quinta-feira, 2 de abril de 2015

Agora é oficial: sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance


Autor: Raphael Simoni

O blog do Google para Webmasters anunciou oficialmente no último dia 26 de fevereiro uma nova atualização em seu algoritmo de buscas que, segundo especialistas em SEO de todo o mundo, terá um impacto ainda maior que o Panda e o Penguin.

O “mobilegeddon”, como alguns vêm chamando a mudança, possui, segundo o Google, duas grandes novidades “que ajudarão os usuários a encontrar mais conteúdo de sites mobile”:

1- Mais sites mobile nos resultados de busca;

2- Mais conteúdo de aplicativos nos resultados de busca.

O primeiro tem data para acontecer: 21 de abril (feriado no Brasil). “A partir de 21 de abril, estaremos expandindo o uso de recursos mobile-friendly como sinal de ranqueamento. Esta mudança irá afetar as buscas em dispositivos móveis em todos os idiomas e países, impactando significativamente os resultados de busca”, informou o Google no post sobre a novidade.

Mas há também uma outra atualização já em pleno funcionamento. Segundo o mesmo texto, o Google passará a usar “informação de aplicativos indexados como fator de ranqueamento para usuários que já possuem o app instalado”.

Ainda de acordo com o post, “quando se fala em buscas em dispositivos móveis, os usuários passarão a receber resultados relevantes e oportunos, não importando se a informação está em um site mobile-friendly ou em um aplicativo”. Esta é uma informação de extrema relevância. Agora, o que você busca pelo celular retornará um resultado ainda mais unificado, relevante e preciso de sites e aplicativos mobile.

Responsivo, m. e app
Para que não reste nenhuma dúvida, vamos entender como resultado mobile todo conteúdo de sites mobile (responsivos ou que apontem para um subdomínio m.) e aplicativos para celulares e tablets. Estas são, pelo menos até agora, as três principais soluções para conteúdo mobile.

Talvez a notícia suscite mais uma vez o velho (e atual) debate: responsivo ou m.? Bem, agora você pode acrescentar mais um ingrediente à discussão: o aplicativo. Então qual das três opções é a melhor para o seu negócio? Desculpe, mas depende. Cada caso é um caso. Dentre uma série de variáveis que deveriam ser consideradas, posso dizer que a ideia de “um site para vários dispositivos” oferecida pelo conceito responsivo é a melhor opção para uma versão mobile do seu site. E não sou eu quem está falando.

Com relação ao aplicativo, se sua empresa já possui um, essa “unificação” dos resultados de busca pode ser feita pelo próprio administrador do app. A página para desenvolvedores do Google explica como fazer.

No entanto, a questão não é quantitativa. Seria um erro apresentar este problema a partir deste ponto de vista. Uma estratégia mal elaborada e, principalmente, mal entendida, pode gerar apenas perda de dinheiro e nenhum resultado.

Como a nova atualização afetará a performance de sites e e-commerces
O real impacto desta nova implementação só será sentido de fato e analisado em maiores detalhes a partir do dia 21 de abril, mas, até lá, você pode fazer agora mesmo o teste de compatibilidade com dispositivos móveis para saber se seu site está de acordo com as diretrizes do Google.

Mas já tenha em mente que, se o seu site não possui uma versão mobile, ele passará a ter cada vez menos relevância e, assim, poderá perder visibilidade nas buscas e tráfego, não só em celulares e tablets, mas também em desktops.

Na verdade, este é um arremate final de várias outras implementações feitas pelo Google ao longo dos últimos dois anos, como as recomendações de como configurar seu site para dispositivos móveis ou como promover sites para dispositivos móveis.

Acesso mobile não é tendência, é fato mais que consolidado
Ainda precisamos de números para demonstrar que o uso da Internet em dispositivos móveis está a cada dia ultrapassando o acesso por computadores desktop? Caso você tenha passado pelo menos os últimos três anos em Marte, cito alguns números importantes:

2013 - Pesquisa do Ibope Media revela que 52 milhões de pessoas têm acesso à internet pelo celular.

