões de código-fonte aberto ou uma plataforma de gestão em Nuvem podem ajudar as empresas de TI a reduzir a restrição tecnológica, mas isso não pode ser eliminado por completo. Também não existem padrões universais para as infraestruturas de Aplicações de Interface de Programação (APIs), então adotar e codificar uma API específica resulta em um grau de restrição. É vital entender as compensações no trabalho e os custos de migração ou de saída ao escolher fornecedores e tecnologias.

"É preciso reconhecer que a adoção de um SDDC significa a negociação de uma restrição em hardware por uma restrição em software. Escolha o tipo mais apropriado de forma consciente e com todos os fatos em mão", diz o analista do Gartner.

Até dia 4 de março, a Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center está com desconto de R$ 475,00. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-7441440, ou pelo site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

Anote em sua agenda

Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center
Data: 4 e 5 de Abril de 2016 (Segunda e Terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

Sobre a Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center


A Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016 ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços fundamentais confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar novas oportunidades para otimização de valor e do custo de TI, equilíbrio entre riscos e oportunidades na Nuvem e como manter a excelência em operações de TI em um mundo de mudanças constantes. Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 16 de março de 2016

5 formas de usar a TV corporativa para otimizar a comunicação interna dentro da sua empresa


A TV Corporativa é a forma mais interativa de estabelecer um canal de comunicação eficiente com os colaboradores da sua empresa. Além de ser interessante para os próprios funcionários, que passam a contar com toda a dinâmica oferecida por essa interatividade, os custos são reduzidos e é possível ser ágil e eficiente para transmitir o que se tem a dizer ao seu time. Pensando nisso, separamos 5 maneiras diferentes de usar a TV Corporativa dentro da sua empresa e seus respectivos benefícios para seu negócio. Confira:

Divulgação de várias informações em um só meio

Com a TV Corporativa você não tem gastos desnecessários como com papel e impressão para produzir um jornalzinho empresarial, por exemplo. Você consegue usar o meio digital para reproduzir qualquer tipo de informação e pode mudá-la sempre que precisar. Tenha em mente que essa é uma ótima economia e uma forma mais integrada e interativa de estar sempre próximo dos seus funcionários.

Exibição de diversos conteúdos simultaneamente

Com a TV Corporativa é você quem define a programação e pode até dividir as telas em mais de um bloco. Assim, você pode transmitir conteúdos diferentes ao mesmo tempo – assim como alternar ou mesclar imagens, textos, infográficos e vídeos. Isso pode ser usado para complementar uma mensagem institucional com alguma notícia externa, por exemplo. Vale lembrar que, dessa forma, você terá total controle do que é transmitido dentro da sua empresa.

Treinamentos e disseminação de conhecimento

Você pode usar as telas da TV Corporativa não só para a comunicação interna, mas pode transmitir também conteúdo voltado para o treinamento e para ampliar os conhecimentos da sua equipe. Vale lembrar que essa é uma forma rápida e inteligente de formar – e capacitar – uma equipe cada vez mais preparada para trabalhar em nome da sua empresa.

Apresentação de material institucional

Através da TV interna você também pode transmitir todo conteúdo institucional produzido pela sua empresa. Seja através de vídeos institucionais, entrevistas ou depoimentos dos representantes da companhia ou até campanhas publicitárias – visando unificar a comunicação interna com a que será divulgada no mercado. Isso é uma ótima maneira de reforçar o posicionamento da empresa diante dos seus colaboradores.

Venda de espaços publicitários para os parceiros

Além de tudo, você também pode oferecer espaços publicitários dentro das TV Corporativa para alguns parceiros. É possível, por exemplo, firmar parcerias com restaurantes próximos, salões de beleza, academias e qualquer outro anunciante interessado em falar com os seus colaboradores.


Agora você conhece várias possibilidades para usar a TV Corporativa em sua empresa, certo? Mas lembre-se que o mais importante é o fato de que, através dela, a sua comunicação se tornará mais moderna, dinâmica e interativa. Este tipo de ação é bem mais atraente para o público e você terá um canal de comunicação muito mais eficaz junto aos seus funcionários.

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 14 de março de 2016

Dicas de conteúdo para trabalhar na sua TV Corporativa


Seja em momentos de prosperidade, ou para conseguir passar mais tranquilamente por crises e outros momentos mais críticos, a comunicação com os funcionários é essencial e traz diversos benefícios, como diminuir a rotatividade de colaboradores, criar uma cultura forte dentro da empresa, facilitar o fluxo de informações importantes e muitos outros.

