terça-feira, 11 de março de 2014

Cloud: Pré-visões” para 2014

Autor: Antonio Carlos Pina

As tecnologias cloud continuam crescendo e ganhando novas soluções e formas de utilização em um mercado global que, espera-se, atinja e ultrapasse os US$ 100 bilhões em 2014 incluindo softwares, sistemas e plataformas.

Alguns institutos de pesquisas já publicaram suas “previsões para Cloud em 2014”. Mas como estará a situação no Brasil e América Latina? E especificamente para aplicações corporativas, tanto IaaS quanto SaaS?

Baseado nas solicitações, perguntas e sugestões que temos recebido, apresento minhas oito previsões para o ano de 2014 no cenário brasileiro e latino-americano. Use-as por sua conta em risco!

A principal opção de hosting de sistemas dos CIOs passará definitivamente a ser por cloud pura e híbrida
A quantidade e qualidade das informações disponíveis aliadas à possibilidade de executar trials já minaram definitivamente o medo dos CIOs com o cloud. Hoje eles já reconhecem os diferentes tipos de cloud (com performance vertical ou horizontal) e seus modelos de pagamento (com previsibilidade e valor fixo e sem previsibilidade, com valor variável) e se sentem mais seguros para selecionar um parceiro de computação em nuvem que os atenda. A velocidade da implantação de um projeto , bem como a facilidade de alteração de um já estabelecido, conquistaram os CIOs mais exigentes.

Clouds privadas perderão espaço no ambiente de hosting nas pequenas e médias empresas
As ineficiências e dificuldades em escalar das clouds privadas, que são as mesmas do mundo do hosting físico, somadas ao entendimento de que é falsa a sensação de segurança, farão com que esta solução seja cada vez menos procurada pelos CIOs. Os projetos antigos continuarão, assim como instalações on-premises, mas para o ambiente de hosting das pequenas e médias empresas a eficiência e escalabilidade da cloud pública superará os encantos da tecnologia privada.

Os projetos de desktop virtual (VDI) finalmente sairão do papel e se tornarão realidade
Com o poder já comprovado das máquinas virtuais e a melhor conectividade disponível, alguns setores buscarão pilotos para Desktop Virtual, principalmente aqueles que trabalham com CRMs e ERPs. O CIO buscará a redução do TCO (Custo Total da Posse) de manter estações de trabalho, que precisam sofrer hardening, revisões e upgrades, e preferirá trabalhar com desktop virtual, que poderá ser acessado de qualquer localidade, com qualquer dispositivo e com controles de segurança centralizados. A facilidade de “trocou o profissional, reinstala” do cloud fará a alegria das equipes de suporte.

Só CIOs e técnicos inseguros (“a infra é minha e ninguém mexe!”) manterão sistemas de e-mail on-premise
Não há o que discutir: preocupações com filas, entrega, lentidão de acesso, espaço em storage e consumo de banda desaparecem usando um bom e-mail na nuvem. O CIO inteligente sabe que deve focar muito mais na atividade fim e na estratégia da empresa do que na gestão de e-mails e no acompanhamento dos tamanhos de caixas e do consumo de banda.

O CloudStorage veio para ficar em todas as suas formas. As áreas de saúde começarão a se render a ele
Seja utilizado para backups de dados, substituindo mídias como fitas, HDs e DVDs, ou para sincronismo de arquivos (“box”), o CloudStorage é a solução definitiva do armazenamento de dados pela Internet. A facilidade de uso, a praticidade, o baixo custo e a mobilidade aliados à segurança de recursos como a criptografia conquistarão os CIOs. Os restores simplificados, sem necessidade de abrir janelas, resolverão definitivamente o pesadelo dos “testes” que exigiam buscar fitas e vasculhá-las atrás de restores em janelas de testes. A área de saúde, que é obrigada a manter storages internos para abrigar imagens (sistemas PACS), por exemplo, terá no Cloudstorage uma excepcional solução para evitar reinvestimento na área e em gerenciamento do equipamento on-premises.

As lojas virtuais sérias se prepararão com antecedência para a Black Friday Brasil
E levarão mais a sério o poder da cloud pública e as estruturas escaláveis depois de novamente terem enfrentado indisponibilidades na Black Friday do ano passado. Os provedores brasileiros profissionais, por sua vez, também estarão preparados para fornecer esta infraestrutura hospedada no Brasil para uma melhor experiência do usuário, sem latência e com excepcional qualidade.

