quinta-feira, 29 de maio de 2014

LinkedIn ultrapassa Twitter no Brasil como rede social mais usada

Autora: Jacqueline Lafloufa

Dados liberados pela comScore trazem informações interessantes sobre o consumo digital do brasileiro. Em termos de redes sociais, somos muito engajados – passamos mais tempo no Facebook do que a somatória do que argentinos e mexicanos gastam online juntos em um mês (!).

Com a 5ª maior audiência online do mundo (foram 68,1 milhões de visitantes únicos em fevereiro deste ano, sem considerar a audiência vinda de dispositivos móveis) e o 3º lugar em total de minutos conectado, o Brasil é o maior expoente digital da América Latina e um dos líderes de engajamento online. Concentramos 29,7 horas de navegação mensais, 7 horas a mais do que a média global.

Entre os principais sites acessados pelos brasileiros, o Facebook continua hegemônico em primeira colocação, bem distante dos outros concorrentes. O destaque fica para o LinkedIn, que com um crescimento de 11% no último ano conquistou a 2ª colocação no ranking, ultrapassando o Twitter (3º lugar), Tumblr (4º) e Ask.fm (5º).

O tempo investido nessas redes, contudo, não obedece à mesma ordem. Salvo o Facebook, que retém 97,8% do total de horas investidas pelos usuários, o Twitter ainda se destaca na 2ª posição (0,7% do total gasto em redes sociais), seguido pelo Tumblr (0,6%), Ask.fm (0,5%), Orkut (0,3% !!) e LinkedIn (0,2%).

Os dados completos sobre o acesso digital dos brasileiros em 2014 e as tendências para 2014 podem ser conferidos no relatório da comScore (NESSE LINK) e no Slideshare abaixo.

FONTE: CorpTV

terça-feira, 27 de maio de 2014

Videoconferência: vantagens para o meu negócio

Autor: Carlos Oliveira

Na forma tradicional, uma conferência reúne diversas pessoas em um mesmo lugar, a fim de se discutir um assunto relevante. No ambiente empresarial, as conferências são frequentes, em maior ou menor escala, pois normalmente se trata de equipes de trabalho que precisam estar alinhadas. Cada vez mais o trabalho ultrapassa os limites da empresa, da cidade, do estado e do país. Por isso, reunir as pessoas pode ser um problema, seja por questões de custo, de tempo ou de resultado.

Essa desterritorialização do trabalho gerou algumas demandas e, dentre elas está o recurso da videoconferência. Ela reproduz o conceito da conferência tradicional, com a diferença de que os participantes não estão no mesmo lugar, sendo mediados pela tecnologia.

Como funcionam as videoconferências
A comunicação se dá em tempo real entre esse grupo, em vídeo e áudio, independentemente de sua localização geográfica. Ou seja: a distância não é mais um problema, de modo que o recurso da videoconferência permite trabalhar forma cooperativa, ou colaborativa, sem a necessidade de se locomover geograficamente.

Em grande parte, o sistema de videoconferência implica em uso de equipamento específico, sala adequada em cada local, e conexão banda larga com trânsito fluido de informações. Mais recentemente, aplicativos on line também atuam na área, resolvendo a necessidade em muitos casos. Trata-se da videoconferência desktop, como ficou primeiramente chamada, que pode ser executada do seu próprio computador, smartphone ou tablet.

Vantagens das videoconferências
A aplicação da videoconferência tem uma série de vantagens:

- Economiza tempo, sem a necessidade de as pessoas se deslocarem até o mesmo lugar;

- Economiza recursos, pois reduz os gastos com deslocamentos;

- Fornece material instantaneamente, já que pode ser gravada para consulta posterior.

Neste momento, o sistema de videoconferência conta com uma série de aplicativos integrados que permitem visualizar e alterar o que está sendo discutido em plataforma digital, compartilhar aplicações além do compartilhamento instantâneo de arquivos.

Sem dúvida, trata-se de um dos itens essenciais da comunicação unificada da sua empresa.