Hoje, graças às diversas tecnologias disponíveis no mercado, existem muitas possibilidades para que a empresa, representada pelo Presidente, Marketing, ou RH, estabeleça uma comunicação efetiva com seus funcionários. Ninguém precisa mais ficar preso aos meios tradicionais como jornais de papel ou newletters e é possível usar estratégias muito mais efetivas e com custos muito menores.

Os vídeos online, por exemplo, são uma tendência nesse tipo de comunicação e seus benefícios, como ampliação de engajamento, redução de custos e facilidade já foram comprovados. Segundo experts da área, em 2015 os vídeos online já correspondem a 57% do tráfego de internet das pessoas, sendo o equivalente a quase 4x o tráfego de buscas e email juntos. Em 2017, esse número tende a aumentar para 67%.

Além do mais, vídeos aumentam a sensação de proximidade dos espectadores com o transmissor da mensagem e, ao contrário do que muitos pensam, são extremamente fáceis de produzir e distribuir, principalmente se você usa uma plataforma profissional de vídeos, que te dará dados detalhados sobre sua audiência e ainda garantirá a segurança de seus conteúdos.

Sendo assim, uma TV Corporativa pode ser o mais indicado para sua empresa e a opção ideal para centralizar seu conteúdo, colher feedbacks dos funcionários, oferecer treinamentos, distribuir informações e manter seus funcionários e colaboradores engajados com sua empresa.

Já pensou em adotar essa estratégia em sua corporação, mas fica em dúvida sobre o tipo de conteúdo que poderia abordar e como a produção dele seria feita? Então a gente tem algumas dicas de conteúdo para trabalhar na sua TV Corporativa. É só continuar lendo!

A possibilidade de oferecer treinamentos é uma das partes mais vantajosas de se ter uma TV Corporativa em sua empresa. Usando os vídeos online, você mantém seus funcionários sempre capacitados, em sintonia com o que há de mais inovador no mercado e na área de atuação de sua empresa, e ainda mostra que se preocupa com cada colaborador e com sua qualificação.

Além do mais, oferecendo treinamentos online, você ainda consegue reduzir seus custos com deslocamento, hospedagem, espaços físicos e materiais, e também oferece mais flexibilidade para que seu funcionário estude no horário que achar mais adequado e sem prejudicar sua rotina na empresa.

Oferecer um treinamento através da sua TV Corporativa não é nada complicado. Basta escolher um tema, achar o palestrante ideal, que pode ser até mesmo um especialista da sua empresa, planejar o conteúdo, e fazer o vídeo, que pode ser transmitido ao vivo em um horário pré-estabelecido, ou gravado para ser disponibilizado para que os funcionários assistam quando acharem mais conveniente.

> Comunicados e Incentivos

Um setor que também pode tirar grandes vantagens do uso de uma TV Corporativa, é o RH da empresa.

Responsável por pontos importantes como a motivação dos funcionários, comunicação de informações relevantes sobre o cotidiano da empresa e transmissão de feedbacks, o setor de Recursos Humanos precisa estar sempre conectado com os funcionários e a TV Corporativa pode facilitar bastante esse processo.

Através desse canal e dos vídeos online, o RH pode executar suas tarefas de forma muito mais dinâmica e, através dos dados de consumo dos vídeos, garantir que os funcionários estão engajados com o conteúdo e fazendo bom uso dele.

Além do mais, a TV Corporativa pode dinamizar a transmissão de informações relevantes, como comunicados internos, anúncios de eventos, feriados, reforço de regras e também parabenizações ou mudanças na empresa.

Basta fazer um planejamento de conteúdo semanal ou mensal, de acordo com as necessidades do setor, produzir os vídeos e perceber como a empresa pode ficar muito mais unida, motivada e forte culturalmente.

> Palavra do Presidente

Uma das formas mais efetivas de fazer os funcionários se sentirem como parte fundamental da empresa, além de conseguir que eles sintam orgulho do local onde trabalham, é mostrar que eles são reconhecidos pela autoridade máxima dentro da organização.

Investir em conteúdos no formato “Palavra do Presidente” em sua TV Corporativa, pode ser uma ótima forma de motivar seus colaboradores e mantê-los atualizados sobre seus resultados e consequências de seu trabalho para a empresa.

Seja para oferecer uma palestra, mostrar resultados, parabenizar um time específico por seus esforços ou trabalhar a imagem da marca, a figura do Presidente, ou qualquer outra semelhante na empresa, é extremamente cativante e apenas sua aparição já demonstra uma enorme consideração e respeito por todos os colaboradores, uma vez que ele separou uma parte do seu tempo para aparecer no vídeo, planejar o conteúdo, e isso mostra o quanto ele considera esse contato importante.

