terça-feira, 6 de janeiro de 2015

15 funções de TI serão melhor remuneradas em 2015


Autora: Ann Bednarz

A competição por profissionais com talento técnico está em ascensão – e os salários seguem o mesmo rumo. O cenário é positivo para pessoas com habilidades específicas. Quando perguntados sobre contratações para os próximos seis meses, 19% dos CIOs norte-americanos aponta para uma expansão do time, segundo levantamento da Robert Half. Além disso, 68% dos executivos entrevistados direcionam que irão preencher vagas abertas, para outros 10% não há planos de contratação e apenas 3% preveem redução de seu staff no primeiro semestre de 2015.

Quando o assunto é salário, os trabalhadores de TI esperam avanço nos seus rendimentos. A consultoria aponta para uma evolução geral da ordem de 3,8% nos dividendos pagos à mão de obra dos Estados Unidos. Especificamente na área de tecnologia, o crescimento nos rendimentos aponta para um patamar superior a isso, algo como 5,7%.

As 15 posições com expectativa de ganhos percentuais mais acelerados no comparativo 2015-2014 estão na lista abaixo - lembrando sempre que a estimativa trata números norte-americanos:

1. Desenvolvedor de aplicativos móveis
Média salarial anual em 2014: de US$ 100 mil a US$ 144 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 107,5 mil a US$ 161,5 mil
Expansão: 10,2%

2. Engenheiro de Big Data
Média salarial anual em 2014: de US$ 110,25 mil a US$ 152,75 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 119,25 mil a US$ 168,25 mil
Expansão: 9,3%

3. Engenheiro de redes wireless
Média salarial anual em 2014: de US$ 91,5 mil a US$ 125,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 99 mil a US$ 137,5 mil
Expansão: 9,1%

4. Analista de Business Intelligence
Média salarial anual em 2014: de US$ 101,25 mil a US$ 142,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 108,5 mil a US$ 153 mil
Expansão: 7,4%

5. Analista de Segurança de Dados
Média salarial anual em 2014: de US$ 100,5 mil a US$ 137,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 106,25 mil a US$ 149 mil
Expansão: 7,4%

6. Arquiteto de dados
Média salarial anual em 2014: de US$ 111,75 mil a US$ 153,75 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 119,75 mil a US$ 164,75 mil
Expansão: 7,2%

7. Líder de Desenvolvimento de Aplicações
Média salarial anual em 2014: de US$ 99,75 mil a US$ 137,75 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 106,25 mil a US$ 148,25 mil
Expansão: 7,2%

8. Desenvolvedor em banco de dados
Média salarial anual em 2014: de US$ 92 mil a US$ 134 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 98 mil a US$ 144,25 mil
Expansão: 7,2%

9. Engenheiro de software
Média salarial anual em 2014: de US$ 89,75 mil a US$ 137,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 96 mil a US$ 147,25 mil
Expansão: 7,2%

10. Diretor de Segurança (CSO)
Média salarial anual em 2014: de US$ 126,75 mil a US$ 189,75 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 134,25 mil a US$ 204,75 mil
Expansão: 7,1%

11. Desenvolvedor de Software
Média salarial anual em 2014: de US$ 80,25 mil a US$ 127,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 85,5 mil a US$ 136,25 mil
Expansão: 6,9%

12. Desenvolvedor Web sênior
Média salarial anual em 2014: de US$ 97,75 mil a US$ 135,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 104,5 mil a US$ 144,25 mil
Expansão: 6,8%

13. Engenheiro de Segurança de Rede
Média salarial anual em 2014: de US$ 99,75 mil a US$ 131,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 105 mil a US$ 141,5 mil
Expansão: 6,7%

14. “Modelista” de dados
Média salarial anual em 2014: de US$ 97,25 mil a US$ 134,25 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 101,75 mil a US$ 145,25 mil
Expansão: 6,7%

15. Gerente de segurança de sistemas de informação
Média salarial anual em 2014: de US$ 115,25 mil a US$ 160 mil
Média salarial anual esperada para 2015: de US$ 122,25 mil a US$ 171,25 mil

Expansão: 6,6%

FONTE: CorpTV

Como começar um negócio na internet?



A dúvida sobre como começar um negócio na Internet é uma constante entre os empreendedores que escolhem o ambiente online para cenário de suas realizações.