2014 - Pesquisa divulgada pelo CETIC.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento Sociedade da Informação) revela que “número de brasileiros que usa a internet pelo celular cresce 106% em dois anos”.

2015 - Estudo da Vivera Mobile aponta que “smartphones dominam acesso à internet no País”.

Outro dado mais recente foi o levantamento realizado pela Conversion, mostrando que um em cada cinco visitantes de lojas virtuais utiliza celulares e tablets. Estima-se que, até o final deste ano, o comércio eletrônico fature pelo menos R$ 11,1 bilhões apenas em compras efetuadas por dispositivos móveis. Somente em 2014, 10% das vendas pela internet foram realizadas a partir deles, um aumento de mais de 200% em relação ao último ano.


Como vimos, o acesso ao conteúdo por meio de celulares e tablets não é mais uma tendência há pelo menos três anos, mas trata-se de um comportamento bastante consolidado que vem se desenvolvendo cada vez mais. Se há 10 ou 15 anos poderíamos dizer que quem não possuísse um site estava fora do mercado, afirmamos hoje que quem não possui um site mobile não só está perdendo dinheiro, como está perdendo competitividade.

FONTE: CorpTV

terça-feira, 24 de março de 2015

Quer criar um canal de TV na Internet? Veja o passo a passo!


Autor: Pedro Filizzola

Muito se fala que o futuro do mercado gira em torno da internet e vídeos online. No estudo de consumo de mídias em 2015 da Secom é visto que 48% dos brasileiros utilizam a internet, sendo que destes, 72% acessam todos os dias passando em média 4 horas 56 min navegando na web.

Se tratando de hábitos de navegação, a Analysys Mason publicou uma pesquisa das principais atividades na web que indicou uma média de 36% dos usuários assistindo vídeos online, perdendo para checagem de email e navegação em redes sociais, ambos empatando com 44%.

Dados como esses provam que o mundo está caminhando para o digital e que o vídeo online é o carro-chefe dessa nova fase. Você pode perceber essa nova tendência em 2015, observando a quantidade de vídeos na timeline das suas redes sociais favoritas.

PASSO A PASSO PARA UMA TV NA INTERNET
Uma das formas de colocar os vídeos online no cotidiano das pessoas é através de uma TV na Internet ou WebTV. Mas o que quer dizer, de fato, esse conceito? Nada mais é do que colocar seus vídeos num site, fazendo com que eles atinjam seu público na internet.

Compartilhamos com vocês há um tempo que independente do seu mercado, metas, quantidade de conteúdo ou velocidade de publicação, a solução mais adequada para fazer vídeo streaming é utilizar uma OVP (Online Vídeo Plataform).

Se você quer distribuir seus vídeos de forma profissional, pessoal, estreitando a relação com sua audiência e mensurando resultados, o YouTube não é a melhor solução.

Tomando esses pontos como base, como construir uma TV na Internet utilizando uma OVP? Quais os passos necessários para começar uma TV na internet profissional?

#1 Site
É necessário que você tenha uma página final de destino para que seu vídeo seja publicado. Desde um completo Media Center até um blog podem ser seu palco para se comunicar através de vídeo streaming.

Você deve ficar atento se a plataforma de vídeos que você escolher oferece integração com seu site. Grandes sites que possuem Web TV’s como Endeavor, SBT Vídeos, Minha Vida, INFO, Mundo do Marketing e TV Lide utilizam a integrações entre Site e OVP para automatizar o processo de publicação de novos conteúdos sem a necessidade de grandes configurações, ganhando em tempo e velocidade.

#2 Conteúdo
Recentemente publicamos no blog que o conteúdo é rei e essa máxima nunca morrerá. Com um site que tenha conteúdo em vídeo que transmita uma mensagem relevante e direcionada para o seu público alvo, ele será sinônimo de qualidade e a principal fonte para conquistar acessos e visualizações.

Quando lidamos com conteúdo exclusivo, o molho secreto é garantir que você tenha controle sobre quem está assistindo e compartilhando as suas informações. Assim você pode continuar aprimorando o seu conteúdo e direcionamento sua mensagem.