Considere a disponibilidade de seu Presidente, as necessidades e o momento da sua empresa, planeje o conteúdo ou os treinamentos que ele pode oferecer, grave os vídeos e pronto! É simples e eficaz!

> Informações

Manter seus funcionários cientes do que acontece na empresa é um ponto importantíssimo e que pode, inclusive te salvar de crises e outras situações complicadas, como já mostramos aqui no blog. Sendo assim, que tal usar a TV Corporativa para repassar informações relevantes sobre a atual situação da empresa e poder contar com o apoio e dedicação de seus funcionários?

Um bom repasse de informações pode ajudar os líderes de equipe, e também cada funcionário individualmente, a potencializar o que vem dando certo e corrigir aquilo que está errado, e possibilita que todos busquem soluções a possíveis problemas da organização.

Além do mais, uma comunicação clara e de mão dupla, evita que hajam especulações sobre a atual situação da empresa e que os funcionários se sintam traídos e desconfiados.

Busque pessoas estratégicas de cada time, estabeleça uma frequência de repasses, peça para que eles divulguem informações relevantes, sejam elas positivas ou negativas, grave os vídeos e garanta que os funcionários estejam acessando esse conteúdo e tendo liberdade para dar respostas a ele também.


Essas são apenas algumas possibilidades de temas e questões que você pode trabalhar com vídeos online e uma TV Corporativa. Dependendo das necessidades e da realidade da sua empresa, muito mais pode ser explorado e os benefícios podem ser inestimáveis.

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 2 de março de 2016

TV Corporativa: Como implantar e revolucionar sua comunicação


Uma TV corporativa é uma excelente ferramenta de comunicação empresarial e, para começar esse artigo, gostaria de lhe fazer uma pergunta: Como você se comunica com seus colaboradores atualmente? Por email? Redes Sociais? Jornais impressos? Memorandos? Encontros e reuniões presenciais? E você acha que está fazendo isso da forma mais rápida, barata e eficiente? Bem.. se você utiliza apenas esses meios, provavelmente não.

Há muito tempo, usar avisos impressos e fixos em quadros informativos, nos corredores ou em qualquer outro lugar, era a forma mais eficiente de passar uma mensagem oficial para toda a empresa sem precisar abordar todos os funcionários, um de cada vez.

Com a chegada da internet, todo esse processo se tornou muito mais simples, rápido e ganhou mais recursos. Com apenas alguns cliques, era possível enviar comunicados para toda a empresa, e também para times e pessoas específicas sem gastar muito tempo, dinheiro e ter muito esforço ou gastos com impressão e distribuição dessas mensagens.

Porém, com o passar dos anos, a forma como as pessoas usam a internet foi se modificando e, gradativamente, os emails, textos e imagens estão cedendo lugar a uma ferramenta muito mais poderosa: os vídeos online.

Além de serem baratos, fáceis e rápidos de produzir, vídeos online são capazes de entregar sua mensagem de forma muito mais próxima e interativa, encurtando distâncias e se aproximando mais de uma relação pessoal real do que qualquer outro meio.

Hoje esse tipo de recurso é cada vez mais utilizado, está ganhando mais espaço na internet e na preferência das pessoas, e tem se mostrado eficiente para diversos objetivos dentro das empresas, com uma produção cada vez maior.

Portanto, criar uma forma de centralizar todo conteúdo em vídeo produzido é extremamente importante e pode ser um diferencial estratégico para sua empresa. E a melhor forma de fazer isso é criando um canal especializado, ou seja, uma TV Corporativa.

Se você ainda tem dúvidas sobre o que é uma TV Corporativa, como ela funciona e quais os benefícios e diferenciais que ela pode trazer para sua empresa, é só continuar lendo o texto! Vamos contar tudo para você, começando por:

O QUE É UMA TV CORPORATIVA

A TV Corporativa é uma tecnologia criada especialmente para facilitar a comunicação empresarial, seja entre colaboradores, entre empresa e fornecedores, ou até mesmo com clientes. Resumindo, ela nada mais é do que um canal de comunicação exclusivo em que a empresa pode divulgar informações internas ou externas para colaboradores e comunidade.