Para ajudar quem resolveu enfrentar o desafio de descobrir como começar um negócio na Internet, reproduzimos aqui um texto publicado por Fernando de La Riva que após pesquisar recorreu a algumas ideias de empreendedores e investidores online de destaque e chegou a dez itens que para ele são fundamentais para o sucesso de um negócio nesta área.

Tenha muito cuidado na hora de escolher seus sócios
A primeira dica para quem deseja abrir um negócio online vem de Julio Vasconcellos, fundador do Peixe Urbano. Seus sócios são pessoas com quem você vai passar horas infindáveis, provavelmente por muitos anos. Escolha quem tenha o mesmo pique para o trabalho e a mesma ambição financeira que você.

Busque ser o financiador do seu próprio negócio
Algumas empresas na área digital exigem um financiamento inicial, o que pode ameaçar o sucesso do projeto. O dinheiro mais barato é o suor do seu trabalho, o restante vem gradualmente, em uma razão proporcional ao nível de validação do seu modelo de negócio. Depois que você encontrar o ponto certo, cresça.

Cuidado com custos pequenos e dívidas
Juntando conselhos de Warren Buffet: você tem que sobreviver a cada batalha para continuar como um empreendedor em série. O ambiente regulatório brasileiro é extremamente duro com quem fracassa. Tenha alergia crônica a custos e pavor quando eles são fixos.

Consiga um sócio na área técnica
Em qualquer empresa no segmento digital, três papéis são essenciais: o desenvolvedor, o designer e o vendedor, responsáveis por criar, construir e vender. Se só existe o fundador/vendedor, que não consegue executar a ideia e nem recorrer a terceiros, o resultado pode ser um ataque cardíaco.

Espere o negócio de firmar antes de largar o emprego
O processo de transição do emprego para a própria empresa deve ser gradual. Você só deve deixar o que paga suas contas depois que o modelo de negócio estiver provado. Consiga um sócio e use o dinheiro para garantir que vocês dois tenham como pagar seus custos pessoais, caso contrário as coisas podem ficar difíceis e comprometer o projeto.

Procure por referências na área
Antes de se lançar como empreendedor digital, fique atento às referências mais importantes. Sem fontes, o aprendizado será mais duro e longo que o normal. Acompanhe publicações de sites

Faça produtos simples, rápidos e incrementais
A primeira versão do produto, que chamamos de “produto mínimo viável”, deve permitir a validação de sua proposta que, por sua vez, deve ser a solução para um problema real, pela qual as pessoas estejam dispostas a pagar.

Seja científico
O sucesso vem de formas misteriosas, mas a validação do seu modelo de negócio pode ser organizada. São ciclos de construção, medição e aprendizado que permitem que você adapte sua visão inicial até um modelo que efetivamente funcione.

Falhe rápido e seja perseverante
Eric Ries usa, para isso, o termo “a decisão entre pivotar ou desistir”. Você deve perseverar em sua trajetória de negócios, mas não em um formato específico. Talvez você precise de uma mudança de estratégia, sem a mudança de visão.

Empreender não é passa tempo
Empreender não é para quem quer fugir de um trabalho chato. Se você não conseguir se dedicar e dar energia suficiente para o negócio, ele será só uma perda de foco e de tempo.

Se você queria saber como começar um negócio na Internet, essas são dicas realmente valiosas que poderão ajudar em muito a encontrar o caminho do sucesso e a evitar tropeços no caminho.

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

7 tendências da Comunicação para 2015


Autor: Americo Neto

1. Campanhas Multitela
O consumidor já é multitela. Hoje, enquanto assiste TV, navega na internet pelo tablet e conversa com os amigos pelo celular, através do WhatsApp, tudo ao mesmo tempo. E cada vez mais a publicidade vai se utilizar das características das diferentes telas para fazer uma campanha com abordagem que envolva, ainda mais, o consumidor.

2. Uso das redes sociais nas campanhas
As mídias sociais são um grande fenômeno. Em pouco tempo pessoas de todas as idades estão no Facebook, no WhatsApp e assistem ao Youtube. As redes sociais atingem pessoas de diversas classes, variados interesses e um grande poder de consumo. Em 2015 o mercado publicitário deve intensificar o uso das mídias sociais em suas campanhas, integrando online e offline.