O Bigdata, já utilizado em nichos específicos, será mais buscado e utilizado
Algumas poucas empresas de setores como o varejo já se utilizam de BigData para entender o comportamento dos clientes, vendas, flutuações de estoque, etc. Entretanto, como a solução tem que ser sempre customizada para apresentar o retorno esperado (não é possível “comprar” um “bigdata” em um site), a adoção acaba sendo lenta. Mas em 2014, com os históricos de sucessos, outras companhias buscarão soluções deste tipo. Estas, por sua vez, também falarão da solução e irão gerar um ciclo virtuoso de propaganda boca-a-boca, mais poderosa do que qualquer outra. O arranque é mais demorado, mas uma vez que está em curso, só vai acelerar.

O CIO demandará mais do provedor de Cloud. Não interessará somente o SLA contratual, mas também o suporte próximo e apoio no desenho da arquitetura da solução
Dadas as diferenças das plataformas cloud e softwares bases utilizados, o CIO demandará que o provedor auxilie no desenho da melhor arquitetura em vez de aprender na tentativa e erro, usando documentação. Suporte próximo do cliente, que não responda baseado em scripts, mas também se envolva na estratégia e na solução serão cada vez mais requeridos. O CIO usará o time do provedor como a extensão natural de seu setor de TI, utilizando quem mais conhece a infraestrutura: o próprio provedor Cloud.

O futuro chegou mais rápido que o mercado brasileiro e latino-americano esperava: cloud computing, a “TI do futuro”, agora é a visão realizada presente.

Como lidar com estas abordagens? Isso é por sua conta e risco!


FONTE: CorpTV

Conexões: O futuro é multicanal

Autor: Carlos Carlucci

Você está conectado com os seus clientes? E com os amigos deles? Hoje as pessoas estão cada vez mais conectadas. Há tempos ter internet no smartphone deixou de ser um luxo e se tornou necessidade. As pessoas querem estar acessíveis 24h por dia para se relacionar com parentes e amigos. Até mesmo o trabalho se modificou com o aumento da conectividade: já vi pessoas presas em congestionamentos que aproveitaram este tempo “livre” para adiantar reuniões e mandar documentos para colegas.

E este é um caminho sem volta: até 2019 teremos 9,3 bilhões de conexões móveis no mundo, sendo que 5,6 bilhões representam apenas os smartphones. Este número aponta para um crescimento de três vezes em relação à base atua destes dispositivos. Considerando estes dados da pesquisa 4G Americas, como você acha que o consumidor do futuro vai tentar resolver problemas ou tentar entrar em contato com as empresas? Estar preparado para oferecer soluções via chat, e-mail, aplicativo, telefone, mensagem de voz, etc, representa estar pronto para o futuro. O contact center precisa ser capaz de atender à demandas vindas de diferentes canais.

Além disso, o cliente atual exerce seu papel de protagonista na relação de compra e venda, indicando os produtos e serviços que considera interessante para suas conexões on-line. A maioria das páginas de grandes atacados trabalha com sistema de indicação para amigos, resenhas e notas através de estrelas e similares. Não é novidade afirmar que as pessoas confiam mais neste tipo de material do que em propagandas. Por isso é extremamente relevante observar quais são as opiniões acerca do seu produto e quantas pessoas elas influenciam.


Hoje as empresas precisam estar conectadas aos seus clientes e também aos amigos deles. É preciso conseguir fornecer um serviço de qualidade que valha a pena ser compartilhado nas redes sociais, por exemplo. Por isso reafirmo: o futuro do atendimento ao cliente é multicanal. Quem não trabalhar com este tipo de solução, não estará preparado para atender os 9,3 bilhões de consumidores mobile que teremos até 2019. E que empresa quer perder uma parcela tão grande de mercado?

FONTE: CorpTV

sexta-feira, 7 de março de 2014

Sua empresa está mesmo preparada para o real-time marketing?

Autores: KEVIN KING, head global da Edelman e GLENN ENGLER, diretor global da Edelman

Anunciantes estão na disputa por ferramentas que impulsionem search, engajamento e, de tempos em tempos, despertem os desejados momentos virais. CMOs e CCOs espertos também incluirão algum tipo de serviço nesse mix, pois eles sabem que estar “sempre online” é apenas metade da batalha.

“Sempre online” diz respeito a um modelo de comunicação mais tradicional. Um jeito mais apropriado seria estar “sempre online e sempre pronto”. Marcas estão sendo moldadas por mais vozes do que nunca (consumidores, funcionários, advogados, influenciadores, experts, parceiros, concorrentes e sim, a própria marca), e o poder de acionar a tecnologia e a social media significa que um serviço isolado ao consumidor pode se tornar grande e barulhento, levando as marcas em direção a diferentes tipos de conversações com o público.