Comunicação unificada
Um sistema de comunicações unificadas bem planejado é fundamental para qualquer empreendimento, já que poupa tempo e dinheiro para qualquer organização. É preciso investir na tecnologia adequada, estudá-la e usufruir dos benefícios, que em um curto espaço de tempo mudarão o modo como as coisas acontecem. Mas não faça as coisas por conta; consulte um especialista em TI.

A comunicação unificada integra as informações como um todo, facilitando o desempenho dos funcionários, que podem inclusive trabalhar a distância.

Caso
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) adotou um sistema de videoconferências, que permitiu uma economia de recursos ao órgão significativa, especialmente em diárias e passagens, além de ampliar a eficiência do trabalho dos profissionais envolvidos, em seus diversos programas e ações.

Estima-se que o sistema, em um ano, gerou em torno de R$ 440 mil de economia em 23 reuniões virtuais que tiveram por objeto a implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJe).

A estimativa, como apontado anteriormente, considera a média de gastos com passagens aéreas e diárias consumidas caso as reuniões fossem presenciais, em um mesmo local (Brasília), levando em conta a participação de dez juízes e dois membros do Ministério Público (MP) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que juntos compõem o Comitê Gestor.


Portanto, não tenha dúvidas. Avalie a sua necessidade, contabilize seus gastos e invista em um sistema de videoconferência. A economia é certa.

FONTE: CorpTV

Comunicação Integrada

Para Philip Kotler, o conceito de Comunicação Integrada abrange a análise das funções estratégicas de cada atividade de comunicação, bem como sua integração contínua e permanente, somando esforços para que a mensagem seja concisa a e uniforme. Cada empresa deve coordenar e orientar seus canais de comunicação, com o objetivo claro de propagar uma única mensagem que seja coerente com seus princípios.

Uma outra abordagem sobre o tema é da professora e estudiosa Margarida Kunsch, que entende a comunicação como algo sinérgico e une a comunicação institucional com a mercadológica somadas a interna, que juntas formam um tripé da comunicação organizacional, onde o conjunto de cada setor resulta em uma comunicação eficiente e harmônica.

Todas as especialidades da comunicação denominadas de ferramentas, Jornalismo, Relações Públicas, Marketing, Publicidade e Propaganda e demais, fazem parte de um composto de comunicação e suas funções são tidas como potenciais quando integradas a um único objetivo. Com isso, a sinergia da informação deve permitir que a comunicação seja eficiente e os objetivos e resultados sejam ampliados. Sendo seu foco principal, a concentração no negócio da empresa e a comunicação articulada e profissional, de forma a destacar a identidade da companhia.

Para tanto, a gestão de comunicação de qualquer empresa deve se antecipar aos fatos e apresentar uma política eficaz e transparente, cuja mensagem se apresente de acordo com as estratégias da companhia. Logo, é importante destacar que um dos diferenciais e pontos de maior atenção é a capacitação técnica dos profissionais que atuam na área, os quais devem desenvolver uma visão multidisciplinar de todas as atividades da comunicação.

Portanto, a comunicação da empresa deve somar os esforços de todas as especialidades citadas, pois a imagem da organização deve se manter única seja para qualquer público potencial. O profissional que acionará e fará o monitoramento desta comunicação, deve estar atento a todas as informações e ações dos concorrentes, com o objetivo de traçar estratégias e alcançar seu objetivo, utilizando as melhores e mais adequadas formas de comunicação. Dentre as principais funções deste profissional, está o desenvolvimento da mensagem adequada, a seleção ideal do canal de divulgação, a promoção e a decisão de qual composto será utilizado e por fim mensurar e administrar todo processo da chamada comunicação integrada.

É importante relembrar que toda imagem e notoriedade de uma organização é construída com a junção e o auxílio de todas as disciplinas de comunicação, as quais unem seus esforços para alcançar a projeção ideal da empresa para seu público e todas as ações desenvolvidas de forma unida, poderão tornar mais eficaz o alcance destes objetivos pretendidos. Por fim, a comunicação integrada se tornou cada vez mais valorizada dentro das empresas, uma vez que suas ações são estratégicas, além de fundamental característica interdisciplinar.