3. 2015 será o ano do vídeo
Mais e mais vídeos serão publicados e assistidos na web. Assim como experimentamos a multiplicação do uso de fotografias: como selfies, fotos de comidas, fotos para o Instagram... Vamos experimentar agora a era dos vídeos. O novo IOS já filma em Time Lapse e novos recursos virão. Vão pipocar os vídeos dos celulares, GoPro e até das câmeras de segurança (Vide o episódio com a suposta Viviane Araújo). Vamos assistir aos nossos amigos. E começaremos a ver verdadeiras superproduções caseiras.

4. O sucesso do eu
Outra grande tendência é o aumento da possibilidade de escolha. Hoje em dia, em casa, o cidadão escolhe o que quer ver e ouvir e a que horas quer fazer isso. Cada vez mais faremos o que queremos e na hora que quisermos. Os celulares e os tablets viraram companheiros na fila, na sala de espera, no metrô, na palestra chata e na hora de fofocar. Agora podemos escolher estar com outros amigos que não os que estão na nossa mesa do bar. Se a conversa está chata, acionamos o celular e... conversamos, ali mesmo, outro papo, com outros amigos.

5. As crianças bilíngues, do Youtube e Netflix
A primeira palavra que minha filha caçula falou não foi papai nem mamãe, foi “Cocó”. Ela é da era do iPad. O tablet é a mais nova babá. É a era da Peppa, da Monster High, da Frozen e do Minecraft. Esta novíssima geração navega na internet desde o primeiro dia. Sabe clicar e passa horas pulando de um vídeo para outro. Existem verdadeiras celebridades do Youtube. Pessoas que fazem sucesso com seus vídeos sem nunca terem aparecido na TV, no jornal ou no rádio. E algumas dela são crianças que fazem vídeos para outras crianças. Estes consumidores do futuro já fazem suas escolhas e influenciam seus pais nas compras. Uma geração precoce, mais preparada, mais tecnológica e a cada dia mais influente.

6. Mais notícias, mais músicas, mais filmes, mais conteúdo
Informação, conteúdo e entretenimento: é nisso em que as pessoas de todas as classes sociais mais investem o seu tempo livre. Se um filme é suspenso por conta de ameaças terroristas, ele é vendido e alugado na internet e bate recordes de arrecadação. 2015 será o ano de mais conteúdo, mais histórias contadas, de mais histórias reais e interessantes. Já vemos propaganda que viraram filmes e verdadeiros filmes feitos como propaganda. O Youtube acabou com a barreira dos trinta segundos, e um filme de seis minutos feito para o Blue Label foi um sucesso. Há anos a publicidade se utiliza dos publieditoriais e com a internet isso tem crescido. Além dos banners, ter conteúdo sobre as marcas ajuda a vender. Assim a publicidade invadiu os blogs e o Instagram. Vamos ter mais histórias. Mas histórias verdadeiras e com ligação com a arte.

7. Mais verdade

Está mais fácil desmascarar uma mentira. O consumidor tem voz. As reclamações se multiplicam, compartilham. Está barato reclamar. É facílimo fazer ecoar uma insatisfação com uma empresa ou produto. E para fazer frente a isso as empresas terão que ser mais verdadeiras. Suas comunicações mais sinceras. Os call centers menos automáticos e mais humanos. Em 2014 algumas empresas foram desmascaradas por contarem histórias falsas a seu respeito. E isso tem um custo. Ser verdadeiro é mais barato, simpático e duradouro. 2015 o ano da verdade!

FONTE: CorpTV

2015: O ano em que a SDN e a virtualização de rede se tornarão mainstream


Autor: Steve Alexander, CIO/EUA

Grande parte de 2014 foi gasta discutindo redes definidas por software (SDN), funções de virtualização de rede (NFV), e outras "novas" tecnologias de rede. Ouvimos também debates sobre os méritos da Internet das Coisas e todas as maravilhas que ela vai proporcionar ao mundo. Podemos dizer que 2014 foi, até certo ponto, um ano de conversas.

Passamos muito tempo definindo SDN em fóruns e formando novos organismos de normalização, mas não era incomum ouvir clientes, mídia e provedores de serviços pedindo algo tangível em meio à discussão de seus benefícios. Afinal, onde estavam as implantações em massa?