Em um primeiro momento, a TV Corporativa se resumia ao uso de televisores espalhados em locais estratégicos de escritórios e unidades das empresas, normalmente onde havia (com grande circulação e concentração de equipes e pessoas, e estes ficavam exibindo informações programadas, como dados do próprio negócio, informações da área ou até mesmo conteúdo mais voltado ao entretenimento, como previsão do tempo e notícias do mundo.

Porém, o investimento nesses televisores, principalmente em empresas com um espaço físico maior e colaboradores mais dispersos, acabava sendo grande demais e impedia que o projeto fosse realizado de maneira plena e bem sucedida.

Felizmente, com a evolução da internet, a tecnologia foi integrada com a web e também permite que os colaboradores de uma empresa tenham acesso aos mesmos conteúdos da TV corporativa diretamente de seus desktops e outros gadgets populares como smartphones e tablets.

Afinal, por que gastar tanto com televisores grandes e fixos, quando você pode exibir as mesmas informações em dispositivos que seus funcionários já tem?

Não que eles tenham deixado de fazer parte da estratégia. Os televisores ainda são utilizados, mas de forma reduzida, apenas em pontos estratégicos como salas comuns e de reunião, por exemplo.

OS BENEFÍCIOS DE TER UMA TV CORPORATIVA EM SUA EMPRESA

Quando se trata de comunicação empresarial, uma TV Corporativa pode trazer benefícios em diferentes níveis para o negócio em geral. Separamos alguns que vão te convencer do poder dessa ferramenta.

Aumento do engajamento e motivação

Investindo em uma comunicação clara e transparente com todos os colaboradores, através da TV corporativa, por exemplo, você faz com que eles se sintam mais pertencentes a empresa e abracem seus objetivos, processos e valores com mais facilidade.

Deixando toda a sua equipe a par do cenário da empresa, seus desafios e objetivos, você, mais do que mostrar que confia e se importa com os funcionários, os deixa confortáveis para abordar qualquer assunto com o RH ou outros setores e também para sugerir melhorias e trazer inovação para seu negócio.

Uma empresa que não se comunica com seus colaboradores sofre sérios riscos de que eles estejam insatisfeitos e acabem perdendo em produtividade, motivação e engajamento, e ainda abre brechas para que se espalhem boatos e reclamações que podem minar todo o negócio.

Redução de custos com treinamento e comunicação

Sabe-se que a educação corporativa é hoje um ponto importante para a estratégia de toda empresa e que, portanto, deve-se investir nisso de forma inteligente e contínua.

Porém, realizar treinamentos de forma tradicional, presencial, pode ser extremamente custoso. Primeiro, é preciso encontrar um dia em que todos estejam disponíveis e um horário que não vá interferir em seu trabalho, o que, por si só, já é uma missão quase impossível. Feito isso, é hora de escolher o local. Precisa ser um local que todos tenham fácil acesso, que comporte todas as pessoas e tenha equipamentos e estrutura adequadas para o treinamento. Se houver alguém em outras cidades, estados ou em outras unidades da empresa, é preciso arcar com deslocamento e, as vezes acomodação destas. Por fim, caso o treinamento seja mais extenso, é preciso incluir lanches, água e, em alguns casos, também almoço ou jantar para os colaboradores. Muito trabalho, não é mesmo?

Mas se você investir em uma TV Corporativa, pode reduzir bastante o trabalho – e os gastos – com esses treinamentos, sem perder em qualidade e eficácia. Como? Bem simples: Com um canal para centralizar seus conteúdos e essa facilidade de distribuição para diferentes dispositivos, você disponibiliza os treinamentos de forma online, para todos ou para equipes específicas, e então cada colaborador pode assistir onde quer que esteja e na hora que achar mais conveniente, com as possibilidades de ver partes específicas novamente, ver um pedaço de cada vez e etc.

Bem melhor, não é!? Mais um ponto facilitado pela TV Corporativa

Colaboradores mais bem preparados

Colaboradores que estão a par da realidade, das necessidades e dos problemas e pontos fortes de sua empresa, estarão mais bem preparados não só para lidar com eventuais problemas, como também para aproveitar oportunidades e trazer melhorias para o seu empreendimento.

Além do mais, funcionários bem treinados, que conheçam bem a empresa e seus processos no geral, estarão mais preparados para executar qualquer tipo de processo e também suas tarefas de forma mais rápida e eficiente, trazendo ganhos de produtividade que poderão se converter em ganhos financeiros também.

Portanto, este terceiro benefício é quase uma consequência dos dois primeiros e uma forte prova do quanto uma boa comunicação empresarial é importante e decisiva para seu sucesso e do quanto uma TV corporativa pode te ajudar.