Esse controle pode ser feito acompanhando as seguintes métricas:
- Origens de tráfego.
- Conversão: trace o percentual de usuários que acessaram o site e clicaram no play.
- A retenção detalhada: percentual de tempo assistido por seus usuários.
- Visualizações completas.
- Visualização por dispositivo.

Um dica importante é equilibrar conteúdo premium e constância para conquistar acessos e visualizações, assim como a TV Lide, do Grupo Doria, fez para conseguir mais de visualizações 100 mil para seu projeto de TV na internet.

#3 Plataforma de Vídeos Online – OVP
Através de um software online e sob demanda você gerencia todo o volume de conteúdos numa interface única, cadastrando e publicando na página de saída exatamente como definido no sistema. Assim você pode:
- Definir o formato que ele vai tocar no seu site
- Configurar o tamanho, cores e atalhos para rede sociais do player
- Distribuir para todos os aparelhos conectados à internet, como smartphones e tablets
- Acompanhar o comportamento do seu público através de relatórios analíticos
- Monetizar os vídeos através de anúncios publicitários veiculados nos vídeos

Uma OVP profissional além de cuidar da gestão dos seus vídeos, também deve entregá-los aos seus usuários com qualidade de streaming e escalabilidade em acessos. Para fornecer vídeos com essa características, você deve verificar se sua plataforma utiliza tecnologias de Multi CDN (Content Delivery Network), ABR (Adaptive Bitrate Streaming) e Multi-device.

Multi CDN
Content Delivery Network é um sistema de rede de servidores conectados e implantados em vários centros de dados através da Internet. O objetivo de um CDN é entregar o conteúdo requisitado com alta disponibilidade, alto desempenho e inteligência na distribuição, tomando como base a melhor rota de entrega de acordo com a presença física em que o usuário está requisitando.

A distribuição Multi CDN permite que sejam analisadas não só a localidade física do usuário, mas diferentes fornecedores, detectando a melhor entrega para o usuário, seja com base em latência, performance ou custo.

ABR
Adaptive Bitrate Streaming é a capacidade de adaptar a qualidade do vídeo entregue de acordo com a qualidade de banda disponível do usuário destinada ao consumo do conteúdo. Dessa forma, enquanto um usuário está assistindo ao vídeo, o Player monitora a conexão do usuário e entrega a melhor qualidade do vídeo de modo que ele tenha uma experiência agradável.

Multi-device
Entrega do conteúdo para diferentes aparelhos com conexão de internet: iOS (dispositivos como iPad e iPhone), Android, TV Conectada (Smart TVs), web, consoles de video-game (XBox, PlayStation), e diversos outros.

Com esses critérios atendidos você terá em mãos um chance de crescer e entregar uma Web TV de grande potencial de engajar usuários, oferecendo uma experiência única para o seu visitante.


Conclusão
Viu como é fácil? Se você tem conteúdo e quer distribuir de forma profissional na internet a solução é uma TV na Internet integrada a uma OVP. Independente do seu mercado é muito importante que você case sua necessidade com o que as soluções podem oferecer.

Por isso, o primeiro passo é definir qual será sua abordagem e estratégia de divulgação, porque os vídeos contribuem muito para sua estratégia digital, desde de que sejam utilizados num contexto.


Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet (Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

FireWire: entenda a tecnologia, quais suas principais funções e preço


Autor: Paulo Alves


Conexões USB podem ser as mais populares entre usuários de computadores, mas não significa que ela é a melhor opção. FireWire é um padrão de conexão a cabo criado pela Apple para ser superior ao USB de várias maneiras e, embora seja difícil de ser utilizada por fabricantes, ainda se mostra uma alternativa interessante para criar redes ad-hoc ou para, simplesmente, conectar uma câmera ao computador em alta velocidade.