Antes de gastar o potencial do conteúdo em tempo real, é melhor que você tenha certeza de que o conceito de seu serviço esteja integrado. Se emplacar, a reputação da sua marca estará protegida por um conceito analítico, criativo, ágil e relevante; se você errar, estará caminhando para um precipício.

Algumas questões para considerar:

1. Sua empresa, marca ou produto se inclina naturalmente para controvérsias?
O equilíbrio entre promover e proteger é bem diferente para uma companhia de linhas aéreas e uma empresa de bens de consumo. A primeira precisa estar sempre preparada para uma crise, mas em tempo real ela provavelmente terá milhares de questões de consumidores para lidar. A segunda sempre enfrentará crise e situações com o consumidor, mas não de forma tão intensa.

2. Promover ou proteger? O que vem primeiro?
Engaje sua comunidade online, entregando conteúdo promocional diariamente. Se ainda assim o retorno de sua audiência social for 80% negativa, você precisa proteger sua marca e cuidar dos principais problemas primeiro. Focar excessivamente em mensagens promocionais nas redes sociais e ignorar o acúmulo de pequenos problemas é como cutucar um urso dormindo.

3. Você está sempre pronto para amplificar o positivo?
Tradicionalmente, comprar mídia é um esforço linear e proativo. Hoje, vemos oportunidades para promover e amplificar um conteúdo que esteja começando a ganhar tração para se tornar viral. Mas, em muitos casos, o orçamento de mídia já está comprometido e o cliente perde a oportunidade. As marcas precisam ter uma abordagem muito mais ágil e preparada quando se fala em estratégia de conteúdo e budget.

4. Quão bem você conhece defensores e detratores?
É vital conhecer se aqueles tweets embaraçosos são coordenados e conectados, indicando um movimento contra seu produto ou serviço. Em um caso, descobrimos que 0,2% dos contribuintes da social media direcionaram 40% da atividade em torno de palavras-chave específicas ligadas a um significativo volume social em apenas algumas horas, alertando a equipe executiva do cliente a diminuir esforços de marketing e lançar uma resposta multiplataforma e bem coordenada antes que o movimento agressivo tomasse o controle.

5. Você está preparado para mudar a estratégia no momento certo?
Fazer marketing para um time esportivo é tipicamente divertido, com poucos riscos. Se trata de engajar fãs e interagir com uma audiência apaixonada, até que sai versão da entrevista pós-jogo de Richard Sherman seja compartilhada globalmente.


Às vezes, dizer nada em resposta a uma crise é o melhor a se fazer. A máquina real-time que você utiliza para disparar conteúdo nem sempre pode estar sendo coordenada o suficiente para saber o equilíbrio entre promover e proteger sua marca.

FONTE: CorpTV

Aplicações em excesso podem minar as vantagens competitivas

No mundo ideal do CIO, o portfólio de aplicações deveria ser um reflexo preciso dos objetivos dos negócios e da governança de TI. Mas na realidade, há sempre uma lacuna entre as necessidades e as ambições de uma organização e o que efetivamente o seu portfólio de aplicações consegue resolver. Manter essa lacuna o mais estreita possível pode parecer bastante simples, mas é uma tarefa enorme, que requer pensamento estratégico de longo prazo e planejamento eficaz.

Estudo recente da Capgemini com mais de 1.100 CIOs e decisores sêniores revela que o emaranhado de aplicações dentro das grandes organizações está cada vez mais complexo e colocando pressão sobre o departamento de TI.

Ao longo dos últimos três anos, de acordo com o estudo, o número de decisores de TI que acreditam que o seu negócio tem mais aplicações do que precisa aumentou de 34% para cerca de 48%. Apenas 37% acreditam que a maioria das suas aplicações é de missão crítica, enquanto 73% acreditam que pelo menos um quinto das suas aplicações atuais possuem funcionalidades semelhantes e devem ser consolidadas.
Mais de metade dos entrevistados acredita que pelo menos um quinto das suas aplicações devem ser descontinuadas ou substituídas.