Comunicação rápida, clara e descomplicada

Por vezes, apenas textos e imagens não são suficientes para suprir a demanda de uma empresa por comunicação interna. Alguns assuntos são complexos, urgentes ou delicados demais para serem abordados assim e é preciso utilizar uma forma mais pessoal e clara de comunicação, como através dos vídeos online.

Com a TV corporativa você transmite mensagens de maneira muito mais próxima de seus colaboradores e ainda faz com que elas sejam muito mais pessoais, diferente do que acontece com mensagens escritas, que parecem sempre distantes e frias.

Além do mais, com vídeos online você consegue gravar seus comunicados em qualquer ocasião, seja enquanto espera por um voo ou se desloca de táxi, e enviar para todos os colaboradores de forma rápida e sem perder na eficácia da mensagem.

Possibilidade de segmentação do conteúdo

A comunicação empresarial direcionada é capaz de fazer maravilhas por uma empresa. Somente enviando a mensagem certa para o destinatário certo a organização consegue alinhar diferentes públicos para que todos trabalhem em função dos mesmos objetivos do negócio.

Com uma TV Corporativa, você ganha infinitas possibilidades de segmentação do conteúdo e consegue trabalhar pontos diferentes em cada equipe, com um esforço mínimo e gerando resultados incríveis.

Os textos, imagens, vídeos e animações produzidos podem ser exibidos exclusivamente para uma equipe ou para toda a empresa e todo conteúdo também pode ser distribuído em função de outros fatores como localização dentro da empresa e suas diferentes unidades.

Isso contribui para o desenvolvimento de habilidades e competências específicas para cada perfil de público e faz com que cada colaborador receba conteúdo direcionado, relevante e de qualidade.

PLANEJANDO E IMPLANTANDO SUA TV CORPORATIVA

Mais do que apenas um novo investimento financeiro, uma TV Corporativa representa uma mudança em termos de cultura comunicacional e relacionamentos na sua empresa. Portanto, mais do que dinheiro, para sair do papel e ser um sucesso, esse projeto precisa de um planejamento minucioso e envolvimento principalmente das equipes de RH e Comunicação.

A implantação de uma TV Corporativa deve ser feita de forma estratégica, sempre aliada aos objetivos e necessidades comunicacionais da instituição.

Para que o projeto seja um sucesso, algumas dicas são valiosas e devem ser levadas em conta. Confira:

Capriche no diagnóstico

O primeiro passo do planejamento é a realização de um diagnóstico completo para compreender as necessidades de comunicação da empresa com o novo veículo. Nesse estudo é preciso levar em conta os públicos que serão atendidos pela TV corporativa, assim como sua satisfação com a comunicação interna e seus canais atuais.

Além disso, também vale verificar em que unidades da empresa o conteúdo será exibido e os níveis de segmentação necessários para atendimento a cada perfil de público.

Outros fatores a serem considerados nesse momento são as plataformas que os colaboradores poderão utilizar para ter acesso ao conteúdo (como TV, dispositivos mobile ou desktop) e as possíveis integrações internas e externas que irão ocorrer com o sistema (como sites de notícias externos, intranet, previsão do tempo, trânsito, indicadores financeiros, indicadores de desempenho, entre outros).

De forma geral, seu estudo deve responder as seguintes questões:

- Ter um canal para centralizar meu conteúdo é uma necessidade da empresa em termos comunicacionais e educacionais?

- As formas de comunicação que são adotadas atualmente estão insuficientes ou deixam a desejar em eficiência, praticidade e simplicidade?

- Cortar gastos com treinamento e desenvolvimento é um objetivo em curto prazo?

- Quais os tipos de colaboradores que eu quero impactar com a TV corporativa?

- De quantos televisores eu irei precisar e em quais lugares eles serão instalados, pensando de forma estratégica?

- O acesso a esses conteúdos poderá ser feito de outros dispositivos como tablets e smartphones?

- Qual tipo de conteúdo será prioritariamente trabalhado na programação da TV?

Respondendo-as, você já terá um panorama geral do cenário da sua empresa e uma ideia superficial de como a TV Corporativa vai ajudar.

Desenhe processos para sua TV Corporativa

Feito isso, o segundo passo é começar a entender como sua TV vai funcionar em termos de conteúdo, distribuição e, principalmente, gerenciamento.