O FireWire, na verdade, era muito mais rápido que o USB no início de sua vida, no final dos anos 1980, quando chegava a alcançar transmissão de dados na casa dos 400 Mbit/s, enquanto o USB 1.0 ficava limitado a 12 Mbit/s. Mesmo com a chegada do USB 2.0, que passou a oferecer 480 Mbit/s de taxa de transferência, o FireWire já havia superado os 800 Mbit/s.

Apesar da diferença histórica de rapidez entre FireWire e USB, a principal vantagem da conexão criada pela companhia dona do iPhone é a sua capacidade de fazer duas máquinas se comunicarem com mais eficiência. Ao contrário do USB, que só permite transferência de arquivos de uma via de cada vez, o FireWire oferece comunicação multilateral simultânea.

Isso a torna ideal para criação de redes ad-hoc (rede de computadores na qual todos os terminais funcionam como roteadores, ou seja, eles encaminham de forma igualitária as comunicações de terminais vizinhos) com compartilhamento de conexão e para envio e recebimento de arquivos em tempo real. No geral, se os dispositivos que você quer conectar via USB tiverem porta FireWire, opte por ela. Afinal, cabos do tipo que aceitem velocidade de 800 Mbit/s podem ser adquiridos por cerca de R$ 35.

Fim do FireWire?
A velocidade alcançada por ambas as conectividades se equiparou com o lançamento do USB 3.0, já que os padrões mais recentes de FireWire que superam essa geração são pouquíssimo encontrados no mercado - antes de morrer, Steve Jobs decretou o fim do FireWire, forçando a Apple a investir em alternativas como o Lightning e o Thunderbolt.


A Microsoft parou de oferecer suporte à tecnologia desde o Windows Vista, deixando a conexão limitada ao Linux e ao Mac OS X. A Apple continua a oferecer a porta FireWire somente no MacBook Pro sem tela Retina, vendido no Brasil por R$ 6400. Portanto, se você deseja ter essa conexão e não quer gastar muito, vale mais a pena montar seu próprio PC incluindo a entrada e equipar a máquina com Ubuntu ou outra distribuição do Linux.

FONTE: CorpTV

sexta-feira, 20 de março de 2015

A performance de sites e a vantagem competitiva



Autor: Alex Soares

Costumo dizer que, atualmente, não estamos conectados, somos conectados! Desenvolvida pelo governo americano nos anos 60 para manter abertos os canais de comunicação durante a guerra, a internet não vislumbrava ser o que é hoje. Nos anos 90, interesses comerciais a popularizaram, o que a transformou na larga infraestrutura de informação que é hoje – simples aos nossos olhos, mas tecnologicamente complexa, principalmente para negócios que se baseiam da internet para sua sobrevivência e desenvolvimento.

A análise dos últimos dez anos (2004 a 2014), realizada pela Organização das Nações Unidas e União Internacional de Telecomunicações, mostra que a população mundial cresceu de 6,4 bilhões para 7,2 bilhões, já o número de usuários da internet cresceu de 794 milhões para 2,92 bilhões.

Essa adesão trouxe oportunidades, mas também a necessidade de infraestrutura para se manter disponível à toda população. Exemplo disso é o setor de e-commerce, que movimentou, em 2014, R$ 35,8 bilhões em 103,4 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 347 (E-Bit). Em 2015, o crescimento apontado para o setor é de 20%. É preciso muito investimento para suportar tamanho tráfego e atender aos consumidores com qualidade.

Entre as dificuldades encontradas para disponibilizar desempenho satisfatório a um portal, há fatores externos significativos, como: infraestrutura x extensão territorial – dificuldade de acesso às mais diversas e remotas regiões, capacidade dos sites, suportar diversos acessos simultâneos e demanda sazonal e a qualidade de conexão dos usuários – devido ao pacote adquirido ou equipamento utilizado.

Ainda, aponto a diversidade de dispositivos e plataformas, considerando suas capacidades de processamento e os diferentes formatos de conteúdo trafegado. Essas particularidades prejudicam a velocidade dos sites, a entrega de conteúdo e a permanência do usuário navegando em um portal – o que resulta em perdas financeiras.