De acordo com a consultoria, reduzir a complexidade e aumentar a flexibilidade no ambiente de TI é um imperativo fundamental para o CIO. “Um portfólio de aplicações mal organizado, sobrecarregado e desatualizado funciona como um dreno para a equipe de TI, absorvendo largura de banda e desperdiçando dinheiro”, afirma o CTO de serviços de aplicações da Europa continental da Capgemini, Ron Tolido.
Mas nem tudo está perdido. Em um mundo onde todas as facetas de uma organização estão começando a abraçar a transformação digital – e são dependentes da implementação rápida de soluções móveis, sociais, de Big Data e Cloud Computing para obterem vantagem competitiva – é possível começar a racionalizar o portfólio de aplicações. "De repente, essa racionalização tornou-se um imperativo maior e estratégico para toda a empresa. Já não se trata mais de racionalizar ou não, e sim de quando e como fazê-lo”, diz Tolido.

O estudo revelou que 60% dos decisores sêniores de TI acreditam que a mais valiosa contribuição dos seus departamentos para a empresa é a introdução de novas tecnologias. Um número significativo já implementou soluções de cloud (56%), mobilidade (54%), sociais (41%) e Big Data (34%).

Neste contexto em que tecnologias disruptivas são consideradas cruciais para a criação de novo valor para o negócio, e sua adoção pode proporcionar a racionalização dos portifólio de aplicações, o alinhamento entre negócios e TI é uma prioridade.

Na média, segundo o estudo, os CIOs parecem surpreendentemente satisfeitos com o nível de compreensão do cenário de TI por seus colegas de negócio - 85% dos inquiridos consideram que o portfólio de aplicativos é suficientemente entendido pelos pares das áreas de negócios, com mais de um quarto classificando o nível de compreensão como "excelente". Mas, apesar disso, as entrevistas aprofundadas mostraram que muitas vezes é difícil tomar decisões conjuntas sobre temas impactantes e dolorosos, como a racionalização de aplicações e a redução da complexidade.
Segundo os autores do estudo, quando as áreas de negócios entendem o portfólio de aplicações, é mais provável iniciar o desenvolvimento de novas aplicações de TI. E o entendimento mútuo dá à TI maior protagonismo. Se o nível de alinhamento é menor, as áreas de negócios tomam mais a iniciativa e controlam mais o orçamento de TI. Nesta pesquisa, três vezes mais CIOs (35-65%) afirmaram estar envolvidos na proposição inicial de desenvolvimento de aplicações em relação ao índice encontrado no estudo de 2011. Além disso, o saldo do valor de uma carteira de aplicações ("manter as luzes acesas" versus "transformacional dos negócios/TI") melhora como resultado de uma melhor compreensão mútua do portfólio de aplicações.
Ainda de acordo com o estudo, os setores de Energia e de Utilities são onde as expectativas são mais positivas sobre um aumento de gastos de TI. Um indicativo de segmentos que estão mudando rapidamente, se beneficiando de novos avanços na tecnologia (por exemplo, "Smart Energy"). O mesmo aplica-se definitivamente para o setor de varejo, onde a busca da nova experiência do cliente - e otimização da cadeia de suprimentos, orientada pela demanda - é impulsionada por tecnologias inovadoras. Menos otimista são os entrevistados do setor público, onde a crise econômica ainda coloca pressão substancial sobre os orçamentos de TI.

Existem diferenças significativas também,, dependendo tanto da região (abra a imagem abaixo em outra tela para ampliá-la). De acordo com o estudo, organizações de países desenvolvidos estão mais preocupadas com as aplicações desatualizadas, legadas e não utilizadas e mais pressionadas pela complexidade do processo de atualização, enquanto os mercados em desenvolvimento estão se beneficiando de seu relativo atraso para atualizarem mais facilmente seus departamentos de TI. Se países como a Finlândia e a Noruega estão abaixo dos níveis médios de entendimento entre negócio e TI (apenas 64% e 69%, respectivamente acreditam que a relação é “satisfatória”), uns animadores 92% dos entrevistados no Brasil, Índia e China reportam uma compreensão satisfatória entre ambos.
Uma das recomendações do estudo incentiva os CIOs a usarem fatos e métricas, sistematicamente, para criar maior compreensão mútua do portfólio de aplicações, já que na opinião dos analistas ela é indispensável para racionalizar e inovar, simultaneamente. "Considere ferramentas para mapeamento de aplicação e avaliação, e para a gestão de portfólio de aplicativos. Use essas ferramentas para relacionar as aplicações aos processos de negócios , de modo que o impacto nos negócios e o valor das aplicações tornem-se mais claros e tangíveis", afirma o relatório da Capgemini. De acordo com a consultoria, isso ajuda a tomar decisões para racionalização do portfólio de aplicações e de estabelecer prioridades, com base na importância do negócio.