Você já deve ter ouvido falar que receita que muita gente põe a mão, sempre desanda, e a regra é a mesma para a implantação da sua TV. Se você não tiver uma equipe adequada e alinhada para cuidar desse canal, sua TV corporativa pode acabar virando “terra de ninguém”, em que todos querem mandar um pouco, e acabar sendo um desastre total.

Portanto, o primeiro passo é escolher uma equipe responsável pela TV que, irá elaborar o projeto editorial da TV, determinando sua linguagem, tipo de abordagem, frequência de atualização do conteúdo, avaliar as informações que serão publicadas, assim como suas categorias e destaque na programação, e também realizar o contato com o resto da empresa, para colher feedbacks e sugestões de notícias e pautas relacionadas a equipes específicas.

Nessa etapa também é preciso começar a pensar na exibição desses conteúdos e em cada formato de publicação. Quando serão utilizados textos, imagens ou vídeos? Qual será a “cara da TV corporativa”?

Agora é hora de planejar essas questões, já pensando em sua execução, e também de estabelecer um layout, vinhetas, descansos de tela e todos os outros elementos que, apesar de parecerem secundários, são super importantes e farão parte da TV.

Avalie o modelo ideal de produção para sua TV CorporativaCom a programação planejada, é hora de partir para a produção dos conteúdos que irão integrar sua TV Corporativa.

Nesse ponto, é preciso levar em conta o tipo de conteúdo que você definiu e medir se sua empresa tem condições de produzí-lo internamente ou se irá precisar da ajuda de uma instituição parceira especializada.

Se sua empresa não tem grandes experiências com produção de conteúdo, seja em vídeo, em imagens ou em textos, e não tem condições de criar uma equipe especializada nisso, o ideal é que realmente se terceirize essa produção, afim de evitar prejuízos e materiais de baixa qualidade.

Porém, principalmente se tratando de conteúdos em vídeo, a produção desses materiais não é nada complicada e pode ser feita de maneira profissional utilizando-se equipamentos simples e acessíveis como um smartphone. Se você tiver tempo, disponibilidade e vontade de aprender, é altamente recomendável que estude um pouco sobre o assunto e faça você mesmo seus próprios conteúdos.

Por fim, com o material pronto, é preciso escolher a melhor plataforma para hospedar o seu conteúdo, levando em conta critérios como a segurança do conteúdo (protegendo-o contra acessos e downloads indevidos) e a disponibilidade dos vídeos em função do volume de acessos.

Defina indicadores

Outra dica fundamental na hora do planejamento é definir que indicadores serão utilizados para monitorar o desempenho da TV Corporativa junto ao público interno.

Quando ela está integrada à web, é possível monitorar indicadores como o número de visualizações e a retenção nas páginas. Em algumas plataformas, a empresa também pode conferir o nível de engajamento do público com base em número de curtidas, compartilhamentos e comentários nas áreas específicas para isso.

Caso a TV seja exibida somente em displays, ainda é possível realizar pesquisas tradicionais de forma periódica (uma vez a cada seis meses ou um ano, por exemplo) para monitorar o nível de satisfação dos funcionários com o veículo com base em critérios específicos — como a qualidade do conteúdo, a frequência de atualização, os formatos utilizados, entre outros.

Após levantar indicadores como esses, sua empresa poderá comparar o resultado de cada um deles com os de outros veículos de comunicação. Isso ajuda a calcular o retorno sobre o investimento na nova tecnologia e a traçar estratégias mais integradas de comunicação que levem em conta as especificidades de cada veículo.

Pratique a melhoria contínua em sua TV Corporativa

Após fazer tudo isso e observar o desempenho da TV corporativa no dia a dia do negócio, sua empresa já conta com diversas informações para embasar a tomada de decisão no futuro.

Com isso, após cada ciclo de mensuração dos indicadores, sua empresa deve promover a melhoria contínua por meio do desenvolvimento de planos de ação que listem as iniciativas voltadas para aprimorar a oferta de conteúdo para o público interno.

DICAS DE USO PARA SUA TV CORPORATIVA

Como explicamos no artigo, planejar o conteúdo que será trabalhado em sua TV é um dos passos mais importantes para que ela seja bem sucedida. Porém, quem ainda não tem muita afinidade com este meio e suas aplicações, pode ficar travado nessa parte, sem saber o que abordar com sua TV.

Por isso, nós iremos lhe dar algumas dicas de como você pode usar sua TV Corporativa em termos práticos, e, dessa forma, potencializar sua comunicação empresarial.