Tais desafios motivam o surgimento de soluções que supram a demanda do usuário e garantam a existência da internet aos tantos negócios que têm nela o seu core business. Atualmente, as soluções de tecnologia garantem a distribuição do conteúdo de maneira eficaz e eficiente via internet, além de proporcionar aceleração, segurança e disponibilidade, garantindo assim uma ótima performance dos sites.

Das soluções disponíveis hoje para otimizar a performance, vale destacar as Content Delivery Networks (CDN), que distribuem conteúdo por meio de uma rede descentralizada de servidores utilizados proporcionalmente à demanda. Ainda, suportam picos de tráfego de qualquer tamanho e garantem proteção contra ataques Distributed Denial of Service (DDOS) – pois detectam automaticamente o aumento de tráfego e distribuem a demanda dentro da rede, em tempo real, direcionando os visitantes únicos ao servidor mais próximo – garantindo assim a qualidade e o desempenho do site ou portal.


Essas e outras tecnologias mitigam boa parte dos problemas, colaborando com a competitividade dos negócios da internet por oferecerem escalabilidade, disponibilidade e a melhora na experiência do usuário. Assim, garantem vendas lucrativas e menor custo – os principais objetivos de um negócio.

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 18 de março de 2015

Como divulgar uma empresa na Internet


Em um mundo cada vez mais conectado, saber como divulgar uma empresa na Internet é um ingrediente essencial para o sucesso de qualquer tipo de negócio, seja ele no mundo físico ou no ambiente online.

O grande problema é que nem sempre os empreendedores conseguem identificar quais os caminhos a seguir. Existem diversas opções para a divulgação online de uma empresa, mas qual delas adotar? Qual delas trás o melhor resultado?

Para ajudar os empreendedores que estão em busca da resposta sobre como divulgar uma empresa na Internet, a equipe do Empreendedores Web consultou alguns profissionais do mercado e elaborou este pequeno roteiro.

É claro que em um único artigo não podemos esclarecer todas as dúvidas sobre as técnicas e ferramentas para a divulgação de uma empresa na Internet, mas acreditamos que esse roteiro poderá deixar as coisas bem mais fáceis para você.

Planejamento é o grande segredo para divulgação de uma empresa na Internet
Como em qualquer outro negócio, ou área de atuação, o planejamento das ações de marketing online é o primeiro passo para conseguir divulgar sua empresa na Internet.

De nada adiantará você sair por ai criando uma série de ações de divulgação online se não houver um planejamento estratégico inicial com uma clara definição de público-alvo e canais a serem utilizados.

Para aqueles que desejam saber como divulgar uma empresa na Internet, é importante ter em mente que um dos pilares do sucesso de uma campanha online é justamente a integração das ações levadas a cabo nos diversos canais utilizados no marketing digital.

Para a divulgação de uma empresa na internet de forma eficientes, precisamos pesquisar quem é o nosso público-alvo, suas preferências, hábitos de navegação e quais canais da mídia online ele utiliza, para podermos determinar quais serão as ferramentas mais indicadas.

As opções para divulgação de uma empresa da Internet
Um dos primeiros passos para quem deseja saber como divulgar uma empresa na Internet é descobrir quais são os canais que realmente funcionam para você. O mundo online oferece uma série de opções para a promoção da sua empresa na web, mas nem todas são necessariamente aplicáveis ao seu caso.

Podemos destacar como principais canais para divulgação online:
- Marketing de busca – SEO e links patrocinados
- Campanhas de e-mail marketing
- Marketing de conteúdo
- Marketing nas redes sociais

O grande segredo é saber quais são os canais que realmente conseguem atingir o seu público-alvo e como criar ações integradas nestes canais para gerar o maior volume de tráfego e conversões para o seu site, blog ou loja virtual.

Usando as ferramentas certas de monitoramento, como o Google Analytics, você poderá medir com exatidão qual é o resultado de cada um destes canais e então, será possível administrar melhor seus recursos, priorizando aqueles que dão mais resultado.

O marketing começa na estrutura do site
Em algumas situações, o sucesso da divulgação de uma empresa na Internet começa na própria estrutura do site.