As conclusões do “2014 Application Landscape Report” da Capgemini são baseadas numa pesquisa realizada em 16 países - 73% nas economias desenvolvidas (Austrália, Europa, EUA) e mais 27% em países em rápido desenvolvimento (Brasil, China, Índia) - com 1.116 CIOs e decisores de TI de nível superior em empresas de vários tamanhos e diversos segmentos econômicos.

FONTE: CorpTV

quinta-feira, 6 de março de 2014

Videoconferência, a comunicação do futuro

A videoconferência (VC) deverá tornar-se a ferramenta preferida para comunicações corporativas em 2016, segundo recente pesquisa sobre Tendências Globais em Videoconferências e Etiqueta. A pesquisa Polycom e Redshift, realizada com 1.205 tomadores de decisão em 12 países, mostra que a videoconferência torna-se um verdadeiro padrão nas comunicações empresariais, na opinião de 76% dos entrevistados, que utilizam soluções de vídeo no trabalho atualmente. Além disso, 56% dos usuários participam de pelo menos uma chamada de vídeo por semana.

Para 96% dos gerentes e líderes, a videoconferência ajuda as empresas a superarem distâncias e a romperem barreiras culturais para aumentar a produtividade.

A qualidade do áudio – ou seja, a capacidade de ouvir claramente a todos – figura como o recurso mais importante para um encontro ideal via vídeo.

Com base nessa pesquisa, a Polycom, empresa especializada em comunicações unificadas e colaboração (UC&C) baseadas em padrões abertos, anuncia que quase todos (96%) os tomadores de decisões empresariais acreditam que a videoconferência vence as barreiras da distância e melhora a produtividade entre equipes em diferentes cidades e países.

Segundo a pesquisa Global View: Business Video Conferencing Usage and Trends, realizada com mais de 1.200 tomadores de decisões, conduzida pela Redshift Research e encomendada pela Polycom, a videoconferência é uma ferramenta essencial capaz de melhorar a colaboração entre equipes e a superar a lacuna física e cultural para a realização de negócios.

A expansão da Videoconferência
A pesquisa comprova que a videoconferência se torna cada vez mais disseminada nas empresas em todo o mundo. Ao serem solicitados a escolher seus métodos preferidos atualmente no que tange às comunicações, os entrevistado classificaram a videoconferência em terceiro lugar (47%) após o e-mail (89%) e chamadas de audioconferência (64%).

Além disso, esses mesmos líderes e gerentes empresariais esperam que o vídeo torne-se sua ferramenta de colaboração favorita em três anos (52%), seguida pelo e-mail (51 por cento) e chamadas de audioconferência (37%). Os respondentes que utilizam a videoconferência atualmente afirmaram que as três principais vantagens são: melhor colaboração entre colegas dispersos globalmente (54%), maior clareza dos tópicos em discussão (45%) e reuniões mais eficientes (44%).

Mais de três quartos dos tomadores de decisões (76%) que responderam à pesquisa utilizam atualmente a videoconferência no trabalho e, desse total, 56% participam de chamadas de vídeo pelo menos uma vez por semana. A pesquisa constatou que no Brasil, Índia e Cingapura esse número aumenta significativamente, já que mais de dois terços dos respondentes desses países fazem uso da videoconferência pelo menos uma vez por semana.

A pesquisa também revelou que 83% dos respondentes e quase 90% dos tomadores de decisões na casa dos 20 e 30 anos fazem uso de soluções de videoconferência em casa atualmente, sendo que quase metade de todos os respondentes utilizam a videoconferência em casa pelo menos uma vez por semana.

"A crescente popularidade da videoconferência dentro de casa, especialmente por parte da geração que está entrando na força de trabalho, constitui a grande força motriz da maior preferência e da adoção da videocolaboração no local de trabalho", afirmou Jim Kruger, VPE e CMO da Polycom.

"Alguns fatores-chave que tornam o vídeo popular tanto no escritório como em casa residem na garantia de sua facilidade de uso, na conexão de alta qualidade, na segurança de nível corporativo e na disposição dos participantes de aceitar e adaptar-se às diferenças culturais em suas comunicações através das fronteiras. Vemos empresas em todo o mundo desafiarem as distâncias todos os dias com o uso da vídeo colaboração, incluindo o aumento da produtividade, o aprimoramento do envolvimento do funcionário, a melhora do tempo de lançamento ao mercado e a ajuda em salvar vidas".