Quer conhecer ferramentas de Comunicação Corporativa e saber como a tecnologia pode integrar o relacionamento entre todos os setores da sua empresa? CLIQUE AQUI e acesse o site da CorpTV.

FONTE: CorpTV

Big Data e indústria: é hora de entender e aprender a usar

Autor: Camilo Rubim

Quem trabalha no setor de tecnologia da informação já ouviu falar, e muito, sobre o conceito de Big Data. É bom clarificar o conceito também para os nossos parceiros de negócios da indústria automotiva, pois é questão de tempo, e pouco tempo, para que também comecem a lidar com ele.

Big Data são dados digitais (tesouro digital que se bem minerado torna-se verdadeiro diamante) que estão disponíveis em centenas ou milhares de banco de dados, sejam eles fechados (proprietários) ou abertos (redes sociais); sejam eles estruturados (dados armazenados em bancos de dados tradicionais) ou não estruturados (dados como áudio, imagens, vídeos, sensores). Eles só fazem sentido se apropriadamente minerados e correlacionados e é aí que entram as soluções tecnológicas, sobretudo na análise de dados não estruturados.

É preciso deixar claro que, quando falamos desse tipo de solução, não falamos apenas de uma solução de BI (Business Intelligence) ou ainda BI de alto desempenho (HANA ou Exadata). Para fazer uma boa análise destes dados, é necessário observarmos três dimensões: volume (quantidade de dados), velocidade (rapidez em que um novo dado é armazenado) e variedade (tipo de dado, texto, desenho, foto, vídeo, etc.). Também é importante observar dois outros, que são veracidade (confiabilidade do dado) e valor (beneficio gerado pelo dado).

Entender o potencial do Big Data pode levar as empresas a um novo patamar e trazer um diferencial competitivo. Na indústria automotiva, por exemplo, ele pode ser aplicado em diversas áreas de negócio, como na Otimização de Produtos através da identificação rápida do desejo dos consumidores; correção de defeitos (desvios de produção); análise de dados de garantia etc.

Outro exemplo está nas áreas de Vendas e Pós-vendas através da análise anônima do comportamento do consumidor, intervalo de manutenção do veículo, monitoração de produtos em garantia, recalls etc. Um velho ditado ainda se aplica hoje em dia: "Vendas vende primeiro, Pós-Venda vende o resto”. Atualizando, vale dizer que o uso sofisticado dos dados derivados de comportamento do cliente ajuda a gerenciar melhor o processo de pós-venda e, consequentemente, fidelizar e satisfazer o cliente.

Outro exemplo na indústria automotiva está relacionado ao GPS. Hoje muitos automóveis saem de fábrica com dispositivos de localização instalados e eles trazem grandes oportunidades de extração de dados e integração desses dados com seguradoras, por exemplo, que podem avaliar de forma mais efetiva o comportamento do usuário enquanto dirige, e assim obter um perfil mais preciso deste cliente. O GPS pode fornecer dados muito interessantes sobre o usuário como percursos rotineiros, estradas utilizadas, shoppings, restaurantes etc., sempre observando as questões de privacidade das informações envolvidas.

O mercado brasileiro está em fase de estudo e amadurecimento e a Internet das Coisas (IoC) ou Comunicação Máquina a Máquina (M2M), deve contribuir significativamente para uma sociedade mais conectada, ampliando ainda mais o fenômeno de uso das redes sociais no País. Por conta disso, as organizações estão começando a enxergar os benefícios de investir em análise de dados. No caso da indústria, o foco das iniciativas de Big Data deve ser colocado em áreas que possam promover valor ao negócio, pois no momento é difícil obter retorno sobre o investimento em projetos dessa natureza.