Em suma, 2014 foi o ano em que mudamos peças estrategicamente no tabuleiro do mercado de redes, mas nunca chegamos ao ponto de chamar de "xeque-mate".

O mesmo acontecerá em 2015, ou vamos finalmente ver vencedores emergindo e o novo ecossistema do mercado de redes tomar forma?

É inegável que a era SDN e NFV ainda está em sua infância. Mas o cenário vai mudar em breve, de acordo com o estudo "2014 SDN Strategies: North American Enterprise", da Infonetics Research. O levantamento estima que 87% das empresas norte-americanas pretendem ter SDN em seus centros de dados em 2016. A partir dessa perspectiva, SDN está no caminho certo.

Até aqui, as implantações têm mantido o hype um pouco fraco, mas SDN é a tecnologia mais transformadora que desenvolvemos em décadas. Nos conscientizaremos disso em mais 10 anos, talvez menos.

Em 2015 começaremos a ver as primeiras implementações de SDN em redes de telecomunicações em todo o mundo. Este será um passo enorme, que poderá impulsionar a SDN para alcançar uma massa crítica; esperamos SDN implantada em redes submarinas globais para permitir serviços mais dinâmicos, como jamais visto no passado.

Também vamos começar a ver NFV se transformar na tecnologia da hora. Tivemos sussurros de NFV em 2014, mas 2015 promete colocar a discussão no mapa, como aconteceu com SDN nos últimos 12 meses. Assim que resultados tangíveis do que software pode fazer por uma rede começarem a ser perceptíveis, as pessoas começarão a ver vantagens em substituir as funções de hardware com equivalentes virtualizados. Será apenas questão de tempo. A pesquisa da Infonetics apoia essas previsões, bem como o relatório "Carrier SDN and NFV Hardware and Software Market Size and Forecast", que prevê que os mercados NFV e SDN irão atingir 11000 milhões de dólares em todo o mundo em 2018. Junto com as grandes teles anunciando implantações SDN, também veremos implantações NFV iniciais em empresas high-touch.

Transmissões 4K serão padrão
Durante 2015 veremos muito mais conteúdo 4K disponível e trafegando nas redes, graças, em grande parte, a players como a Netflix, que já tem planos de ofertas Ultra HD.

Na verdade, relatório recente da ACG Research constatou que o uso de serviços de vídeo streaming 4K, que consomem três a quatro vezes mais largura de banda do que HDTV, vão crescer de 2% em 2014 para 12% em 2018. A velocidade mínima necessária para 4K / Ultra HD é em torno de 16 megabits por segundo, o que resultará em uma maior pressão sobre as redes.

Grandes esperanças para as Small Cells
Como as redes móveis existentes estão cada vez mais congestionadas e a implantação de novas torres é cada vez mais difícil, as operadores móveis vão procurar aliviar a carga de tráfego através da implantação de um aumento do número considerável de Small Cells, que também irão melhorar significativamente a cobertura global de rede, especialmente dentro de casa, onde a maioria das pessoas realmente usa seus smartphones. As Small Cells descarregam parte do congestionamento das torres existentes, melhorando significativamente a experiência do cliente.

Pesquisa recente realizada pela Infonetics Research descobriu que os operadores móveis estão planejando deslocar mais de 20% do seu tráfego móvel da rede macro para Small Cells em 2018. Prevemos que 2015 será o ano em que as implantações de Small Cells serão amplamente adotados pelos operadores móveis, especialmente em mercado mais maduros, como parte do processo natural de seleção de tecnologias e produtos de backhaul, tecnologias e arquiteturas de interconexão.


Estes são apenas um punhado das tendências tecnológicas que esperamos ver em 2015, mas algumas coisas são claras: mais capacidade será mais necessária do que nunca, em mais locais e formas de maximizar a capacidade das redes e de descobrir como rentabilizá-las continuarão a dominar as discussões.

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FONTE: CorpTV

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Como o marketing digital impacta as métricas de negócio da sua empresa


A sociedade em rede mudou a forma como as pessoas se comunicam, aprendem e fazem negócio e isso significa que o que as pessoas falam sobre seu produto ou sobre os seus concorrentes na internet afeta diretamente sua receita no final do ano. Por essa razão, o marketing digital ganhou força dentro das corporações e vem recebendo cada vez mais investimentos. Para você ter ideia, segundo um estudo conduzido pelo Gartner, em 2014 as empresas americanas têm previsto um investimento proporcional a 10% da receita total, comparado a apenas 2,5% em 2012.