O estudo também mostrou que laptops e desktops são os dispositivos mais populares para a realização de videoconferências empresariais (75% dos respondentes), seguidos por salas de conferências (48%) e dispositivos móveis (42%). A medida que a videoconferência continua a tornar-se mais disseminada, espera-se que em três anos laptops e desktops ainda continuem sendo os dispositivos favoritos (72%), enquanto que os dispositivos móveis e o uso de salas de conferências deverão aumentar para 55% e 51%, respectivamente.

Recomendações
A pesquisa revela ainda percepções dos usuários de videoconferências sobre os comportamentos que constituem um encontro de vídeo ideal e quais comportamentos distraem os tomadores de decisões.
A pesquisa constatou, por exemplo, que os três critérios mais importantes para uma reunião de vídeo ideal são:

- A capacidade de ouvir claramente a todos (69%)

- Uma tecnologia prática e fácil de usar (60%)

- Um bom contato visual com os colegas, com todos claramente visíveis (58%)

Os respondentes que utilizam a videoconferência afirmam que as piores distrações que devem ser evitadas durante sessões de vídeo colaboração são:

- Celular tocando durante uma reunião (58%)

- Pessoas que atendem a partir de locais inadequados – por exemplo, no transporte público ou em lojas (52%)

- Pessoas realizando outras tarefas ou que parecem distraídas – por exemplo, teclando– (51%)

- Distrações de fundo inadequadas, como colegas, música, ruídos (50%)

Diferenças no mundo
A pesquisa Polycom lançou luz sobre diferentes opiniões entre usuários de vídeo colaboração em vários países em que uma atividade pode ser fator de distração em alguns, mas que é aceita em outros.

- A aparência pode ter maior ou menor importa importância. Quando perguntados se pessoas que não usavam trajes para reuniões de negócios constituíam um fator de distração, os respondentes da Índia, Cingapura e Polônia ficaram no topo da lista (com 30, 26 e 21%, respectivamente), enquanto que, na outra ponta do espectro, 13% ou menos dos respondentes da Grã-Bretanha, França, Rússia e Holanda consideraram a forma de trajar um fator de distração.

- Região da Ásia-Pacífico (APAC) considera o vídeo uma ferramenta crítica para negócios globais. Nesses países, as comunicações internacionais (entre colegas em diferentes países) figuraram como o uso mais importante da videoconferência (65%), versus 57% para comunicações dentro do próprio país.

- Fechamento de negócios. A Índia lidera no uso da videoconferência para novos negócios, com 60% dos respondentes dizendo que usam ou usariam a videoconferência para novos negócios, seguida pela Rússia e Brasil, com 49 e 44 %, respectivamente. Em todo o mundo, 38 % dos respondentes usam ou usariam o vídeo para este fim.

- Sou visto, logo sou contratado. Os Estados Unidos lideram na crescente adoção de videoconferência para recrutamento e contratação, sendo que 32% dos respondentes disseram que usam ou usariam o vídeo para essa finalidade, sendo seguidos pela APAC, com 28%.

- Trabalho flexível. Na região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA), os respondentes fizeram maior uso da videoconferência para favorecer felixibilidade em seus ambientes de trabalho, o que foi citado como a segunda maior razão para o uso da tecnologia após "conexão com colegas em todo o país".

Variações ocupacionais
À medida que a videoconferência abrange virtualmente todos os funcionários com dispositivos móveis ou laptops, a pesquisa constatou que os usuários de vídeo em várias funções empresariais dentro das organizações utilizam a vídeo para superar distâncias de formas ligeiramente diferentes:

- CEOs e fundadores de empresas classificaram o trabalho flexível e as reuniões entre escritórios/locais (50 %) como as principais razões pelas quais usam ou usariam a videoconferência, sendo seguidos por reuniões internacionais (46%) e reuniões para novos negócios/vendas e empresa/departamentais (39 % cada uma).

- Ao longo de uma semana, a área de marketing é a que usa a vídeo colaboração com mais frequência (64% utiliza o vídeo ao menos uma vez por semana) em uma organização, seguida por TI / engenharia e instalações (62% de uso de vídeo ao menos uma vez por semana). No entanto, quando se trata do uso diário do vídeo no trabalho, a função de RH é a grande usuária (3% informaram que usam a videoconferência diariamente), seguida por executivos de vendas (28% indicaram seu uso diariamente).