Para isso, é preciso levar em conta que a plataforma de Big Data é composta por três camadas: na primeira estão os dados digitais, estruturados e não estruturados, tais como bancos de dados tradicionais e dados disponíveis nas redes sociais (Google, Yahoo, Facebook, YouTube, Linkedin, Twitter, Instagram, etc.). Na segunda camada entra a primeira solução tecnológica, que tem por objetivo fazer a varredura nos dados digitais de acordo com premissas pré-definidas, selecionar os dados que foram objeto da busca e exportá-los para um banco de dados. Este será a base para a terceira camada, onde entram soluções tecnológicas como análise dos dados, tomadas de decisões, algoritmos, formatação de apresentação etc.

Para projetos assim, é importante a escolha de parceiros que atuem em três etapas: Planejamento, Construção e Execução. Na primeira fase de Planejamento é realizada uma “avaliação de preparo do Big Data” ou Big Data Readiness Assessment. É aqui que se vai entender claramente os objetivos, aplicações existentes, definir arquitetura, produtos e tecnologias a serem aplicadas.

A segunda etapa é a Construção, ou o Desenvolvimento do Big Data, com a criação de métodos, regras e indexadores para transformação dos dados que estão sendo importados e que mais tarde devem se tornar partes fundamentais na tomada de decisões de nossos clientes. A terceira etapa é responsável pela Execução. Aqui entra a operação, gerenciamento e monitoramento das estruturas de dados e aplicações que sustentam o Big Data, usando conceitos específicos que garantam analise de qualquer volume e variedade de informações.


Tudo parece novo, mas falamos aqui de conceitos que estão batendo com força à nossa porta. Quanto antes abrirmos, mais rápido aprenderemos a obter valiosíssimas vantagens competitivas deles.

FONTE: CorpTV

Publicidade cross-device é prioridade para anunciantes e agências

À medida que consumidores trocam de dispositivos várias vezes ao dia, anunciantes tentam acompanhá-los com campanhas cross-device. Segundo dados divulgados em fevereiro deste ano pela Conversant, a maioria (59%) das agências e anunciantes sêniores dos EUA citaram esse formato publicitário como prioridade para este ano.

Um estudo da Bovitz divulgado em abril aponta que a publicidade para múltiplos devices é o principal tópico de interesse para os profissionais de mídia norte-americanos. Saber mais a respeito dessa tendência é a prioridade para 70% dos executivos que responderam ao questionário.

A publicidade em social media, por sua vez, foi a tendência digital menos citada (41%), possivelmente pelo fato de que os profissionais tiveram alguns anos para se aprofundarem no tema, segundo análise do eMarketer. Entretanto, o estudo também constata que o social foi o canal de mídia menos utilizado pelos compradores de mídia dos EUA, sendo citado por oito entre dez participantes.

O meio mais utilizado pelos executivos do país é o display (97%). Utilizado por nove entre dez executivos, o mobile ocupa o terceiro lugar.

FONTE: CorpTV

sexta-feira, 23 de maio de 2014

5 maiores erros de segurança da informação cometidos pelas empresas

A maioria das companhias no Brasil ainda precisa aprender a interpretar e enfrentar problemas relacionados à proteção de dados.

De acordo com o Arcon Labs, equipe de inteligência que analisa tendências de ameaças e promove estudos, recomendações, normas e padrões técnicos, a maturidade do País vem evoluindo. Entretanto o mercado local está atrás de regiões como México, Peru, Argentina e Chile quando o assunto é o investimento em segurança da informação.

Estudo recente da Arcon identificou cinco grandes erros cometidos pelas empresas. São eles:

1- Foco em estratégias
Quando se fala em segurança de dados, o ideal não é priorizar apenas as estratégias. Elas são importantes, mas os níveis tático e operacional, cujos objetivos principais são executar os planejamentos das ações, devem ser considerados.

“Para vencer uma batalha, além das estratégias, é preciso que os soldados estejam 100% preparados para o combate, conheçam as armas e tenham um bom condicionamento físico. É assim também com a segurança da informação”, explica Wander Menezes, especialista em Segurança da Informação do Arcon Labs.

De acordo com o executivo, a parte operacional e tática deve ser exercida por profissionais que entendam, em profundidade, as ameaças e vulnerabilidades e saibam utilizar de forma eficiente recursos para detecção, análise, mitigação e erradicação de ameaças, amparados por uma estrutura adequada para o trabalho.