O cenário se repete no Brasil, que segundo o IBOPE é o quinto maior país em número de pessoas conectadas. Para atrair o consumidor brasileiro, que gasta em média 8h29m online, empresas de todos os portes têm investindo em email marketing, estratégias de conteúdo e outras formas de relacionamento online. Mas se mesmo assim você tem dúvidas se o seu potencial cliente está online, faça um teste e pergunte aos 5 últimos compradores se eles procuraram saber do seu produto ou serviço na internet antes de entrar em contato ou depois de receber a ligação dos seus representantes comerciais. Você vai se impressionar com as respostas.

Para que você tenha mais claro como o marketing digital pode impactar nas principais métricas da sua empresa, separamos 4 pontos principais que são uma preocupação para empresas de tecnologia, principalmente as que dependem de receita recorrente:

1) O impacto na Geração de oportunidades de negócio
Se tudo que a sua empresa faz com estratégias de marketing é gerar visitantes para o site e seguidores nas redes sociais, saiba que você está desperdiçando um grande potencial comercial. Os visitantes são a primeira métrica que vamos olhar no posicionamento online, já que uma página bem posicionada nos buscadores é a porta de entrada para um funil de vendas mais rico. Mas como muitos desses visitantes acabam não retornando por iniciativa própria, é fundamental construir um ativo digital investindo esforços na captura de novos contatos, que no vocabulário do marketing e vendas, também são chamados de Leads.

Perceba que no ambiente digital, as pessoas buscam aprender e entender seus problemas antes de comprar, por isso o conteúdo educativo se torna um aliado para gerar oportunidades. O passo um pode ser ter um blog relacionado ao problema que a sua empresa resolve, porque provavelmente irá ampliar a audiência do seu site, além de ser um canal para ganhar os primeiros Leads, através da inscrição para newsletters, que devem agregar com conteúdos relevantes e segmentados.

O próximo passo é investir em ofertas mais completas como ebooks, webinars, templates e uma série de materiais ricos que podem ser disponibilizados através de páginas com formulários de captura, chamadas de Landing pages. Nelas o visitante troca seus contatos e outros dados por um material exclusivo. Os contatos gerados através dessa troca tendem a se transformar em oportunidades comerciais qualificadas e com potencial de compra, uma vez que chegaram até você buscando solucionar um problema que a sua empresa é capaz de resolver.

Começar uma estratégia de conteúdo pode parecer complicado, mas é muito provável que a sua empresa já possua conteúdo relevante para iniciar a captura. Nesse post você confere algumas dicas de como encontrar os primeiros conteúdos na sua empresa.

2) Otimizando o ciclo de vendas e aumentando os resultados
Uma vez gerados os primeiros contatos, é importante fazer com que eles caminhem no processo de compra e se tornem cada vez mas interessados nas possíveis soluções da sua empresa. Além disso, vale reforçar que o processo de vendas é por si só um processo de educação. Se você já vendeu, sabe que é necessário explorar o problema do seu comprador, encontrando a ferida que o seu produto cura e aí mostrar o retorno sobre o investimento.

Nesse sentido o marketing digital pode ser um grande aliado no processo de convencimento dos seus contatos, principalmente se estamos falando em escalar o número de vendas já que ficaria inviável que seus vendedores tivessem que ensinar cada um dos leads gerados na sua empresa. No caso tradicional o vendedor é o responsável, muitas vezes por gerar seus próprios contatos, fazer a conexão que na maior parte é um processo frio, tentar ganhar a abertura do cliente e só ai começar a explorar uma solução. Essa situação torna o seu processo mais longo, mais caro e muitas vezes inefetivo.

No caso de uma estratégia de marketing online a mesma situação pode acontecer assim: O potencial cliente busca no Google uma forma de solucionar um problema no gerenciamento das finanças da empresa porque quer entender como gasta tanto dinheiro com um resultado tão baixo. Como resultado da busca ele encontra um ebook que o ajuda a entender as possíveis causas. Após ler o material ele recebe por e-mail um template que ensina a criar um gerenciador financeiro, junto de um convite para que ele desenvolva esse material com o suporte de um representante comercial sem nenhum custo.