- As áreas de TI / engenharia e manufatura / rede de fornecimentos têm mais propensão a usarem a videocolaboração para reuniões internacionais, com 61 e 58 %dos respondentes, respectivamente, dizendo que usam ou usariam o vídeo para colaborar face a face com colegas em nível internacional. De fato, segundo os resultados da pesquisa, essas são duas áreas que utilizam a videocolaboração mais para reuniões internacionais do que para reuniões de vídeo locais dentro do país.

Todos os respondentes, independentemente de suas funções, utilizam predominantemente a videoconferência para reuniões entre escritórios, seguidas por reuniões internacionais. Os respondentes disseram por esmagadora maioria que é importante tentar entender as diferentes culturas nacionais quando reuniões são realizadas com o uso de videoconferências (97%), e 89% dos respondentes defenderam que regras de etiqueta sejam estabelecidas para ajudá-los a fazer um melhor uso de videoconferências para negócios.

Videoconferência no Brasil
De acordo com a pesquisa, ao realizar negócios no Brasil, é importante lembrar que as relações pessoais são de extrema importância, mais ainda do que acordos assinados. Os brasileiros gostam de fazer negócios com pessoas que conhecem e em quem confiam, de forma que é frequente encontrar membros da família trabalhando juntos. O encontro por vídeo pode desempenhar um grande papel na conquista da confiança e na formação de uma sólida relação pessoal ao se realizar negócios no País.

Fatos significativos
Quando questionados sobre quais métodos de comunicação preferirão em três anos, a esmagadora maioria dos brasileiros consideraram a videoconferência seu método favorito de comunicação empresarial em 2016. Cerca de 68% dos brasileiros disseram que esse será seu sistema de colaboração preferido nos próximos três anos, mais do que o dobro do número de respondentes que selecionaram os dois métodos preferidos seguintes: e-mail (38%) e chamadas de voz ou audioconferências (33%).

Além disso, quando questionados sobre que tipo de dispositivo de videoconferência esperam usar em três anos, 71 % dos respondentes brasileiros disseram que utilizariam dispositivos móveis – mais do que qualquer outro país na pesquisa – seguidos por laptops ou desktops (64 %) e salas de conferências (49 %).

Dicas para a Colaboração
- Os brasileiros gostam de cultivar relações comerciais em nível pessoal. Por isso, a videoconferência deve ser utilizada para ajudar a aumentar a confiança e a conexão pessoal.

- A pesquisa ainda aponta que os brasileiros são muito tranquilos na forma de tratarem de negócios e dessa forma não se deve apressar questões de negócios e existe uma certa tolerância quanto pontualidade das reuniões.

- As sessões de vídeo colaboração devem ser realizadas em locais apropriados, como o escritório, o home office ou outro lugar tranquilo de trabalho. Para os brasileiros um dos fatores de extrema distração durante um encontro por vídeo é o fato dos participantes atenderem em locais inadequados – como no transporte público ou em lojas. 71 % dos brasileiros disseram que isso distrai, mais do que os respondentes de qualquer outro país na pesquisa, chegando a quase 20 pontos percentuais acima da média mundial.


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FONTE: CorpTV

quarta-feira, 5 de março de 2014

Carreira de TI em outras áreas do conhecimento

Autor: Bruno de Almeida - Profissionais TI

Sabemos que a TI participa do nosso cotidiano em basicamente tudo:
- Quando vamos ao supermercado as nossas compras são registradas em um sistema comercial.

- Quando vamos ao médico parte dos aparelhos utilizados para exames possuem software de controle.

- Os produtos que consumimos foram produzidos em uma indústria que possui diversos sistemas de controle de produção, ERP, softwares auxiliares, coletores de dados de chão de fábrica, etc.

- E porque não falar da internet? Que bombardeia o nosso dia-a-dia com notícias, promoções, buscas, entre inúmeras outras possibilidades que nos tornam globalizados.

Baseado nesse vínculo “TI x Computador” muitas vezes não nos atentamos para o fato de que podemos trabalhar com TI em outras áreas de conhecimento. Muitas pessoas desistem de trabalhar com TI por não enxergarem a amplitude que a área de atuação proporciona.

Como profissionais de TI temos a liberdade de relacionar áreas de interesse aparentemente distintas. Podemos, por exemplo, gostar de TI e meio ambiente, onde é possível atuar na área de TI Verde alinhando necessidades das empresas com o mínimo impacto no meio ambiente.