Para o especialista, são estes profissionais que trazem a inteligência técnica e operacional da segurança para dentro da instituição a fim de proteger o negócio.

2- Não perceber investimento em segurança é como uma poupança
Muitas vezes a terceirização de serviços é a última opção para a proteção dos dados. Porém, contar com o conhecimento de empresas especializadas ao invés de concentrar os esforços dentro de casa pode ajudar, inclusive, na avaliação dos custos de perdas e riscos que as ameaças representam para os negócios.

“As empresas precisam entender que a compra de ativos, na verdade, pode ser um canal para poupar dinheiro. Para isso é necessário avaliar o investimento mais apropriado para suportar o negócio. Exemplo: é possível que uma empresa invista US$ 100 em uma solução de segurança e economize US$ 1 mi em perdas em um determinado período”, explica Menezes.

3- Conceder privilégios em excesso aos usuários
Em segurança da informação, 80% do trabalho das equipes (estratégica, tática e operacional) está focado em criar, manter, disponibilizar e auditar acessos para minimizar o uso indevido da informação e ataques dentro e fora de uma organização.

Manter usuários com excesso de privilégios como acesso aos controles administrativos, não avaliar a entrada e saída de dados em aplicações (seja qual for), permitir que possam acessar mais informações do que de fato está estabelecido em suas funções e não estabelecer políticas de senhas são pontos que podem gerar vulnerabilidades.

Por isso é sugerido negar um acesso antes de concedê-lo. É preciso primeiro entender efetivamente a necessidade da demanda e se não tiver certeza de que é um acesso seguro, simplesmente, recomenda-se que negue o pedido. Além disso, colaboradores devem ter entrada em ferramentas (sala, sistema, rede e etc.) que sejam necessárias para o exercício de suas funções.

4- Não entender que segurança é um ecossistema complexo e está em constante transformação
A tecnologia muda e evolui para o bem e para o mal. A cada dia, milhares de malwares – softwaresdestinados a se infiltrarem em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar alguns danos, alterações ou roubo de informações (confidenciais ou não) – são criados e em algum momento é fato que conseguirão invadir os dados de uma empresa.

“O grande ponto é estar preparado e ter a contramedida adequada para o problema. Apesar de parecer fácil, não é tão simples quanto parece”, afirma Menezes. O especialista explica que é necessário entender o ecossistema que está sendo atacado e pensar em todos os outros controles que trabalham juntos, de forma que seja possível criar camadas de proteção para todos os níveis.

5- Dar prioridade às normas e não às políticas de segurança da informação
Para a maioria das empresas no Brasil, o mais importante é passar nas avaliações da auditoria e atender as normatizações. Manter o negócio seguro é avaliado em um segundo momento e este é o principal motivo do gasto desnecessário com serviços que não refletem em controles de segurança para os negócios.

“Sem regra não tem jogo. Por isso, antes das empresas pensarem em normas, devem avaliar a implementação de uma política de segurança”, explica o especialista em Segurança da Informação do Arcon Labs.


Menezes alerta que a maioria das companhias no Brasil não classifica as informações contidas em seus servidores e em suas estações de trabalho. “Se uma empresa não possui a cultura ou não vê a necessidade de classificação da informação, está fadada ao vazamento de dados e perdas financeiras ou de imagem”, explica.

FONTE: CorpTV

Por que as marcas devem ser mais ágeis na social media?

Hoje, oito entre dez empresas acreditam que oferecem atendimento diferenciado a seus clientes na social media. Por outro lado, nove entre dez consumidores discordam. Segundo eles, as marcas não acompanham o alto nível de engajamento nos canais sociais.

O infográfico desenvolvido pela Brickfish aponta que, em média, as marcas respondem apenas 20% das mensagens que exigem maior atenção, enquanto aquelas que respondem à maioria das questões demoram 15 horas no Facebook e quase 8 horas no Twitter. Confira:

FONTE: CorpTV