Decidido que o template pode auxiliar, ele aceita a ajuda do representante, abrindo de maneira mais fácil dados que vão auxiliar no processo de identificação do problema. Nesse período, além das conversas com o vendedor, o seu contato também receberá, via email, instruções que vão auxiliar na formulação de hipóteses e na compilação e dados, acelerando o processo de identificação do problema. Após esse ponto e com a planilha preenchida, seu contato possui os argumentos necessários para escalar a decisão e provar para o nível mais alto da empresa a necessidade de ter um projeto (software, consultoria, serviço) que seja capaz de realizar as melhorias necessárias. Assim o seu processo se torna mais rápido e muito menos invasivo.

O casamento entre conteúdos de qualidade e uma estratégia de automação de marketing é apenas um dos muitos exemplos que podemos usar para otimizar o processo de vendas, reduzindo custos e melhorando a efetividade dos vendedores. Fatores como esse deixam uma folga para investimentos extras e fazem com que seus vendedores sejam capazes de atender um número maior de oportunidades.

3) Clientes satisfeitos ficam por mais tempo
Agora que você gerou novas vendas, é provável que seja necessário melhorar o aproveitamento da sua solução pelo seu cliente, pois sabemos que grande parte do sucesso do negócio está conectado a quanto seus clientes conseguem se adaptar aos novos processos e também ao uso da ferramenta. Aqui não estamos falando de ensinar o seu usuário a utilizar as funcionalidades que o seu produto oferece e sim de como ele pode analisar resultados, gerar melhorias com os novos processos e ganhar mais com o que você está oferecendo.

Um caminho comum adotado pelas empresas é ter consultores capazes de auxiliar na implantação, o que como no caso anterior, pode ser otimizado através de conteúdos complementares e segmentados de acordo com a necessidade de cada um dos seus clientes. Sendo assim, o conteúdo que muitas vezes serve para atrair novos visitantes e gerar mais Leads também pode ser utilizado para fidelizar e aumentar o sucesso dos seus clientes com a sua solução. Por isso nessa etapa, campanhas de email marketing e réguas de relacionamento são bastante usadas, além de ser recomendado utilizar ferramentas capazes de gerar análises completas que sirvam de inputs para entender onde os problemas na implantação aparecem.

4) Usando o digital para fazer Upsell e escalar indicações
Clientes melhor educados costumam ter mais sucesso e consequentemente tendem a comprar mais e a indicar o seu produto para outras pessoas similares e com o mesmo potencial de compra. Por isso, uma boa solução é utilizar as estratégias de marketing digital como a criação de fóruns e as réguas de relacionamento para estimular a troca de estratégias e as melhorias incrementais que os planos mais completos podem oferecer.

Outra estratégia que pode ser utilizada são as campanhas de incentivo que podem ser colocadas para rodar unindo informações de resultados obtidos, interesses do cliente e público em potencial que pode ser impactado por uma boa campanha de indicação, que pode acontecer de forma massiva ou segmentada de acordo com os resultados que cada cliente está tendo. Em resumo, o marketing digital permite que você dê um incremento ao boca-a-boca e transforme os seus clientes felizes em promotores do seu produto.


O marketing digital vai impactar as métricas da sua empresa de diferentes formas, mas o impacto principal com certeza será uma melhora significativa nas operações, fazendo com que o custo por aquisição de clientes se reduza e o processo seja menos massante para comprador e vendedor. Além disso percebemos uma nova capacidade de escala, já que com a ferramenta certa é possível automatizar processos que antes eram feitos de maneira manual, tornando a área de marketing mais estratégica e responsável por impactar as vendas. Para entender melhor a situação atual da sua empresa e que ganhos ela poderia ter com o marketing digital e de conteúdo, é possível utilizar o Funil do Marketing, uma ferramenta gratuita e que te oferece dicas sobre cada uma das etapas do seu processo de vendas.

FONTE: CorpTV

As 11 premissas do futuro da comunicação



Autora: Barbara Sacchitiello

Se o Grupo RBS tivesse que, hoje, projetar como será o cenário de comunicação daqui a alguns anos e décadas, as respostas ainda não estariam prontas. A velocidade da adoção de novas tecnologias e da mudança dos hábitos das pessoas permite ao grupo afirmar que nenhuma tendência pode ser tida como definitiva.