É o caso das estratégias de SEO – Otimização de sites para ferramentas de busca, as técnicas e ferramentas para deixar seu site, blog ou loja virtual em lugares de destaque nas páginas de respostas dos grandes buscadores.

Se a estrutura do site não tiver sido planejada em termos de marketing de busca, de nada adiantará o emprego das outras técnicas e dificilmente conseguirá colocar suas páginas em boas posições nos buscadores, na área dos resultados orgânicos.

Essa influência também se estende aos resultados em campanhas de links patrocinados, como o Google AdWords, por exemplo. Um site bem estruturado tende a obter um Índice de Qualidade do anúncio melhor, o que gera anúncios mais baratos e melhor posicionados.

Nos dias de hoje, ser encontrado no Google com facilidade, é o primeiro passo para a divulgação de uma empresa, e por isso, deve ser prioridade de qualquer campanha de marketing digital.

E-mail marketing ainda é uma opção
Muita gente acha que o e-mail marketing está morto, em função do abuso em termos de SPAM, envio de e-mails não solicitados e até mesmo da alta incidência de e-mails infectados com vírus ou outros códigos maliciosos. Isso é um grande engano.

Se você quer saber como divulgar uma empresa na Internet, podemos lhe garantir que o e-mail marketing continua sendo um bom caminho, desde que usado com técnica e parcimônia. De nada irá adiantar você ficar mandando milhares de e-mails se estes e-mails não fazem parte de uma estratégia estruturada.

O e-mail marketing é uma bela ferramenta de marketing online, mas precisa estar ligado a uma estratégia de construção de relacionamento com o seu público.

Crie laços de relacionamento com o seu público
Nos dias de hoje, uma das respostas para quem deseja saber como divulgar uma empresa na Internet, é o Inbound Marketing, ou marketing de conteúdo. Ter um blog associado ao site institucional da sua empresa, onde você possa publicar material relevante para o seu público é uma ótima forma de conseguir exposição para sua marca.

O marketing de conteúdo é uma estratégia onde você busca se tornar uma referência em um determinado assunto e dessa forma vai envolvendo o público e se colocando como alternativa para solução de problemas na sua área de atuação. Uma das vantagens dessa estratégia é seu baixo custo e a qualidade do tráfego que você atrairá para o seu site.

Redes sociais em alta
Outra boa alternativa para quem deseja divulgar uma empresa na Internet são as redes sociais, um canal que cresce a passos largos em todo o mundo. O marketing em redes sociais é uma das principais ferramentas de divulgação de uma marca hoje em dia. Seja no Facebook, Twitter ou Instagram, o alcance das mídias sociais é impressionante.

Você deve apenas tomar cuidado para não se tornar um chato e jogar no lixo todo o potencial destes canais. Marketing em mídias sociais possui técnicas próprias e é bem diferente de administrar seu perfil pessoas. Por isso, fazer um bom curso de mídias sociais ou um curso de Facebook marketing é uma boa ideia antes de se lançar nesse desafio.


Agora que você já tem uma boa ideia de como divulgar uma empresa na Internet, basta fazer seu planejamento e começar o trabalho.

FONTE: CorpTV

Cinco passos para aplicar inovação na TI


Autor: James Todhunter

Conhecimento é a matéria-prima da inovação. Quando identifica-se uma oportunidade ou um desafio, tudo o que aprendemos, incluindo nossa experiência cultural, ajuda a criar uma solução. Desde o que aprendemos na escola, até os costumes da comunidade em que vivemos, tudo serve para moldar essas reações, mas raramente essa base é gerenciada de maneira adequada pelas companhias nas quais atuamos.

Prova disso está no fato de que grande parte das empresas armazena suas informações mais estratégicas e críticas nas mãos (ou na mente) de seus executivos, sem documentá-las oficialmente. Assim, não é de espantar que muitas companhias, hoje, estejam extremamente preocupadas com os processos de sucessão de seus altos executivos, principais detentores de informações corporativas.