Ofereça treinamentos

A possibilidade de oferecer treinamentos é uma das partes mais vantajosas de se ter uma TV Corporativa em sua empresa. Usando os vídeos online, você mantém seus funcionários sempre capacitados, em sintonia com o que há de mais novo no mercado e na área de atuação de sua empresa, e ainda mostra que se preocupa com cada colaborador e com sua qualificação.

Além do mais, oferecendo treinamentos online, você ainda oferece mais flexibilidade para que seu funcionário estude no horário que achar mais adequado e sem prejudicar sua rotina na empresa.

Oferecer um treinamento através da sua TV Corporativa não é nada complicado. Basta escolher um tema, achar o palestrante ideal, que pode ser até mesmo um especialista da sua empresa, planejar o conteúdo, e fazer o vídeo, que pode ser transmitido ao vivo em um horário pré-estabelecido, ou gravado para ser disponibilizado para que os funcionários assistam quando acharem mais conveniente.

A frequência desses treinamentos pode variar de acordo com as necessidades da empresa como um todo ou de cada equipe e eles podem ser inseridos na programação da forma como você achar melhor.

Envie comunicados e incentivos

Responsável por pontos importantes como a motivação dos funcionários, comunicação de informações relevantes sobre o cotidiano da empresa e transmissão de feedbacks, o setor de Recursos Humanos precisa estar sempre conectado com os funcionários e a TV Corporativa pode facilitar bastante esse processo.

Através desse canal e dos vídeos online, o RH pode transmitir mensagens a toda a empresa ou equipes específicas de forma muito mais dinâmica e, através dos dados de consumo dos vídeos, garantir que os funcionários estão engajados com o conteúdo e fazendo bom uso dele.

Além do mais, a TV Corporativa pode dinamizar a transmissão de informações relevantes, como comunicados internos, anúncios de eventos, feriados, reforço de regras e também parabenizações ou mudanças na empresa.

Os conteúdos podem ser exibidos diária ou semanalmente, de acordo com as necessidades do setor e da empresa.

Crie um espaço para a “Palavra do Presidente” em sua TV corporativa

Uma das formas mais efetivas de fazer os funcionários se sentirem como parte fundamental da empresa, além de conseguir que eles sintam orgulho do local onde trabalham, é mostrar que eles são reconhecidos pela autoridade máxima dentro da organização.

Investir em conteúdos no formato “Palavra do Presidente” em sua TV Corporativa, pode ser uma ótima forma de motivar seus colaboradores e mantê-los atualizados sobre seus resultados e consequências de seu trabalho para a empresa.

Seja para oferecer uma palestra, mostrar resultados, parabenizar um time específico por seus esforços ou trabalhar a imagem da marca, a figura do Presidente, ou qualquer outra semelhante na empresa, é extremamente cativante e apenas sua aparição já demonstra uma enorme consideração e respeito por todos os colaboradores, uma vez que ele separou uma parte do seu tempo para aparecer no vídeo, planejar o conteúdo, e isso mostra o quanto ele considera esse contato importante.

Como o Presidente normalmente possui uma disponibilidade menor para gravar os vídeos, considere inserir esse conteúdo de forma mensal ou quinzenal em sua programação. Lembre-se de garantir também que o que ele está falando é relevante para todos os funcionários e não apenas mais um conteúdo aleatório, pois, caso contrário, os funcionários podem passar a ignorar suas mensagens e sua figura vai perder credibilidade.

Dê informações relevantes

Manter seus funcionários cientes do que acontece na empresa é um ponto importantíssimo e que pode, inclusive te salvar de crises e outras situações complicadas. Sendo assim, que tal usar a TV Corporativa para repassar informações relevantes sobre a atual situação da empresa e poder contar com o apoio e dedicação de seus funcionários?

Um bom repasse de informações pode ajudar os líderes de equipe, e também cada funcionário individualmente, a potencializar o que vem dando certo e corrigir aquilo que está errado, e possibilita que todos busquem soluções a possíveis problemas da organização.

Além do mais, uma comunicação clara e de mão dupla, evita que hajam especulações sobre a atual situação da empresa e que os funcionários se sintam traídos e desconfiados.

Busque pessoas estratégicas de cada time, estabeleça uma frequência de repasses, peça para que eles divulguem informações relevantes, sejam elas positivas ou negativas, grave os vídeos e garanta que os funcionários estejam acessando esse conteúdo e tendo liberdade para dar respostas a ele também.
Invista em conteúdos externos para sua TV corporativa

“Uma TV Corporativa dá trabalho demais! Nem produzindo todos esses tipos de material, eu terei conteúdo suficiente para nutrir esse canal.”. Neste momento, muita gente deve estar tendo exatamente este pensamento. Porém, aí é que está um dos principais pontos: Você não precisa produzir todo o conteúdo!