Ainda assim, é possível estabelecer alguns parâmetros que certamente nortearão as empresas e grupos de comunicação nesse momento em que as barreiras entre os produtores e receptores de conteúdo já foram derrubadas. Depois de 150 entrevistas realizadas com personalidades nacionais e internacionais de diferentes áreas, a cineasta e diretora geral de inovação e linguagem do Grupo RBS, Flavia Moraes, analisou e interpretou um extenso volume de material, originando o The Communication Revolution, estudo que a empresa apresentou nessa terça-feira, 16, durante o Vox, evento de comunicação do grupo realizado em Porto Alegre.

Segundo Flávia, as onze premissas extraídas da pesquisa são apenas a primeira parte de um material que estará em constante desenvolvimento. “Ainda faremos muitas outras entrevistas e iremos abastecer o site do projeto (www.thecommunicationrevolution.com.br) constantemente. A mudança no cenário da mídia acontece dia a dia e qualquer estudo que queira mapear esse processo também deve se aprimorar sempre. O The Communication Revolution nunca estará pronto”, promete a diretora.

As onze premissas resultantes da pesquisa foram, segundo a RBS, os mais importantes insights retirados dos depoimentos. Embora frise que eles não são regras, o grupo acredita que segui-los será uma atitude natural de todos os publishers, veículos e marcas que desejam comunicar-se com o público. Veja cada uma das premissas:

1- Be True
O leitor/consumidor atual é dotado de inteligência e de bagagem para distinguir, rapidamente, a verdade da mentira e o relevante do irrelevante. A cobrança por transparência será constante e é necessário ser completamente verdadeiro, em todas as situações.

2- Be Trusted
Em um ambiente de opções incontáveis de informação, faz-se necessária uma curadoria de conteúdo, que ajude o leitor a descobrir o que ele quer antes mesmo dele próprio saber. Só credibilidade e uma curadoria de conteúdo bem feita garantirá a sobrevivência no ambiente online.

3- Be Part
Não basta apenas fornecer o conteúdo. É preciso que o público também participe da criação dele. Cultura de participação e de compartilhamento são fundamentais. As empresas jamais devem desprezar a interação.

4- Think Plural
Não há nenhum problema em ter uma linha editorial definida e segui-la. Mas, em muitos momentos, a pluralidade vale mais do que a isenção. O pensamento único pode ser chato. O veículo pode ter a sua ideia, mas deve abrir espaço às demais e, principalmente, não obrigar ninguém a seguir as suas próprias opiniões.

5- Think Mobile
O mundo está em movimento e os veículos também devem estar. É preciso subverter as atuais convenções de tempo e espaço. Todo o planejamento de conteúdo deve priorizar as plataformas móveis.

6- Be Beta
Ninguém está pronto, completo e finalizado. Insatisfação e abertura às mudanças são ingredientes necessários a qualquer veículo. O modo beta significa a aceitação de correção, mudanças de rotas e constante auto-avaliação.

7-Think Ahead
Mesmo estando em uma posição confortável, não é possível sempre jogar na defensiva. Com inovação e coragem, é possível atravessar a fronteira do senso comum é fazer coisas diferentes e melhores. O lucro será a remuneração do risco.

8- Think Higher
Se no passado o principal objetivo das empresas era gerar lucros, hoje é possível afirmar que outros valores já ganham igual peso. Altruísmo, gratidão, mudança na sociedade e impactos positivos são cada vez mais importantes. É preciso encontrar um valor maior para seu negócio, que vá além das finanças.

9- Be Collaborative
Construir alianças e operar em rede será o caminho. O valor de qualquer projeto e trabalho estará na colaboração e na participação de várias pessoas, envolvidas em um único objetivo.

10- Be Intuitive
Caminhos lógicos e racionais pautam importantes decisões, mas a intuição e os impulsos emocionais não devem ser desprezados. O mundo demandará mais ações intuitivas. A observação da sociedade, da concorrência e até do próprio negócio irá inspirar a intuição e ajudar a definir novas ações.

11- Be Useful

Qualquer nova ideia ou insight não pode ser guardado para si. É preciso compartilhar, deixar as pessoas saberem e usufruírem de novos conceitos e tendências. Todo novo conhecimento só terá sentido se for compartilhado.