Com a intenção de resolver tal problema, as organizações têm investido na capacitação de seus funcionários. A iniciativa é louvável, certamente, mas ignora o principal ponto fraco das empresas: os modelos de documentação, armazenamento e acesso aos dados importantes. De nada adianta trazer conhecimento externo para a companhia se essas informações também ficarão concentradas apenas na mente de poucos.

O cenário descrito explica o motivo pelo qual as organizações ainda sofrem na busca pela inovação. O modelo de tratamento do conhecimento dentro das companhias precisa mudar, com o intuito de que os colaboradores tenham acesso às informações realmente importantes a suas rotinas. Só assim poderão unir esses dados a suas bagagens culturais e, então, desenvolver ações realmente inovadoras.

Remover, de fato, as barreiras ao conhecimento é a chave para o sucesso das políticas de inovação. Todos colaboradores devem acessar as mesmas informações e discutir como cada um as interpreta. Só assim é possível criar algo novo.

Vale ressaltar que o simples bombardeio das pessoas com dados não representa um avanço. É preciso garantir a qualidade do conhecimento disponibilizado e sua adequação à realidade da companhia.

Como sair da teoria e alcançar a prática
Na realidade, são poucas as atividades práticas para implementar ações e projetos inovadores nas companhias. Consideradas complicadas ou, no mínimo, trabalhosas, as iniciativas que têm como objetivo esse estímulo ao pensamento inovador assustam gestores e, por isso, acabam deixadas de lado.

Na maioria dos casos, embora concordem e conheçam os benefícios proporcionados pelo estímulo a ações inovadoras, os líderes não sabem ao certo “por onde começar” a desenvolver esses projetos de modo a conquistar a adesão de suas equipes.

Para nortear esse caminho rumo à inovação, seguem algumas dicas apontadas por executivos que lideraram projetos de sucesso:

1. Comece devagar: identifique o objetivo final do projeto e elabore as etapas que deverão ser percorridas para alcançá-lo. Então, fixe a próxima fase como meta para a equipe que trabalhará na iniciativa. Essa atitude fará com que o time fique mais motivado, na medida em que enxergar o propósito de suas ações de forma mais imediata;

2. Incorpore o exercício de inovar à rotina: passe a olhar todos os aspectos de sua vida de forma mais questionadora, pensando em maneiras de melhorar as questões do próprio dia a dia. Assim o conceito de inovação começará a ser desmistificado;

3. Use o que tem: não desperdice dados que a empresa detém sobre clientes, produtos, processos e projetos. Todas as informações são fontes de ideias;

4. Foque no valor agregado: toda ação tem como objetivo levar valor ao consumidor e à companhia. Por isso, essa premissa não pode ser esquecida em nenhuma etapa do desenvolvimento dos projetos de inovação e deve ser checada a cada dia de trabalho, para que a equipe não perca o direcionamento correto;


5. Convença o board: com o apoio do alto comando corporativo as ações de inovação serão mais aceitas nas esferas mais baixas da pirâmide organizacional. Mostre, principalmente ao CFO e CEO, as vantagens que a incorporação dessa nova cultura poderá trazer aos resultados do negócio e, certamente, receberá todo o aval necessário para implementá-la.

FONTE: CorpTV

Microsoft anuncia fim do Internet Explorer


O Internet Explorer pode estar com os dias contatos. A Microsoft anunciou que irá descontinuar a marca de seu navegador assim que lançar ao mercado o Windows 10, a nova versão de seu sistema operacional.

De acordo com o Estadão, o diretor de marketing da companhia, Chris Capossela, revelou que a Microsoft já trabalha na definição do nome e identidade visual de seu novo navegador que, provisoriamente, é chamado de Project Spartan.


Apesar do anúncio da substituição do browser, a Microsoft ainda deve preservar o ícone do Internet Explorer no Windows 10 para evitar problemas de compatibilidade com os softwares. A intenção da companhia seria atrelar o nome Microsoft junto à nomenclatura do novo navegador, para tentar desconstruir o desgaste que a marca Internet Explorer já vinha sentindo. Ainda não há previsão para a apresentação do novo navegador.

FONTE: CorpTV