Outros exemplos:
- Gestão de projetos – Projetos de Software

- Contabilidade – Analista de Negócios ERP

- Logística – Sistemas de gerenciamento de transporte (TMS)

- Direito – Legislação de Software

- Esportes – Softwares de Simulação de Estratégias de Competição

- Comunicação – Tecnologias em transmissão de dados

- Outros

Quando escolhemos o caminho mais generalista estamos ampliando nosso potencial mercado de trabalho. Embora profissionais especialistas sejam essenciais, por vezes são limitadas as oportunidades para esses profissionais, logo, quando optamos por uma área mais abrangente nos tornamos profissionais multidisciplinares, ou seja, profissionais diferenciados no mercado de trabalho.

O mercado está cada vez mais globalizado e demandando profissionais capazes de se conectar com o mundo, se comunicar, interagir e nada melhor do que um profissional que seja técnico (TI) e saiba se conectar com o mundo globalizado. O mundo mudou nos últimos anos e continua em constante mudança, utilize essa nova dinâmica a seu favor e aproveite a internet para descobrir outros caminhos.


Busque informações sobre outras áreas de interesse e como elas se relacionam com TI, procure se identificar com o assunto, busque profissionais que trabalham utilizando TI como ferramenta. Escolha fazer o que você gosta e goste do que você faz para que você possa ter uma vida profissional próspera e realizadora.

FONTE: CorpTV

O tripé do SEO: TI, Conteúdo e Marketing

Autor: Diego Ivo

Há uma frase do filósofo alemão Friedrich Nietzsche que se aplica muito bem ao universo do SEO (Search Engine Optimization): “o que não me destrói me fortalece”. SEO é, até hoje, conhecido como um conjunto de técnicas para que páginas e sites fiquem mais bem posicionados na busca natural do Google. Entretanto, essa visão não explica verdadeiramente o que é SEO e está defasada. Muitas coisas mudaram no mundo do search.

O SEO, quando feito considerando o tripé “TI, Conteúdo e Marketing”, é capaz de gerar resultados até muito melhores do que antigamente. Isso porque, hoje, o trabalho de SEO não é sobre vencer o algoritmo do Google e conseguir ranquear páginas em detrimento de outras. Mas é antes um trabalho de conquistar corações e permitir ao algoritmo do Google enxergar isso pelos seus cálculos matemáticos.

O SEO nasceu no contexto da TI e muitos saíram dele porque a TI sozinha já não dava conta de posicionar sites nos resultados do Google. Este é um fato muito revelador sobre para onde caminha a Internet: marketing, tecnologia, pessoas. Em vez de tudo se concentrar em um único departamento, é urgente que haja uma integração cada vez mais intrínseca entre eles. Pelas estruturas tradicionais das empresas este é um ponto extremamente desafiador.

Acredito que a TI alcança a perfeição quando ela se torna tão útil que é imperceptível para os usuários e fundamental na geração de resultados.

É importante em SEO, por exemplo, códigos-fonte limpos e claros, imagens leves, dentre centenas de outras coisas. Ou seja: o site está lento? Chama a TI. O site está rápido? Esquece a TI. Por isso, o segredo do sucesso da TI é a base sólida sobre a qual se construirão as estratégias de conteúdo e marketing. E lembre-se: os resultados devem ser compartilhados com a equipe de TI para que ela se sinta motivada.

O objetivo do algoritmo do Google é conseguir entregar o conteúdo mais relevante para a busca. Isso significa que, quando uma pessoa faz uma pesquisa ,a intenção é encontrar algo que atenda às suas expectativas. Nesse contexto, conteúdo não é apenas texto, mas tudo o que atenda a uma pesquisa: imagem, vídeo, infográfico, música, áudio etc. É indispensável que esse conteúdo seja, de fato, de qualidade – e um bom conteúdo é aquele que não só ajuda o usuário, como tem largo alcance nas redes sociais e recebe links que fazem aumentar a sua autoridade.

Já estratégia de marketing ajudará a fazer com que uma boa estrutura de TI e conteúdos de qualidade alcancem boas posições nos mecanismos de busca, gerem muito tráfego e aumentem os resultados, inclusive financeiros. Também é responsabilidade do marketing criar o interesse em outros sites, para que estes façam links e assim aumentem a autoridade de um site que já é muito rápido e possui bom conteúdo.


Costumo dizer que marketing é “exagerar uma verdade para tornar um fato verdadeiro muito mais interessante e assim conseguir chamar a atenção das pessoas”. Ora, se pensarmos em SEO não se poderia dizer algo parecido? Dizer que “exageramos” na qualidade do conteúdo e nos resultados de busca para chamar a atenção das pessoas e assim conseguir alavancar as estratégias dos clientes.

FONTE: CorpTV