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Internet vale mais que agricultura e energia para a economia global



A Internet tem mais valor para a economia global do que setores tradicionais como a agricultura e a energia, conclui o estudo “A Economia Hiperconectada”, realizado pela Economist Intelligence Unit e patrocinado pela SAP. O trabalho expõe uma análise do impacto da hiperconectividade – envolvendo a conexão entre pessoas, lugares, empresas e “coisas” através da Internet – na economia, nas empresas e nos comportamentos.

Embora as estimativas sobre a contribuição da Internet para o PIB dos países variem, é consensual que a contribuição da Internet representou mais de 3,4% do PIB nas maiores economias do mundo entre 2010-2011. E continua a crescer rapidamente, estimando-se que em 2016 o valor da Internet duplique em relação aos números de 2010.

Outras conclusões relevantes:
‒ A adoção contínua da Internet e de tecnologias de mobilidade beneficiará todas as economias, mas será de grande valor para os países em desenvolvimento: menos de metade da população mundial tem acesso à Internet, mas os benefícios econômicos e sociais de uma utilização mais vasta tendem a ser impressionantes. Estudos sugerem que se as economias em desenvolvimento aumentarem a utilização da Internet para os mesmos níveis dos países ricos, as taxas de crescimento dos seus PIBs se situariam nos 72% e poderiam criar 140 milhões de empregos. Existem também provas sólidas de que a utilização crescente de smartphones pode contribuir para o crescimento econômico, sendo que muitos mercados emergentes já utilizam amplamente os celulares.

‒ O impacto econômico da Internet das Coisas ou Internet of Things ainda está por ser descoberto: a hiperconectividade terá um crescimento explosivo, estimando-se que o número de “coisas” conectadas (excluindo PCs, tablets e smartphones) aumente 30 vezes entre 2009 e 2020. No campo empresarial já existem evidências sobre a eficiência e a redução de custos proporcionadas pela produção “inteligente”, ou pelas campanhas de marketing altamente direcionadas, mas ainda é cedo para quantificar os benefícios finais, existindo no entanto poucas dúvidas das mudanças profundsa que estão em curso.

A hiperconectividade é uma boa notícia em uma escala macroeconômica, mas é um desafio para algumas empresas . O crescimento da hiperconectividade já atingiu duramente alguns setores, como os de mídia, da música, o das editoras de livros e varejo. Muitos outros setores de atividade serão forçados a fazerem alterações profundas nos próximos anos, à medida que aumentam as ofertas alternativas, desde o aluguel de viaturas à reserva de hotéis. Isto forçará as empresas a conviverem com as plataformas online.

‒ A globalização está a acelerando com a hiperconectividade e pode promover o regresso da produção industrial aos países desenvolvidos: as cadeias de fornecimento de multinacionais já não estão reservadas às grandes empresas, sendo, ao mesmo tempo, uma oportunidade e uma ameaça para as empresas em todo o mundo. No entanto, a longo prazo, a automatização extrema, proporcionada pela hiperconectividade, poderá fazer com que a produção regresse aos países desenvolvidos.

‒ A hiperconectividade é um novo ambiente cultural para todo o comportamento humano: o impacto da hiperconectividade no comportamento humano ainda não se revelou na sua totalidade, todavia as empresas devem estar sensíveis às mudanças dos valores sociais e às expectativas dos clientes, à medida que o impacto da mesma vai evoluindo. O impacto final permanece incerto: por um lado, não é evidente que a hiperconectividade aumente, por exemplo, o círculo social das pessoas ou que estas vão mudar os seus comportamentos apenas porque podem fazê-lo.

Além disso, as compras no online são pouco significativas (ainda que estejam em rápido crescimento) quando comparadas com o varejo tradicional. Por outro, tudo pode mudar com uma rapidez extraordinária e as mudanças podem ser bastante profundas. No espaço de cinco anos, a Internet tornou-se no meio principal para as pessoas em idade universitária, por exemplo, encontrarem par e, em muitas áreas da educação, substituiu totalmente os livros em papel.


De igual modo, a nova transparência permitida pela Internet já forçou mudanças para todos, desde administrações públicas a empresas.

FONTE: CorpTV