Uma TV, mais do que transmitir informações internas, é um valioso canal para que os funcionários tenham acesso a conteúdo externo selecionado, relevante e de qualidade, sem perder horas procurando por eles na imensidão da internet.

Portanto, lembre-se de incluir em sua programação conteúdos de fontes externas, como de portais de notícias relacionados a sua área de atuação, entrevistas e palestras com profissionais renomados e até informações mais leves, como a previsão do tempo e a cotação das moedas no mundo, por exemplo.

Isso, mais do que ajudar a preencher sua TV corporativa com conteúdo relevante, vai fazer com que seus funcionários aprendam e se mantenham informados de forma prática e rápida.

PORQUE UTILIZAR TECNOLOGIA PROFISSIONAL EM SUA TV CORPORATIVA

Uma das partes mais importantes na hora de montar sua TV corporativa, é escolher onde seu conteúdo em vídeo será hospedado e garantir que ele seja exibido de forma adequada para todos os funcionários.

Para esse tipo de empreendimento, não é adequado que o conteúdo seja armazenado em plataformas populares, como o YouTube ou similares e nem em seu próprio site, ou área privada. Nós temos alguns pontos que vão te ajudar a entender o porquê.

Segurança

Na maioria das vezes, o conteúdo divulgado em sua TV corporativa irá conter informações estratégicas da empresa e dados que devem ser acessados somente pelos colaboradores, sob o risco de gerar prejuízos diversos para a empresa. Portanto, disponibilizar esse material em qualquer ambiente, sem a devida proteção e garantia de sua segurança, pode ser extremamente arriscado.

No YouTube e outras plataformas similares, por exemplo, é bastante fácil ter acesso a qualquer material e, inclusive fazer downloads e divulgá-lo de forma indevida.

Utilizando uma solução profissional, você garante diversos níveis de proteção para seu conteúdo e evita o vazamento de informações importantes do seu negócio.

Distribuição

Como você deve se lembrar, um dos diferenciais da TV Corporativa hoje, é a possibilidade de que os colaboradores acessem seu conteúdo por seus tablets e smartphones, de onde quer que eles estejam, e não fiquem mais presos somente ao que é exibido nos televisores fixos.

Portanto, outra coisa que você deve garantir, é que seus vídeos e todo o conteúdo seja exibido com perfeição em qualquer tela, sem sofrer com os problemas de travamento, buffering e tela preta, que tiram qualquer pessoa do sério e ainda interferem em seu engajamento e interesse pelo conteúdo.

Mais uma vez, com suas diversas funcionalidades e recursos, uma plataforma profissional será a melhor opção para que seu vídeo seja exibido perfeitamente, independente do número de acessos e da tela em que o material será exibido.

Mensuração de resultados da sua TV corporativa

Saber como os funcionários estão consumindo seu conteúdo é um fator fundamental na hora de encontrar novos materiais para sua TV e de otimizar o que está sendo exibido neste canal.

Com uma plataforma profissional, você consegue ter dados detalhados sobre o consumo de cada vídeo e responder a perguntas estratégicas como:

- Quais os assuntos mais populares em meu canal?

- Qual a audiência prioritária de cada vídeo?

- Quais são os colaboradores mais engajados?

- Qual o tempo médio de visualização de cada vídeo?

- Com essas respostas, vai ficar muito mais fácil definir os próximos conteúdos e entender, por exemplo, quais os interesses da sua audiência e quanto tempo as pessoas estão dispostas a gastar vendo seus vídeos.

Uma TV Corporativa, mais do que um canal de informações para seus colaboradores, é um importante meio de fortalecer sua comunicação empresarial e também a cultura interna de sua empresa.

Colaboradores que entendem o que se passa na empresa e conseguem entendê-la de forma geral, em todos os processos e setores, estarão muito mais preparados para lidar com situações mais complicadas no dia-a-dia e poderão tomar decisões de forma mais rápida e assertiva.

Além do mais, com mais conhecimento sobre sua própria área de atuação, cada pessoa poderá executar suas tarefas de forma muito mais rápida, fácil e ainda encontrar formas de melhorar cada vez mais seu trabalho, gerando ganhos de produtividade e inovação para a empresa.


Com uma TV Corporativa, sua comunicação interna será elevada a outro patamar e as mudanças positivas que ela traz, serão sentidas em todos os outros processos.

FONTE: CorpTV